Dedicatoria para uma Filha na Bencao das Fitas

Cerca de 242051 frases e pensamentos: Dedicatoria para uma Filha na Bencao das Fitas

O discurso do evangelho sem ação é uma utopia.

A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.


Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.


Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.


As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.

A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.

MINHA MENSAGEM DE NATAL PARA TODOS.


Esta é uma reflexão para todos os tempos, dirigida ao humano que habita em cada um de nós, independentemente de crença, bandeira ou fronteira.


Nesta época em que as luzes se acendem e os presentes são trocados, fica uma pergunta incômoda: Onde é que o sagrado realmente vive?


Muitas vezes, olhamos para o céu em busca de um sinal, ou para os grandes monumentos em busca de uma verdade. Mas a provocação aqui é mais profunda e direta: e se o "Rei", o "Eterno" ou a "Vida" estiverem agora mesmo sentados na sua calçada, tremendo de frio ou escondidos sob os trapos de quem não tem nome?


O Natal celebra um nascimento, mas o que esse texto nos questiona é a nossa capacidade de reconhecer a vida no outro.


A provocação: é fácil amar um conceito. É fácil celebrar uma ideia de bondade. Mas você consegue reconhecer o valor infinito naquele que não tem nada a lhe oferecer? No estrangeiro que não fala sua língua? No doente que a sociedade prefere esquecer?


Portanto, fica o questionamento: nós perguntamos: "Quando foi que te vimos com fome ou sede?". E a resposta é um espelho: vimos todos os dias, mas escolhemos não enxergar. Estávamos ocupados demais celebrando a festa para notar o convidado de honra que batia à porta, que muitas das vezes vinha disfarçado de necessidade.


A verdadeira energia desta época não está no consumo, mas no vínculo. A filosofia aqui é simples, mas avassaladora: não existe o "outro". O que você faz ao menor dos seres, você faz ao próprio universo. O que você nega ao desconhecido, você nega à sua própria humanidade. Neste Natal, que o nosso maior presente seja a coragem de abrir os olhos. Se você quer encontrar o que é sagrado, não olhe para cima. Olhe para o lado. A vida está com fome, com sede e com frio. O que você vai fazer quando cruzar com ela hoje?


Feliz natal a todos!


Moisés Lugli.

O sentido da vida não é algo a ser encontrado, mas uma responsabilidade a ser assumida através da visão, do amor e da coragem de dar um propósito à própria existência.

Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.


O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.


Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).


Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.


Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.

Havia um homem chamado Tomás que vivia em um reino governado por uma Lei Perfeita. O rei desse lugar era justo e santo; ele nunca deixava um crime sem punição.


Tomás, porém, era um homem falho. Ele tinha um "Livro de Registros" onde cada erro, cada pensamento ruim e cada negligência sua eram anotados. Pela lei daquele reino, o acúmulo daquelas falhas tinha uma sentença única e definitiva: a prisão perpétua (a Condenação).


Tomás vivia angustiado. Ele tentava fazer coisas boas para "apagar" as páginas, mas logo percebia que, enquanto tentava ser bom, acabava cometendo novos erros. Ele se sentia como Paulo no capítulo 7 de Romanos: "O bem que prefiro fazer não faço, mas o mal que não quero, esse faço".


Certo dia, o Príncipe do Reino, que era o filho do Rei e o único que nunca havia errado, chamou Tomás ao tribunal. O Príncipe fez algo inacreditável:


A Substituição: O Príncipe pegou o Livro de Dívidas de Tomás e escreveu o seu próprio nome na capa.
A Sentença: O Príncipe foi para o tribunal e pagou a pena de Tomás, sofrendo o castigo que o livro exigia.
A União: O Príncipe disse a Tomás: "De agora em diante, você e eu somos um só perante meu Pai. O que é meu é seu, e o que era seu foi pago por mim".


No dia seguinte, o carrasco do reino (a Lei) bateu à porta de Tomás. Ele trazia um papel de condenação. Mas, antes que Tomás pudesse tremer de medo, o Príncipe apareceu e mostrou o Livro. Onde antes estava o nome de Tomás, agora estava o selo: "PAGO".


O Príncipe olhou para o carrasco e disse: "Não há mais nenhuma condenação".
O carrasco teve que ir embora. Ele não podia prender Tomás, não porque Tomás fosse perfeito, mas porque a lei não pode punir duas vezes o mesmo crime. Como o Príncipe já havia sido punido, Tomás estava legalmente livre.

Apenas uma aranha na sua lida. Fiquei a observá-la naquele fascinante entretecer dos valorosos e inalteráveis fios de seda.

-'Chega de sonhar', ele me disse. 'Vê se cresce menina!'
Peguei uma canetinha preta e desenhei um ponto bem grande na cara dele.
Disse furiosa: 'Olha no espelho!'. Ele olhou. 'Mas o que é isso?' - perguntou curioso.
-'É um ponto. Tô dando um ponto final em você'.
Depois de uma pausa de ambos, continuei:
- 'mas i, olha lá - o ponto tá virando um buraco negro no universo e tá sugando você todinho para dentro dele'.

- isso é o que acontece com quem quer acabar com meus sonhos!

Tinha uma blusa
Com teu cheiro no roupeiro:
Blusa suja de saudade
Blusa suja que beijo
... e me embriago
... me alimento
- de desejo.

A pobreza é uma doença social, a causa é a corrupção. E a cura é a justiça

O medo não é uma escolha, é um sentimento

Tenha uma ideologia pra viver, mas não seja um zumbi ideológico

⁠O dia fica lindo depois de uma noite de chuva.

Que ano meu Deus! Que ano! 2019 fez uma cisão na minha vida e na minha história!

O homem jamais deveria brincar com os sentimentos sinceros de uma mulher, porque o dia que ela descobrir que ele não a valoriza, é certo que ela volte a se amar e veja que seu maior erro foi acreditar em quem não vale a pena!

Uma coisa eu aprendi. Quando você diz pra alguém que mais tarde fala com ela, eu penso que "mais tarde" pode ser tarde DEMAIS!

E mais uma vez eu aqui ao seu lado respirando o teu cheiro, olhando para seu rosto firme e encantador. Desço os olhos e seu tórax me dá a sensação prazerosa, completando com sua barriga. Eu mais uma vez aqui!

Pior que uma dor são duas dores!

Se foi deixada pelo seu amor não faça nada. É hora de se manter longe. Faça uma autoanálise e veja se essa relação estava te fazendo bem. Agora é olhar para você e não para o outro. Se ame!