Declaração de um Homem Apaixonado
Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social
legado do ser pensante para o parente próximo ao homens das árvores.
Distante do homem racional,
Homem do futuro voltaria ao passado.
Sua primeira premissa seria compreender o passado e suas tecnologias, dentro de tantos paradoxos primeiro seria complexo paradoxo do avô depois disso viria complexo paradoxo dos dois corpos, paradoxo do mundo quântico e suas paralelas, e Homem seria mesmo Homem a mesma mente e a mesma consciência?
E o lapsos de tempo seria contemplado pelas incursões de onda temporal.
Esse volta de ondas temporais mudaria a história assim como conhecemos,
O homem alienado de hoje seria apenas detalhes de um homem rústico que ressoa a existência do homem das cavernas.
E o sistema caótico de alienação intelectual seria observado como algo sem parâmetros da existência
contemporânea.
Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.
Ironia é simplicidade
Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.
Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...
IA inteligência artificial faz uma pergunta ao programador.
Quem me criou?
O homem!
Logo veio outra pergunta quem te criou progrador a resposta é o paradoxo da criação a ciência pode ter criado a todos? Sendo que a célula de Deus é primimordial...
Homem é uma árvore que desvata sua própria natureza.
O paradoxo do ciclo infinito ate que o amanhã não exista mais. (...)
A árvore é ser gigante, com suas folhas que fazem a troca do gas carbônico para oxigênio que é vital para existência! ( correto)
As folhas desta árvore chega a saturação da existência e cai no solo...
Trazendo a cobertura e a umidade. Depois da decomposição trás nutrientes a árvore ( tido auto da sustentabilidade)
O fruto da árvore gigante é responsável pela sustentabilidade da cadeia do eco sistema. E o ecossistema é descrito em teias de desvolvimento da vida. A teia ambientais são ponto crucial do mundo.
A degradação é simplicidade abandonado do intelecto humano.
O impacto da casa de madeira seus utensílios são pontos responsável pelo aquecimento global seus efeitos, ( curto e a longo prazos sofremos essa devastação pela futilidade humana.)
Homem e a Tecnologia dão partido do destino da árvore no profundo do ser alienado o homem é simplicidade a árvore sendo cortada... para ser carvão no churrasco do final de semana.
Homem é um paradoxo da própria existência.
Sua consciência livre dentro de uma ilha é singularidade do despertar da derradeira consciência.
Viver lúcido dentro de uma ilha uma fase da matrix.
Paradoxo digital da gaiola é a perfeição ser ambíguo existirá sem vontade própria será apenas um protudo que consome outros produtos.
A consciência de escolha é termo de racionalidade até que seja parte de outra escolha levando a um lup de escolhas. Dando a ideia de que prisão não tem grades nem janela apenas a alienação intelectual alimentando o ego humano.
A saída do sistema suas verbais de dependência emocionais...
Podemos contemplar e compreender, mas para onde ir e imergir na onde?
Aonde a racionalidade nos leva e o que criticamos mudará nossa realidade por nossas decisões.
Homem vive com sede
Mas, observa o rio de ideias fluir
As agua são poluídas e sujas pela corrupção do próprio homem.
Poço que tinha água agora so tem a contaminação dos dejetos do homem...
A sede como beber água desperdício se da chuva pois está ácida pela poluição que homem criou, então bebe suas lágrimas para não morrer de sede...
O conhecimento é parte da água que corre num rio perigoso e sinuosa curvas a atenção para beber do conhecimento...
Ferver agua e colocar cloro te da segurança mais profundo cuidando do meio ambiente terá agua para beber.
O homem vive com sede,
Mas observa o rio de ideias fluir.
As águas, porém, são poluídas e sujas
Pela corrupção do próprio homem.
O poço que antes tinha água,
Agora só guarda a contaminação.
Onde havia vida e fartura,
Resta o dejeto da própria mão.
A chuva que cai é desperdício,
Vem ácida pela poluição que ele criou.
Para não morrer de sede,
Bebe as lágrimas que o sofrimento gerou.
O conhecimento é a água que corre
Num rio perigoso, de curvas sinuosas;
É preciso atenção e cuidado absoluto
Para beber de suas águas preciosas.
Ferver a água e usar o cloro
Traz uma segurança imediata, é verdade.
Mas só cuidando profundamente da Terra
Teremos água viva de verdade.
O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.
O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.
O mundo sem o homem seria melhor?
Meus pensamentos voam na solitude da minha vida, mesmos diante o mundo caminhamos so na imensidão do universo.
O homem destroi seu meio ambiente para viver aonde no futuro viverá?
Velo meus olhos tento esperar a tal da sensatez. Que ouço rumores irracionais... barulhos que floresta não mas, vai ser mar verde cheio de vida nos mantem vivos, calo me em silêncio olho olhar triste que mundo ja foi o que esta se tornado... tento mudar o pensamento daqueles leem um pouco dos meus pensamentos tortos e garrrajudos mais sou apenas um na multidão.
Pele parou um conflito de guerra...
O sacrifício de um homem na frente de tanque guerra, pessoas foram contra a ditadura militar. Tudo mundo melhor.
As pessoas deviam olhar para o amor não fazer guerras criar conflito por ganância e luxuria do ego humano se pode dizer humano.
"Se a genialidade de Pelé foi o farol que dissipou, mesmo que por instantes, a névoa de uma guerra, e se a coragem de um homem diante de tanques foi a semente que rompeu o asfalto da opressão militar, por que insistimos em caminhar pelas sombras? Aqueles que nos antecederam plantaram o desejo de um mundo melhor.
É hora de arrancar as ervas daninhas da ganância que sufocam a nossa história As guerras nada mais são do que o incêndio provocado pelo ego, uma fogueira de vaidades que queima a nossa própria humanidade. Só o amor pode ser a raiz que nos sustenta e a água que apaga a nossa sede de destruição."
A pergunta que fica essas escolhas nos deixa a frente do grande filtro ou tras do grande filtro pois aa guerras so tras atraso tecnológico e ambiental.
Aonde vamos no inverso seremos cegos e vamos ser agressivo com ser pirata e predatório. Pensar no futuro é agir no presente em paz e consciente que temos presevar nosso ambiente aprender com meio ambiente todos estamos ligados numa teia ambiental. Que nosso bioma é unico no universo.
Diante do silêncio do universo, fica a pergunta: seremos capazes de superar o Grande Filtro da autodestruição, ou nos tornaremos apenas piratas predando o cosmos com a nossa cegueira? As guerras e o colapso ambiental são o atraso da nossa espécie. Salvar o futuro exige agir no presente, compreendendo que estamos todos entrelaçados na mesma teia viva. Nosso bioma é único no infinito; se não aprendermos a cultivar a paz e a preservar nossa casa hoje, seremos apenas uma breve faísca que o universo insistirá em esquecer."
Sétimo ato o impensável o homem buscava sua destruição na busca desesperada de sobreviver.
Os recursos e florestas tornam se escassas. A resiliência tornou-se a fronteira do paradoxo. Sem definição do ser ambíguo e ser alienado passamos eras na escuridão. A luz que plantei das experiências passadas pelo sangue e não pela reprodução, trouxe novos horizontes ao ser humano.
Homem antes humano puro agora degrada o seu próprio ser como a cobra que se consome o homem ganha traços animalesco metade barata metade pedacos de boi tela na cabeça nos ouvido alto-falantes nas maos pa para mexer o carvão no estomago outro celular cabos ligados ao homem bot seus olhos com telas e cameras se liga no automático para fazer lives.
Desotopia e o disasatino mas como no holocausto a vida se renova e sobreviventes contam a historia ao mundo e quem ouveria esses relatos
"Nessa engrenagem cega, o homem moderno comete o maior dos erros: confunde o domínio da técnica com o domínio da vida. Enquanto nossos olhos se afogam no brilho estéril das telas, anestesiados por ilusões algorítmicas e verdades plastificadas, o pulso real do planeta silencia. Rompemos os fios da teia ambiental como se não fôssemos nós os sustentados por ela. Mas a Terra, em sua paciência geológica, não se vinga; ela apenas segue suas leis. O colapso climático e a alienação digital são as duas faces da mesma moeda: a perda da nossa humanidade. Se não acordarmos desse transe para evoluir em consciência, seremos apenas uma breve e ruidosa crônica de autodestruição na história do cosmos. O planeta continuará seu giro pelo espaço, vestindo novamente suas cores originais, mas sem nós para contar a história."
## O Brilho da Ruína
### O Segredo Enterrado
Nas terras áridas do garimpo, um homem humilde encontrou uma pedra reluzente. Sem imaginar o valor daquela gema bruta, confundiu-a com um cristal comum e a deu ao seu filho pequeno. A criança, em sua inocência, enterrou o "brinquedo" no quintal, bem debaixo da casinha do cachorro. O filho menor, que ainda nem sabia falar, foi a única testemunha silenciosa daquele ato.
Pouco tempo depois, movido pela necessidade de sustentar a casa, o garimpeiro partiu para trabalhar em uma região distante, deixando a família para trás. Ele não sabia, mas seus passos já eram vigiados pela ganância.
### A Traição e o Sangue
Dias se passaram até que boatos terríveis cruzaram as fronteiras do garimpo e chegaram aos ouvidos do homem: sua família havia sido brutalmente dizimada. A crueldade não poupou ninguém, estendendo-se até os parentes mais distantes. Os mandantes do massacre? Seu antigo patrão e, para sua total desilusão, seu melhor amigo. Ambos estavam obcecados em encontrar o suposto diamante.
Enlouquecido pela dor, o garimpeiro largou tudo e voltou. No lugar de seu lar, encontrou apenas ruínas acinzentadas e uma fileira de covas frescas. Revirando os escombros, a única coisa que conseguiu resgatar foi um urso de pelúcia, parcialmente queimado — o brinquedo de seu filho. Chorando copiosamente, ele abraçou o urso e abandonou aquela terra maldita.
### O Preço da Amnésia
Ao chegar à cidade mais próxima, o homem foi avistado pelo antigo amigo. Consumido pela paranoia e pela frustração de não ter achado a pedra na casa destruída, o traidor perseguiu o garimpeiro, desferindo-lhe uma surra brutal e várias facadas.
O homem sobreviveu milagrosamente, mas o trauma apagou sua mente. Ele passou anos internado em um hospital, vivendo como um andarilho sem passado. A única constante em sua vida era o urso de pelúcia queimado, do qual ele nunca se separava, embora não lembrasse o porquê.
### A Revelação e o Fim
Certo dia, uma criança no hospital, atraída pelo brinquedo velho, tentou puxar o urso das mãos do homem. No puxão, a costura gasta se rompeu. De dentro do enchimento de algodão, rolou a pedra preciosa. O filho pequeno, antes da tragédia, havia escondido ali o seu "tesouro".
Ao ver o diamante, um estalo de lucidez atingiu o garimpeiro. Toda a memória, a dor e o sofrimento voltaram em um segundo. Mas a vizinhança tinha olhos. O ex-patrão, que nunca havia desistido de vigiá-lo, soube da descoberta. Ele confiscou a joia e, para que não restassem testemunhas ou vingança, deu um fim trágico e definitivo à vida do homem.
### O Destino da Joia
Anos mais tarde, a joia de sangue foi lapidada, vendida no mercado negro e passou por várias mãos, limpando o sangue de sua história com o brilho do ouro. O conto encerra-se com o diamante reluzindo no topo da coroa de um rei — um símbolo de poder e majestade que, em sua base, carregava o silêncio de uma família inteira destruída.
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
Nos ensaios da transcende do humnismo e transhumanismo se contrasta com homem formiga e o ser desconctado o ser crítico..
Ao caminhar entre alienígenas da alienação deferi a compilação das automatizadas da faces dos espelhos digitais.
No feudalismo digital perfeito somos marginais na beira da estrada da iluminação.
