Dedicatória para a Mãe

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Sou só uma garota adolescente, que sonha com uma vida diferente, não sou rica, nem pobre, mais sonho em ter uma vida igual a dos filmes, com uma grande paixão, e amigas que levarei para sempre.

Os sonhos se tornam impossiveis a partir do momento que você acredita não ser capaz de realiza-los

Entre sonho e fantasias estou aqui, pensando em você;
O quanto te amei, entreguei me de corpo e alma...
Ah...quem dera tu fosse realmente o Homem que eu criei
Em meus sonhos e fantasia, não vou te julgar por não...
Ser quem eu queria, pois na verdade era só minha fantasia;
O homem real que existe, me recusei a ver;
Mas do sonho acordei, da fantasia me despi;
Arranquei de mim esta casca dor da desilusão
Renovei-me para a vida!
Hoje não busco sonhos nem fantasias!
Encontrei me na esquina da realidade;
Onde tem vários caminhos a escolher...
Eu preferi o da verdade, mesmo que doa...
Vanya* Witch

Fui vivendo minha vida de maneira tão solitária, conquistando minhas coisas tão no braço, tão sempre sem nada, que aprendi a ter uma enorme admiração por mim mesmo.

As Borboletas da Esperança


Quando eu não mais acreditar em meus sonhos,
Hei de me lembrar das borboletas...
Voando sobre um jardim de rosas e violotas.
Querendo dizer que meus sonhos ultrapassam
barreiras, chegando a um certo limite, chamado
esperança...
Sendo este, como uma borboleta, voando e
pairando em cada flor, nada mais do que faz
todos os dias, mas aos meus olhos tem a
perfeita beleza... Mas um dia a sua beleza
já foi uma esperança... A esperança de ser algo
melhor... E esta, se tornou um sonho e o sonho
se concretizou, e os mesmos olhos que um dia
as repudiou, hoje as adimiram e as tem como
esperança para si...

Mais eu sei... rainha da pista que conquista quem passa
Quente como o sol e faz sinal de fumaça, quando vai embora tudo fica sem graça
A saia dela diz onde ela quer chegar, difícil é saber como me aproximar
O que será que ela tem pra dar?

Não conseguia encontrar o carro dos meus sonhos, então projetei um.

Você é o único representante de seu sonho na face da terra.

O sonho é teu...
A capacidade em torná-lo
realidade, está na força
do teu QUERER... na
intensidade do teu desejo.

Eu gostava quando você era só um sonho. Quando eu fechava os olhos e te via na minha frente. Pensava no que dizer, no que fazer. O que poderia te impressionar, te conquistar. No fundo, era usina de ideias para te trazer pra perto. Eu gostava. Curtia aquela coisa de te encontrar pelos corredores da vida e sentir o coração bater mais rápido, mais forte, como um soco no esterno que me forçava a aceitar: era paixão. Com o passar do tempo e as trocas de olhar com mais frequencia, algo mudou. A gente passou a se falar mais, eu passei a te mostrar tudo aquilo que guardava pra mim em pensamento. Você foi se deixando levar. Eu fui me deixado revelar. Quando os corpos pareciam ímãs e um beijo aconteceu, mais uma vez, algo mudou. Quando você era só um sonho, era diferente. Você lá, distante, longe, linda, impossível. Eu aqui, platônico, bobo, admirador. Agora, perto, tangível, palpável. Mudou. Eu gostava. Juro, gostava. Só que a vida me ensinou que tudo vindo antes de um “mas” pode ser cortado fora.

Então, deixa eu te dizer:

Eu gostava quando você era só um sonho, mas prefiro agora que é realidade na minha vida.

a vida não é oque queremos, é oque conseguimos e conquistamos...

Reaprendendo



Quero reaprende a sonhar novamente e debruçar sobre te a minha saudade, jogar em tuas mãos as minhas vontades e desenhar nelas os meus medos, fazer para te de meus olhos a minha voz e gritar sempre q te quero desse jeito, quero somente estar apaixonado por teu sorriso por tua voz, pelo teu olhar, pela força do teu toque na minha pele. Desabrochar todas as esperanças e esperar q tu venhas colhê-las, querer q tu me aqueça com o as tuas vontades e deixar em mim todas elas, escrever com os lábios teus o significado da minha presença em tua história e denunciar em meu coração q sou teu refém.

09 de janeiro 2007

Não te esqueci


Com o amor veio a ilusão.
Com a ilusão o sonho,
E com ele, finalmente a decepção,
Por tantas vezes me sentir perdido
E só me encontrei quando encontrei teus olhos.
Ficava lembrando tua maneira tonta de te aproximares, de chegares perto e voltares atrás.
Imaginando tua boca entreaberta
Querendo sempre me dizer qualquer coisa.
A decepção quebrou em milhares de caquinhos tua imagem de cristal; antes tão honrosa e tão perfeita
Derrubou castelos de areia que construí ao longo do tempo que te amei sem saber que não me amava... ou melhor, sabendo e não querendo que soubesses
Assim sendo, meu amor foi velado por um súbito desejo de vingança.
Nossos olhares preenchidos com a “minha” Indiferença.
Representei que era feliz sem ti,
Por amor ao meu orgulho ferido; contei casos e asneiras de amores inventados
Tentei usar a razão, para justificar o injustificável.
Lutei contra uma lagrima estúpida que quis por vezes estragar o meu papel de conformado.
Usei o desejo de vingança como desculpa
Para não ter que deixar de falar teu nome tão de repente
E na penumbra do meu quarto, sim eu chorei, gritei, me escondi para o mundo.
Mas na tua frente apenas sorrir.
Hoje não consigo viver em função dessa vingança mas te dizendo que vivo é a maneira menos humilhante de dizer não te esqueci...

Nunca dê crédito aos outros pela sua conquista.
Você conseguiu, você lutou, você superou,
o mérito é seu. ⁠

Somos feitos da matéria dos sonhos; nossa vida pequenina é cercada pelo sono.

William Shakespeare
A tempestade (1611).

Eu amo tudo o que me toca a alma, que me conquista, ainda que não permaneça.

⁠Parabéns e feliz aniversário!
Hoje é um dia dedicado a sorrir, sonhar e desejar mais.
Que hoje você receba todos os presentes imateriais que sonhou.
Conte as suas alegrias e agradeça pelas pessoas ao seu redor.
No seu aniversário, desejo a plena felicidade e a paz interior que tanto almejamos.
Reflita, abrace, comemore! Hoje é o seu aniversário e você está de parabéns!

Nunca desista dos seus sonhos.
Sem eles você continua existindo...
Mas não vivendo.

A Casa Branca Nau Preta

Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se...
Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro...
Não existe manhã para o meu torpor nesta hora...
Ontem foi um mau sonho que alguém teve por mim...
Há uma interrupção lateral na minha consciência...
Continuam encostadas as portas da janela desta tarde
Apesar de as janelas estarem abertas de par em par...
Sigo sem atenção as minhas sensações sem nexo,
E a personalidade que tenho está entre o corpo e a alma...

Quem dera que houvesse
Um terceiro estado pra alma, se ela tiver só dois...
Um quarto estado pra alma, se são três os que ela tem...
A impossibilidade de tudo quanto eu nem chego a sonhar
Dói-me por detrás das costas da minha consciência de sentir...

As naus seguiram,
Seguiram viagem não sei em que dia escondido,
E a rota que devem seguir estava escrita nos ritmos,
Os ritmos perdidos das canções mortas do marinheiro de sonho...

Árvores paradas da quinta, vistas através da janela,
Árvores estranhas a mim a um ponto inconcebível à consciência de as estar vendo,
Árvores iguais todas a não serem mais que eu vê-las,
Não poder eu fazer qualquer coisa gênero haver árvores que deixasse de doer,
Não poder eu coexistir para o lado de lá com estar-vos vendo do lado de cá.
E poder levantar-me desta poltrona deixando os sonhos no chão...

Que sonhos? ... Eu não sei se sonhei ... Que naus partiram, para onde?
Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteira
Naus partem — naus não, barcos, mas as naus estão em mim,
E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta,
Porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta,
E nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida...

Quem pôs as formas das árvores dentro da existência das árvores?
Quem deu frondoso a arvoredos, e me deixou por verdecer?

Onde tenho o meu pensamento que me dói estar sem ele,
Sentir sem auxílio de poder para quando quiser, e o mar alto
E a última viagem, sempre para lá, das naus a subir...

Não há, substância de pensamento na matéria de alma com que penso ...
Há só janelas abertas de par em par encostadas por causa do calor que já não faz,
E o quintal cheio de luz sem luz agora ainda-agora, e eu.

Na vidraça aberta, fronteira ao ângulo com que o meu olhar a colhe
A casa branca distante onde mora... Fecho o olhar...
E os meus olhos fitos na casa branca sem a ver
São outros olhos vendo sem estar fitos nela a nau que se afasta.
E eu, parado, mole, adormecido,
Tenho o mar embalando-me e sofro...

Aos próprios palácios distantes a nau que penso não leva.
As escadas dando sobre o mar inatingível ela não alberga.
Aos jardins maravilhosos nas ilhas inexplícitas não deixa.
Tudo perde o sentido com que o abrigo em meu pórtico
E o mar entra por os meus olhos o pórtico cessando.

Caia a noite, não caia a noite, que importa a candeia
Por acender nas casas que não vejo na encosta e eu lá?

Úmida sombra nos sons do tanque noturna sem lua, as rãs rangem,
Coaxar tarde no vale, porque tudo é vale onde o som dói.

Milagre do aparecimento da Senhora das Angústias aos loucos,
Maravilha do enegrecimento do punhal tirado para os atos,
Os olhos fechados, a cabeça pendida contra a coluna certa,
E o mundo para além dos vitrais paisagem sem ruínas...

A casa branca nau preta...
Felicidade na Austrália...

Álvaro de Campos
Poesias de Álvaro de Campos

Quando um sonho é realizado, ele se torna um pesadelo⁠