Dedicatoria para uma Filha na Bencao das Fitas

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Não é a tua mão
filha

que eu levo
na minha mão

é uma raiz

que eu planto
em mim mesmo

Existe algo mais importante que uma mulher? Sim três mulheres!
Mãe, Esposa e Filha.

Houve, uma vez, um rei que tinha uma filha extraordinariamente linda, mas tão soberba e orgulhosa que pretendente algum lhe parecia digno dela; repelia-os todos, um após outro e, ainda por cima, fazia troça deles.
Certo dia, o rei organizou uma grande festa e convidou, das regiões vizinhas e distantes, todos os homens que desejassem casar. Foram colocados todos em fila, de acordo com as próprias categorias e nobreza: primeiro os reis, depois os duques, os príncipes, os condes, os barões e, por fim, os simples fidalgos. Em seguida, fizeram a princesa passar em revista a fila dos candidatos mas ela criticou um por um, em todos encontrando defeitos; um era muito gordo: - Que pipa! - dizia; o outro muito comprido: - Comprido e fino não dá destino! - o terceiro era muito pequeno: - Gordo e baixo graça não acho; - o quarto era pálido: - A morte pálida! - O quinto multo corado: - Peru de roda: - o sexto não era muito direito: - lenha verde secada atrás do forno; - e assim por diante. Punha defeitos em todos mas, especialmente, visou e divertiu-se a troçar de um bom rei que estava na primeira fila, o qual tinha o queixo um tanto recurvo.
- Oh, - exclamou, rindo-se abertamente, - esse tem o queixo igual ao bico de um tordo.
E daí por diante, o pobre rei ficou com o apelido de Barba de Tordo. Mas o velho rei, ao ver a filha caçoar do próximo e desprezar todos os pretendentes lá reunidos, encolerizou-se violentamente; e jurou que a obrigaria a casar-se com o primeiro mendigo que aparecesse à sua porta.
Decorridos alguns dias, um músico-ambulante parou sob a janela, cantando para ganhar uma esmola. Ouvindo-o, o rei disse:
- Mandai-o entrar.
O músico-ambulante entrou, vestido de andrajos imundos; cantou na presença do rei e da filha e, quando terminou, pediu-lhes uma esmolinha. O rei disse-lhe:
- Tua canção agradou-me tanto que vou dar-te minha filha em casamento.
A princesa ficou horrorizada, mas o rei disse:
- Jurei que te daria ao primeiro mendigo que aparecesse e cumprirei meu juramento.
De nada valeram os protestos e as lágrimas. Foram chamar o padre e ela teve de casar-se com o musico. Depois do casamento, o rei disse-lhe:
- Não é lógico que a mulher de um mendigo fique morando no palácio real; portanto, deves seguir teu marido.
O mendigo saiu levando-a pela mão, e, assim, ela teve de caminhar a pé, ao lado dele. Chegaram a uma grande floresta e então ela perguntou:
- A quem pertence esta bela floresta?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Depois atravessaram um belo prado verde jante e ela novamente perguntou:
- A quem pertence este belo prado?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Mais tarde chegaram a uma grande cidade e ela perguntou mais uma vez:
- A quem pertence esta grande e bela cidade?
Pertence ao Rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!

O músico-ambulante, então, disse:
- Não me agrada nada ouvir lamentares-te por não teres outro marido: achas que não sou digno de ti?
Finalmente chegaram a uma pobre casinha pequenina e ela disse:
- Ah! meu Deus. que casinha pequenina
A quem pertence a pobrezinha?
O músico respondeu:
- É a minha casa e a tua; aqui residiremos juntos.
A porta era tão baixa que, para entrar, a princesa teve de curvar-se.
- Onde estão os criados? - perguntou ela.
- Qual o que criados! - respondeu o mendigo; - o que há a fazer deves fazê-lo tu mesma. Acende logo o fogo e põe água a ferver para preparar a ceia! Eu estou muito cansado e quase morto de fome.
Mas a princesa não sabia acender o fogo, e nem serviço algum de cozinha, e o mendigo teve de ajudá-la se queria ter algo para comer. Tenho engolido a mísera comida, foram deitar-se; na manhã seguinte, logo cedo, ele tirou-a da cama para que arrumasse a casa. E assim viveram, pobre e honestamente, diversos dias até se consumir a provisão que tinham. Então, o marido disse:
- Mulher, não podemos continuar assim, comendo sem ganhar. Tu deves tecer cestos.
Saiu a cortar juncos e trouxe-os para casa; ela pôs- se a tecê-los, mas os juncos muito duros feriam-lhe as mãos delicadas.
- Vejo que isso não vai, - disse o homem, - é melhor que fies! Talvez consigas fazer algo.
Ela sentou-se e tentou fiar, mas o fio duro cortou-lhe logo os dedos finos até escorrer sangue.
- Vês, - disse o marido, - não sabes fazer coisa alguma; contigo fiz mau negócio. Vou tentar o comércio de panelas e potes de barro: tu poderás vendê-los no mercado.
"Ah! - pensou ela, - se vier ao mercado alguém do reino de meu pai e me vir sentada lá a vender panelas, como irá escarnecer de mim!"
Mas não tinha remédio, ela foi obrigada a ir, se não quisesse morrer de fome. Da primeira vez, tudo correu bem; porque era muito bonita, a gente que ia ao mercado comprava prazerosa a mercadoria e pagava o que exigia; muitos, aliás, davam-lhe o dinheiro e não levavam objeto algum. Com o lucro obtido, viveram até que se acabou, depois o homem adquiriu novo estoque de pratos; ela foi ao mercado, sentou-se num canto e expôs a mercadoria. De repente, porém, chegou desenfreadamente um soldado bêbado, atirando o cavalo no meio da louça e quebrando tudo em mil pedaços. Ela desatou a chorar e na sua aflição não sabia o que fazer.
- Ah, que será de mim! - exclamava entre lágrimas; - que dirá meu marido?
Correu para casa e contou-lhe o sucedido.
- Mas, quem é que vai sentar-se no canto do mercado com louça de barro! - disse ele. - Deixa de choro, pois já vi que não serves para nada. Por isso estive no castelo do nosso rei e perguntei se não precisavam de uma criada para a cozinha; prometeram-me aceitar-te; em troca terás a comida.
Assim a princesa tornou-se criada de cozinha; era obrigada a ajudar o cozinheiro e a fazer todo o trabalho mais rude. Em cada bolso, trazia uma panelinha para levar os restos de comida para casa e era com o que viviam.
Ora, deu-se o caso que iam celebrar as bodas do filho primogênito do rei; a pobre mulher subiu pela escadaria e foi até a porta do salão para ver o casamento. Quando se acenderam as luzes e foram introduzidos os convidados, um era mais bonito que o outro; em meio a tanto luxo e esplendor ela pensava, tristemente, no seu destino e amaldiçoava a soberba e a arrogância que a haviam humilhado e lançado naquela miséria.
De quando em quando os criados atiravam-lhe alguma migalha daqueles acepipes que iam levando de um lado para outro, e cujo perfume chegava às suas narinas; ela apanhava-as, guardava-as nas panelinhas a fim de levá-las para casa. De repente, entrou o príncipe, todo vestido de seda e veludo, com lindas cadeias de ouro em volta do pescoço. Quando viu a linda mulher aí parada na porta, pegou-lhe a mão querendo dançar com ela; mas ela recusou espantada, pois reconhecera nele o rei Barba de Tordo, o pretendente que havia repelido e escarnecido. Mas sua recusa foi inútil, ele atraiu-a para dentro da sala; nisso rompeu-se o cordel que prendia os bolsos e caíram todas as panelinhas, esparramando- se a sopa e os restos de comida pelo chão. A vista disso, caíram todos na gargalhada, zombando dela; ela sentiu tal vergonha que desejou estar a mil léguas de distância. Saiu correndo para a porta, tentando fugir daí, mas um homem alcançou-a na escadaria e fê-la voltar, novamente, para a sala. Ela olhou para ele e viu que era sempre o rei Barba de Tordo, o qual, gentilmente, lhe disse:
- Nada temas, eu e o músico-ambulante que morava contigo no pequeno casebre, somos a mesma pessoa.
Por amor a ti disfarcei-me assim, e sou, também, o soldado que quebrou a tua louça. Tudo isto sucedeu com o fim de dobrar o teu orgulho e punir a arrogância com que me desprezaste.
Chorando, amargamente, ela disse:
- Eu fui injusta e má, portanto não sou digna de ser sua esposa.
Mas ele respondeu:
- Consola-te, os maus dias já acabaram; agora vamos celebrar as nossas núpcias!
Vieram, então, as camareiras e vestiram-na com os mais preciosos trajes; depois chegou o pai com toda a corte, a fim de apresentar-lhe congratulações pelo casamento com o rei Barba de Tordo e, só então, começou a verdadeira festa.
- Ah! como gostaria de ter estado lá contigo nessas bodas!

Quase sempre todo o mau filho ou má filha, cedo ou tarde, se torna um mau marido ou uma má esposa.

Havia uma mãe com sua filha em um parque, estava a ensina-la a andar de bicicleta dizendo: “Levanta pra cair de novo; vamos, não desista; é assim mesmo, levanta, vamos levanta pra cair de novo”.
Ensinando também a viver estava, pois a vida é assim, temos muitas vezes que levantar para cair de novo, de novo e de novo até aprender, até vencer!

Melhor que ter uma "única",
é ter três mulheres;
Mãe,
Esposa
e
Filha!

Minha filha,





A vida se multiplicou em ti. E agora, o mundo tem mais uma alma que carrega tua ternura, tua força e tua fé. Que essa criança cresça sob o manto da tua história — e que cada passo dela seja também um louvor à tua existência.

Antes De Eu Andar Como Um Playboy,
A Minha Filha Vai Andar E Viver Como Uma Verdadeira Patricinha!!!

⁠A Paciência e o Silêncio tiveram uma filha linda. E o nome dela é Vingança.

⁠Sou a favor do aborto
porque considero que nenhuma criança
merece ser filha de uma mãe que não a quer.

⁠O único bom poema que já escrevi é você. Uma filha é um poema. Uma filha é uma espécie de salmo.

⁠Você devia se orgulhar de ter uma filha que luta por algo.

Para minha filha, Luana de Faria.




Lu, este texto traz uma breve reflexão sobre a nossa constante busca pela felicidade. Penso que não existe uma fórmula exata. Estamos constantemente em processo de busca, seja de paz espiritual ou equilíbrio mental. Essa busca faz com que não nos demos conta de que, dia após dia, esquecemos de viver o presente, fazer bom uso da nossa liberdade, livre arbítrio, aprender com os er-ros e acertos, dar prioridade para o que realmente buscamos: a paz de espírito. Esse exercício de habitar o presente faz toda diferença em nossas vidas, e faz com que não entremos em colisão com a infelicidade. Penso que a felicidade está ligada ao autoconhecimento, com a decisões conscientes, sempre pensan-do no bem-estar do coletivo e demonstrando coragem para enfrentar o desco-nhecido.


Luana, o que é necessário para sua felicidade?


Sei que não existe uma definição exata para a felicidade. Talvez ela seja um estado de espírito em harmonia com nosso corpo, alma e organismo. Ima-gino que se contemplarmos o belo diariamente, com uma pitada do ócio, não faria mal a ninguém. Algumas pessoas diriam que felicidade é sinônimo de acumular muito dinheiro, ostentação, ou até mesmo ter um relacionamento com cumplicidade e amor verdadeiro. Na minha opinião, ela existe nos prazeres momentâneos. Não existe uma fórmula mágica que te deixaria feliz o tempo inteiro, uma vez que a vida é repleta de fases, sejam elas boas ou ruins. Quando as pessoas se aproximam umas das outras por algum interesse, a felicidade se torna temporária.
No dia a dia, quando temos um lapso de felicidade, percebo que é impossível um mero mortal viver feliz o tempo todo. Como encaramos os nossos problemas? Todo mundo deseja a felicidade em sua plenitude, estar feliz de-pende de como nós fazemos as nossas escolhas e se estamos acertando no uso do livre arbítrio. Devemos viver intensamente a vida e não se apegar à conta bancária ou riquezas materiais. Devemos pensar que, se nós conseguirmos ad-ministrar bem o presente, vivendo intensamente o hoje e o agora, estaremos livres dos monstros que perturbam a nossa mente. Com perseverança e amor ao próximo, estaremos felizes, passaremos a maior parte da nossa caminhada com a mente livre dos espíritos maus. Ser feliz é um projeto de vida que todos nós almejamos, e não existe ouro nem prata nesse mundo que possa comprá-lo. Podemos ser felizes sem ter alcançado a felicidade plena?
Luana, quando romperam o meu cordão umbilical pela primeira vez, também cortei as amarras da dependência materna, senti o prazer da liberdade e ao mesmo tempo assumi os riscos do livre arbítrio. Trocar o certo pelo duvidoso não é uma tarefa nada fácil, principalmente quando escolhemos trocar de em-prego, iniciar ou terminar um namoro, ir trabalhar em outra cidade (ficando dias e dias longe de quem amamos), fazer uma prova em um vestibular ou um concurso público. Toda decisão rápida exige mudanças significativas em nossas vidas, uma vez que isso requer muita disciplina, muito estudo, busca de novos conhecimentos… Por outro lado, ao tomar uma decisão também atraímos “energias”. Não sei dizer se são só positivas ou negativas. O certo é que um no-vo começo exige cautela, principalmente quando conhecemos novos amigos, por não sabermos com qual grau de “interesse” estaremos lidando. Aventurar-se em uma nova jornada pelo inexplorado não é um exercício fácil, o próprio “novo” traz insegurança para você e para quem se aproxima de você. Quando conhecemos alguém, sempre surgem aquelas dúvidas: “Até onde posso confiar?”, “Devo arriscar todas as fichas nesse novo relacionamento?”. Com o passar do tempo, você vai amadurecendo, buscando mais conhecimento. Daí você percebe que sua luta não se tornou em vão. As diferentes etapas e as pequenas conquistas fortaleceram seu psicológico e te amadureceram como pessoa. Romper e não se conformar com o óbvio te proporciona enxergar um novo rumo no horizonte. Por isso, não é necessário emancipar-se para aprender a desa-fiar e saber lidar com seus próprios medos, considerando que nossas escolhas permitem que adquiramos confiança e fortalecem nosso emocional para enfrentarmos novos desafios. Que esse acampamento simbolize um passo enorme e um olhar reflexivo para o futuro. A palavra de Deus diz: “Tudo posso na-quele que me fortalece”. Façamos a nossa parte que ele estará conosco. Além dEle, sua família sempre estará contigo em todos os momentos da sua vida.
Nós te amamos, filhinha. Deus te abençoe hoje e sempre.




Ass.: Gilson, Izabel, Vinícius e Nicole.
04/10/2025

Quando eu tiver um filho ensinarei ele a nunca magoar uma menina. Mas quando tiver uma filha, a ensinarei que os menino também possuem sentimentos e também amam.

EU FILHA, EU MÃE...


Pra VOCÊ sempre serei uma pequena filha....
Pra mim VOCÊ sempre será uma grande mãe...
Depois repetirei tudo igual
Nunca saberei afinal
Qual a melhor posiçào
Me aconchegar no teu colo
Ou abrir meus braços pra te envolver
Não sei se é melhor
Mãe ou filha ser
Mas de qualquer um dos lados que eu esteja
enxergo tanta beleza
Que me acomodo em ambas posições
Porque as duas me dão grandes emoções
Gosto de ser criança e correr para os seus braços
E também de ser mãe e lhe ajudar nos primeiros passos
Gosto de ser o começo e o fim
Homenagear e ser homenageada
Gosto de ser o ponto de partida e o de chegada

Por isso,
Hoje não sei a qual das duas parabenizar
A criança levada
Ou a mãe dedicada
Porque ambas trilham a mesma estrada
Do amor e do envolvimento
Do melhor de todos os sentimentos
QUE NASCE NO VENTRE E EXPLODE EM VIDA!!!!!!!!!!!!!!
Mãe e filha, a razão da minha vida
Hoje sou a filha que corre pra te abraçar
E a mãe que meus filhos vão irão beijar
Portanto a mais importante nào posso escolher
AS DUAS DE MIM ME DÃO UM ENORME PRAZER!!!!!!!!!!!!!

O orgulho de um pai ou de uma mãe pela vitória de um filho ou filha, às vezes é apenas uma lágrima que expressa simplesmente tudo...

⁠Num lindo dia. Conheci Ana Maria. Uma linda Princesinha, filha de uma Rainha. Seu nome é doce e belo, e o sobrenome docinho de caramelo .

Uma mãe, longe, chora… mas a filha sente como se morresse a cada lágrima.

Mãe e filha são uma só dor quando a distância insiste em separar.

⁠Daí a filha fala: Mãe a Carol da Chiquititas (novela infantil) também é uma mulher de impacto como tu
Eu retruquei: Porque filha?
Ela respondeu: É que a Cris (personagem infantil) tava chorando porque queria que os meninos gostassem dela, e a Carol aconselhou ela dizendo: Para que os outros gostem de vc, vc tem que se gostar primeiro
Então mãe ela é uma mulher de impacto
Ela fala que nem tu

Se minha filha de 8 anos já entendeu, porque você não entende?

Se ame, se valorize! Mulher de impacto!

Ganhei o domingo 😍

Bom dia 😘🌻

#deixandoumlegado
#mulheresdeimpacto
#sejaumamulherdeimpacto