Dedicatorias de Amor de Madrinha para Afilhada

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E se o que buscamos não está fora, mas dentro? Talvez o conforto que procuramos em palavras de outros seja apenas um espelho — não para refletir, mas para distorcer. Porque é mais fácil culpar o outro ou a condição humana do que admitir que, no fundo, a miséria que nos prende tem raízes na nossa incapacidade de domar o ego, de calar o orgulho. Talvez sejamos apenas fragmentos partidos de um todo que nunca entenderemos, eternamente a oscilar entre a dor de ser e o desejo de transformar.

Inserida por Japensando7

⁠A esperança é uma febre que não queima, mas arde em silêncio, uma promessa que nunca foi feita, mas que insistimos em acreditar. É como deitar em um gramado úmido ao entardecer, sentir a terra fria contra as costas e a brisa carregando um cheiro de coisas esquecidas — da infância, talvez, ou de um sonho que nunca aconteceu.

E nesse momento, enquanto o vento invade os pulmões como se quisesse torná-los eternos, você percebe que a paz não é uma conquista, mas uma entrega. É um instante roubado do caos, um suspiro entre a tempestade.

As palavras para descrevê-la, se é que existem, são frágeis como fios de teia ao sol. Elas não dizem, mas insinuam. Porque a paz, quando vem, não se explica: apenas invade. Talvez seja isso que Clarice quis dizer tantas vezes — que há um mundo dentro de nós, maior do que qualquer compreensão. E nesse mundo, a esperança floresce como uma erva daninha teimosa, rachando até o concreto da nossa dureza.

Inserida por Japensando7

⁠O lar é mais do que um espaço físico; é um estado de pertencimento, um canto onde o mundo cessa e o silêncio respira. Pode estar na parede descascada de uma casa, na mesa velha que guarda histórias de risos e brigas, ou no calor que transborda de um olhar. O lar, de fato, são as pessoas — aquelas que acolhem nosso desalinho e com quem compartilhamos o peso da existência.

Mas e quando essas pessoas se vão? O lar desaba. Ficamos vagando dentro de paredes intactas, mas despedaçados por dentro. É uma ausência que grita, um vazio que ecoa na mobília, nas fotos, nos sons que não existem mais. Perdemos não só quem amamos, mas também quem somos, porque um pedaço nosso sempre mora nelas. A ausência faz de tudo uma recordação: a cadeira é o lugar onde ela sentava, o cheiro do café é o rastro de quem partiu.

E assim, o lar, que um dia era abrigo, torna-se um labirinto. Afinal, o que é um lar sem as mãos que o sustentam?

Inserida por Japensando7

Se a minha sogra morresse, eu ficaria muito triste, porque ela é a mãe da minha felicidade, e eu sei que a filha dela não viveria sem ela. (LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

As religiões seguem separando as pessoas em um mundo onde as mesmas pessoas amam mais a cães que às outras pessoas. (LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

Você é aquilo que você ama repetidas vezes. (LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

O sabiá apaixonado
canta ao entardecer
a lua, ouvindo o canto
não tarda a aparecer.

Cebola
Rosa que faz chorar
choro não doído
choro não irado
choro ardido
choro disfarçado
entregando o sabor
temperando o cozido.
Choro que é prova de amor.

Minha família é rica na diversidade das mães, cada qual com seu gênero, cor, idade, ideologia, pensamento.
Mães de gestação, mães de coração, tias mães, mães tias, mães pais, pais mães, mães filhas e filhos, filhas e filhos que se tornaram mães das mães…
Mães presentes de corpo e alma. Almas de mães presentes, eternamente.
Mães pacientes, santas, briguentas, ciumentas, estressadas, amorosas, preocupadas, dedicadas, descoladas, puritanas.
Mães acima de tudo humanas.

"Meu TOC
é não viver
sem seu toque..."

Quero colecionar chaves
que abram portas
da mente
da alma
do coração
que libertem meus pensamentos para voar como passarinhos...

⁠Noivas de maio - 2013 e 1980
Antigamente, quando se queria dizer que uma decisão não era grave e podia ser desfeita, dizia-se: "isso não é casamento!". Naquele tempo, o casamento era visto como decisão irremediável, para sempre, até que a morte os separasse, eterna comunhão de bens e comunhão de males.
Mas agora os casamentos fazem-se e desfazem-se e os dois ficam livres para começar tudo de novo... Isso porque o casamento é a coroação do amor. E o que é o amor senão uma doce ilusão, algo sentido mas que não pode ser capturado nem preso por contratos ou testemunhas? Como a felicidade e arco-íris o amor é um sentimento efêmero. Sentimentos não podem ser prometidos, porque não dependem da nossa vontade. Só existem no momento assim como o voo dos pássaros e o sopro do vento. O que faz esse momento se repetir ao longo dos anos e ser curto ou eterno é a sorte...e muita força de vontade para fazer de cada novo dia um dia novo.

Com meu filho aprendi que distância não significa ausência. Que amar é muito mais que dizer eu te amo. Que coração de mãe é também coração de vó e tem o tamanho do infinito...

⁠Envelhecer é entender a beleza do tempo que passa e vai transformando os filhos em pais e os pais em filhos...

Amar e brincar na lama
São brincadeiras semelhantes.
Momentos de pura emoção
gargalhada, animação.
A princípio tudo é divertido.
Limpar o estrago depois,
é que pode ser dolorido.
Porque no amor como na lama,
não adianta amarração.
Tem que estar ali para o que der e vier,
disponível, inteira.
Se não for dessa maneira
sem frescura, sem besteira,
melhor nem amor nem lama.
Perde a graça a brincadeira.

Súbito

Um, dois, três... Quem conta, quem liga?
Acanha-me, pois sei que na fresta da porta do destino me espreita;
Ali, silenciosa e ansiosa por um abraço sem desfeita;
Meu abraço, como se fosse amiga...
... Quatro, cinco, talvez seis, talvez horas, talvez mais tarde...
Que tarde!
Vou ficar, vou contar um-à-um;
Por mais triste que isso possa ficar;
Lembranças virão de um ‘cara’ comum;
Eu a ouço e isso me deixa assustado;
Porque não fugir? Porque não evitar?
Não quero! Estou cansado!
Minha respiração se torna mais ofegante;
O coração bate mais forte, num ritmo estranho;
Memórias confusas surgem nesse instante;
Rês desgarrada do rebanho...
Eu não estou pronto;
Não me sinto à vontade;
Em vida, como cheguei a esse ponto?
Nada disso era real há um mês...
Seis, cinco, quatro, três...

Inserida por ItamarRoter

O grande espetáculo da vida, amar... O resto é teatrinho!

Inserida por ItamarRoter

⁠Não me tomes apenas de corpo;
Acalante e doma minha alma também;
Físico e espiritualmente, nem reto e nem torto;
Envolva-me como um todo e além.

Mostrá-me tua essência, linda essência singular;
De uma forma que dois seremos um, não mais;
Viajemos por vários mundos, sem sairmos do lugar;
O tempo já se faz parado, tudo para o agora ou jamais.

E quando o nosso envolvimento, tentar respirar o fim;
Que não nos sentiremos na moral do inferno;
Nem pecados ou bençãos, para você ou para mim;
Para que o nós seja o mais lúcido sinônimo de eterno!

Inserida por ItamarRoter

⁠Como bens materiais, assim são nossos melhores sentimentos, quem muito tem, nada tem se não souber administrar!

Inserida por ItamarRoter

⁠Eu posso ser tudo;
Menos o que você quer;
Gritando ou mudo;
Sei que te incomodo mulher.

Não quero seu mundo;
Nem serei um qualquer;
Bem lá no fundo;
Espero apenas o que vier.

Em você eu pude ver;
A fantasia de uma realidade;
E não posso crer;
Que pode acabar em saudade.

Quero de você um abrigo;
Sou seu amigo;
Tenho dor;
Tenho amor...

Se é necessário suplicar;
Ou fazer o que for;
Só quero te amar;
E ter o seu amor.

Pare de fugir de mim;
Deixa eu te fazer feliz;
Escrevermos uma história sem fim;
O que você me diz?

Sou você;
Mas não quer ver;
Um mundo pra nós;
Mesmo à sós;
Vou sempre crer;
Soltar minha voz.

Inserida por ItamarRoter