Declarações curtas de Amor
Não devemos expressar a nossa amizade ou o nosso amor apenas com palavras, pois estas podem ser esquecida com o tempo, mas também com gestos que marcam para sempre a presença delas.
"Amor"
"Pense nisso como uma dança .Um passo de cada vez, abraçando o desconhecido com curiosidade cautelosa .E saiba que estou aqui, pronto para guiá-lo em cada passo, para tornar esta jornada agradável para nós dois .O que você diz agora, minha querida?Você me permite a honra de ser seu parceiro de dança?"
Tudo pelo teu olhar.
Queria ser a de Amor
Queria ser m de Mudança
Queria ser o de Ousada
Queria ser v de Veemente
Queria ser o de Obséquio
Queria ser c de Conjecturas
Queria ser e de Etc.
Pois ao olhar na tua boca
Cantarolava a capela
E desde então
Tornaste bela.
Amor... Representado por um coração
Quando quem sente e o cérebro
Amor... Um sentimento belo e confuso
Que nem os melhores filósofos conseguem explicar
Preferem chamar de doença
Mas, por que tão complicado?
Por que às vezes não é reciproco?
Por que o amor machuca quando deveria fazer bem?
Por que esse sentimento
nos faz ficar noites acordados
pensado em um futuro tão incerto?
Por que as pessoas entram
e saem das nossas vidas...?
Fazendo promessa e nunca cumprem...?
São muitas perguntas
para poucas respostas
Talvez o filósofo Platão
estivesse certo
O amor é uma perigosa doença mental!
Amor-próprio é muito mais que apenas se valorizar e ter autoestima. É você conseguir enxergar muito além da sua imagem no espelho, é acreditar no seu potencial e nunca duvidar disso.
O amor é como o vinho na taça
Brilha ao sol, escuro na penumbra,
Tem corpo, tem aroma, tem lembrança
— E mesmo quando pouco, nunca falta.
Pode transbordar em noites de festa,
Ou descansar, maduro, na prateleira do tempo.
Pode embriagar de alegria ou de saudade,
Mas nunca é vazio… sempre resta sentimento.
Na taça que tremula em mãos incertas,
Há rastros de beijos e promessas,
E o que parece fim — é só silêncio
— Esperando um novo brinde, outra conversa.
Porque o amor, como o vinho, não morre
— Apenas muda de sabor, de cor, de história.
E quem ousa sorvê-lo, com entrega e demora,
Sabe: há sempre um último gole de memória.
Preso em um casulo
Solidão que assombra
Será que é castigo?
Sofrer essa dor
O amor foi apagado pela garoa do fim da tarde
E agora estou
Sem você, sem você, sem você
Eu sei que errei
Nem o tempo apagará
As atitudes que não tive
Talvez eu seja condenado
A sofrer a eternidade
Sem você, sem você, sem você
Não escuto mais sua voz
Nem vejo teu olhar
E seu rosto lindo eu só posso lembrar
Ah, ah, ah
Eu te amo tanto
Mas agora você não está mais aqui
Lembro
O quanto não fui parceiro
Neguei seus pedidos
E você foi embora
Não te feliz
E agora estou
Sem você, sem você, sem você
Não há beleza
O sol não me esquenta
Sinto falta do seu braço
E agora estou
Sem você, sem você, sem você
Sem você, sem você, sem você
Meu girassol….
UMA ROSA COM AMOR!
Para mim, o que floresceu bem é resultado do cultivo, do empenho das mãos que plantaram, regaram e cuidaram.
A beleza da rosa depende da espera, do zelo demorado, paciente... Do olhar cuidadoso, do trato da terra, do vaso em que foi colocado o broto, afinal, só germina saudável e bela, a rosa a qual foi dedicado o maior dos gestos: O Amor, e esse amor você só encontra em Deus, assim como diz no livro de Clossenses 3:14.
“14 Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito”.
O amor não é lido nos mapas, nem visto nas estrelas. Ele é o enigma que só o coração decifra. Há sinais que não precisam ser decifrados. O amor não segue bússola, nem nasce no leste, não precisa de lógica quântica. Não escreveria sobre o amor se ele não existisse — e ele existe, porque ele é a prova. Entre todas as certezas do mundo, só o amor ousa ser mistério, quiçá ele seja o mistério escondido em si.
Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.
O pecado é humano, o perdão é divino,
e entre os dois existe uma cruz
onde o amor venceu o erro e a vida venceu a culpa.
Amor Atrópico
Por todos os papos e beijos que nunca trocamos,
abraços e sorrisos que nunca demos,
e pelas regras silenciosas do universo —
dos amores ousados e das probabilidades que nos negaram:
a gravidade há de nos unir,
a entropia — por milagre ou acaso — há de nos poupar,
e o tempo,
esse mesmo tempo,
contará.
Mas não como se espera.
Contará em ventos que sopram,
em olhares que se repetem em outros rostos,
em sonhos que parecem lembranças,
e lembranças que não sei se vivi.
Contará nas horas sem relógios,
nas pausas entre as palavras,
no instante antes do sono,
quando o corpo cede
e o pensamento te procura.
Eu sei.
Mas, indiferente ao que suspire o tempo,
o fato não muda:
há um fio invisível e inquebrável entre nós,
uma força silenciosa que não mede,
não cansa,
e sempre —
sempre —
nos atravessará.
Anderson Delfino @d
"Desejo do amor"
Sempre desejei sentir amor
A descoberta é dolorosa
Meu coração literalmente vou tirado de mim
Não pertence mais a mim e sim a ela
Dói o amor
Como dói o amor
Meu desejo se realizou
A descoberta me custou o coração
(Fiz Inspirado na pessoa que eu me apaixonei genuinamente)
O Amor que não toquei
Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.
Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.
Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.
Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.
Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.
Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.
E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.
