Dedicatoria para uma Filha na Bencao das Fitas

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Não gosto de competir, a dor do derrotado não vale minha vitória. Quem disse que o mundo é uma competição?


Prefiro viver sem disputas, sem a necessidade de "vencer" alguém ou "vencer" na vida. Vivo em paz assim, sem ter que ser o melhor ou superar os outros. Para mim, a verdadeira vitória é viver conforme o que me faz bem e feliz.


A competição é desnecessária quando se vive em harmonia consigo mesmo, no seu próprio ritmo. Não preciso me comparar a ninguém, e viver assim me traz mais leveza e prazer. Apenas vivo.

Para promover uma grande mudança, o essencial é não ser indiferente ao que acontece.

Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.


Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!


O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.


Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.

Enquanto houver vida no planeta, solidão é uma ilusão criada pela própria mente.
O que faz sentir-se só é só o próprio abandono de si mesmo.

O maior arrependimento que uma pessoa tem após estar próximo da morte é não ter acreditado que ela um dia chegaria e perceber que não viveu como gostaria.

Quem não arrisca com medo de sofrer tem uma enorme tendência a se arrepender.

O deboche vem de uma momentânea vaidade prazerosa e infeliz.

A melhor forma de vencer uma competição é não competindo.

Se você aceita uma pessoa do jeito que ela é, mas a pessoa não aceita você do jeito que você é, aceite que a pessoa não te aceita e procure quem te aceite.

Os degraus da consciência não têm fim e são permanentes; cada passo é uma percepção maior.

Cada sofrimento novo é uma nova lição.

Pretensão é querer mudar o planeta em um espaço de uma vida de cem anos, planeta que existe e vem mudando por si só há milhões de anos.

A realidade é uma só.


O que muda é a forma como você enxerga a perspectiva da realidade, e isso depende da quantidade de mentiras em que você acredita e da quantidade de verdades em que você acredita.


Lembrando: a verdade é uma só, e ela se encaixa perfeitamente dentro da realidade, a realidade que está dentro de você, dentro do seu ser, e ao seu redor.


Por isso, é necessário olhar para dentro de si para conseguir diferenciar o que é mentira e o que é verdade na sua vida e à sua volta. É preciso sentir o que é verdade para poder descartar o que é mentira.


Para entender isso melhor, é importante ter consciência de que a morte é a única garantia que você tem na vida. E que a passagem entre o nascimento e a morte – que é a vida – é muito curta. Por isso, buscar a verdade dentro de si é essencial para ter um entendimento melhor e uma noção mais clara da realidade que o cerca. Isso é o que pode levar a uma vida melhor, baseada no sentido que você escolher seguir.

Todo tipo de insulto é como se fosse uma ordem:

"Perca sua calma!"

Estamos vivendo em uma era onde o sentimento se tornou refém da mente, e a mente, por sua vez, está refém de outras mentes que mentem constantemente. Essas mentes manipulam, distorcem e enganam, perpetuando um ciclo onde os sentimentos das pessoas ficam reféns das ideias impostas por essas mentes. O jogo mental acontece o tempo todo, e muitas vezes, sem que sejamos plenamente conscientes disso.


Nessa realidade, as emoções são moldadas por influências externas, muitas vezes contraditórias, fazendo com que as pessoas vivam em um estado de confusão e incerteza. A mente, sem um olhar crítico, absorve essas distorções e se torna prisioneira de falsas verdades, alimentando sentimentos que não são verdadeiros nem reais.


Exemplos disso estão por toda parte: em redes sociais, onde padrões de felicidade e sucesso são constantemente apresentados, mas raramente refletidos de maneira verdadeira. Ou na mídia, que molda a forma como vemos o mundo, manipulando a percepção das massas, criando ansiedades e medos artificiais. Essas influências não só distorcem a realidade, mas também escravizam os sentimentos, que deixam de ser reais e passam a ser impulsionados por pressões externas.


Portanto, é necessário perceber o quanto nossas mentes estão sendo manipuladas e como nossos sentimentos podem ser moldados por influências alheias, sem que sequer tenhamos consciência disso. Somente ao questionarmos essas influências e buscarmos uma conexão mais verdadeira com nós mesmos podemos libertar nossos sentimentos da prisão que a mente impôs a eles.

Se uma pessoa tem um problema contigo, ela tem um problema; se ela tem um problema, problema é dela.

Estamos em uma fase que boa parte das pessoas quer atenção dos outros, mas, no entanto, não prestam atenção em si.

O futuro é apenas uma interpretação da transformação do agora.

Filosofia é uma atividade natural de qualquer ser humano que pensa.

O universo não gira em torno do espaço físico de uma única vida.


Quanto mais você se ilude com a ideia de ser "alguém importante" para o mundo, mais vai se afastando da verdadeira importância que tem para o seu próprio mundo interior. A busca constante por reconhecimento externo acaba fazendo você esquecer o que realmente importa: o que você sente, pensa e vive dentro de si.


A verdadeira evolução começa de dentro para fora. O processo de transformação começa em seu interior, na maneira como você enxerga a si mesmo, como lida com suas emoções, suas crenças e seus pensamentos.


Pretensão é tentar mudar o mundo ao seu redor sem antes mudar a si mesmo. Queremos que o mundo seja diferente, que as pessoas se comportem de outra forma, que a vida nos trate de maneira mais justa, mas esquecemos que, se não houver uma mudança interna, nada disso será possível de verdade.


Quando mudamos de dentro, naturalmente começamos a perceber transformações no mundo ao nosso redor. Não é preciso forçar, criar expectativas ou agir com vaidade, querendo ser reconhecido por nossa mudança. O mundo já está em constante mudança, e o que vale, no fim das contas, é participar dessa transformação através da própria evolução. Ao mudar a si mesmo, você se torna parte da mudança do mundo.