Declaração de Amor para os Amigos

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Não existe outro caminho... ou você anda com amor e pelo amor ou na rigidez na insensatez do coração.

Amar é respeitar a vontade do outro! Se ele quer estar com outra pessoa que assim seja e siga, amor é ver e querer que o outro esteja e siga feliz, simples assim. Amor é liberdade sem falsidade e mentiras.

Um deus que exige obediência absoluta não quer amor, quer servidão.

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

Será o amor uma equação de utilidade que desencadeia reações biológicas no ser humano?

Crente, te expulso em nome da verdade, da liberdade e do amor!

Ame o inimigo, afinal até o diabo precisa de amor. O inimigo precisa de cúmplices para sua maldade.

Cristãos matam e se dividem porque um personagem milagreiro pregava o amor ao próximo. Irônico: essa suposta "mensagem de amor" só gerou ódio e destruição.

A moral, o amor, a própria continuação da vida são resultados dum cálculo mental de utilidade, que sentimos sem jamais acessar seus mecanismos internos.

Psicopatas e fanáticos não merecerem amor ao próximo, o lugar deles é na cadeia, ou cemitério.

Todo deus, toda verdade, todo amor residem em você. Fora de si, jamais os encontrará.

O verdadeiro amor só existe na diversidade, onde as diferenças se entrelaçam e revelam uma conexão profunda além dos códigos genéticos

Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.

Se deus é amor, então por que as religiões são baseadas no ódio?

O poder renovador do amor é o sentido da vida

Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim

DEUS NÃO É AMOR


1. O amor é uma relação direta entre humanos (e requer provas e atitudes).


2. Deus não se relaciona diretamente com seres humanos (não há provas de fala direta).


3. Logo, Deus não é amoroso (ou não há provas do amor divino).

⁠No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.

Se deus fosse amor, seus maiores inimigos seriam aqueles que falam em seu nome.

Se deus de fato existisse e tivesse um pingo de amor-próprio, ele processaria as igrejas por calúnia e difamação. Afinal, ninguém destruiu tanto a reputação divina quanto o fanático que usa o nome dele como combustível para incendiar a vida do próximo. A religião não é o caminho para o céu; é o muro que os odiosos construíram para dividir e controlar a sociedade.