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Dedicatórias de Casamento

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O amor não é ausência de dor, é persistência mesmo doendo. Amar apesar da dor é persistir na construção, mesmo quando o alicerce treme.

A alma quebrada aprende a amar com cuidado, quem sofreu cuida das feridas alheias com ternura, os gestos pequenos viram cura verdadeira, amar com cuidado é gesto que reconstrói.

A verdadeira força está na vulnerabilidade de amar sem exigir garantias, entregando-se ao risco da bondade.

O check-up interior revela que a maior doença da alma é a incapacidade de amar e se entregar.

A nostalgia é um luxo perigoso que nos impede de amar o presente em sua imperfeição crua.

A beleza do ser reside na sua imperfeição, no seu jeito torto de amar o mundo.

Se a vontade de me amar existe, que ela seja um rugido e não um sussurro envergonhado. A hesitação é um freio de mão puxado na subida, e eu não posso carregar o peso do teu "e se" enquanto tento te salvar da tua própria maré baixa.

Um coração ferido ainda sabe amar, mas ama com olhos atentos, não entrega tudo de uma vez, mas também não fecha as portas, ama com sabedoria.

Prefiro a agonia deste tormento de amar do que a paz fria de um coração que nunca pulsou.

Amar é, por vezes, aceitar o outro como inverno. Sabemos que virá friagem, talvez geada, talvez neve. Mas também há a claridade cortante dos dias limpos. Aceitar é vestir-se de fibra para enfrentar o frio. E ainda assim, entregar-se ao calor raro é risco necessário.

Amar é cantar uma ópera sem ensaio, deixar o peito reger a orquestra, enquanto o destino escreve, em lágrimas, o último acorde.

Amar foi bonito enquanto durou,
mas sobreviver depois exige outra coragem. Porque lembrar dói mais do que perder, e esquecer parece uma forma de traição. Ainda assim, sigo, ferido, lento, verdadeiro, aprendendo que viver também é resistir à própria saudade.

A vida é um mestre severo: ensinou-me que amar não retém ninguém e que promessas são apenas palavras ao vento.

Amar no meio da peste e do caos é o gesto mais aristocrático que um ser humano pode realizar, pois exige a doação total sem a garantia de qualquer colheita futura. É o compromisso de cuidar da fragilidade do outro como se fosse o último tesouro de uma civilização que está prestes a desaparecer sob as águas do esquecimento. Que o afeto seja o diapasão que nos mantém afinados com o que é humano, impedindo que o gelo da indiferença técnica congele as fontes da nossa compaixão.


- Tiago Scheimann

Te confesso que não sei ignorar;
São tantas coisas para amar;
Mas sabe, deixa eu te falar:
⁠Ela brilha sorrindo ...

“Amar em Silêncio”


Eu te amei nos dias
em que não havia cor,
Quando o mundo era
cinza e eu também.
Te abracei com pedaços
de mimque ainda respiravam,
Mesmo sabendo que já não era inteiro ninguém.


O teu sorriso era luz
em quarto fechado,
Mas eu tinha medo de acender.
Porque quem vive na sombra por tanto tempo
Esquece que também pode viver.


Te quis mesmo quando
o peito doía em segredo,
Quando amar parecia um
erro bonito demais.
Eu me perdi tentando
te encontrar inteiro,
E no fim… não me achei mais.


Mas ainda te amo
— e isso é o que me assusta,
Porque até na dor você ficou.
E se amar é isso… um tipo de ausência que permanece,
Então talvez eu nunca tenha te deixado… nem quando acabou.

Queremos amar, encarar o amor nos olhos, não descobrir o que tem por trás das máscaras

Até ainda tem,
Quem saiba amar e se deixe amar.
Difícil é achar os dispostos

A gente ainda quer amar,
Só não queremos,
Novos machucados.
Nas antigas cicatrizes.

⁠Querer amar armado, é um risco de vida.