Declaração de Amor para o Homem Amado

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Amor, substantivo masculino, forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais.
Aristóteles dizia, que o amor é formado por uma única alma, habitando em dois corpos, que é um sentimento de seres imperfeitos, posto que a função do amor, é levar o ser humano a perfeição, uma alegria que nos fazer querer que um breve momento, se torne magicamente eterno.
Nietzsche dizia que o amor é um derramamento, uma espécie de luxo e de dádiva daquilo que cada um conquistou por, e para si mesmo, e quer partilhar alegremente com outra pessoa.
E completo com Sócrates, que dizia que o amor é um processo de busca pela beleza, sabedoria e virtude. Ele acreditava que o amor era uma forma de ascender a um estado mais elevado de conhecimento e compreensão, e que a partir desse processo, poderíamos alcançar a verdadeira felicidade e realização.
Diante de definições diferentes, mas, ao mesmo tempo, parecidas, eu acredito que não seja possível dar uma definição exata ao amor, depende muito da individualidade de cada pessoa. É algo que só é possível sentir, cada um sente o amor do seu jeito, alguns sentem o amor em um abraço apertado, naquele cafuné depois de um dia cansativo, naquele sorriso durante o beijo, naquela troca de olhares, onde você só consegue pensar o quanto é grato por estar vivendo aquilo. O amor pode, e deve ser sentido de muitas formas, e quem tem um amor correspondido, cuide, proteja, porque você pode ter encontrado, o que muitas pessoas buscam a vida toda, e não encontram. Pois quem tem um amor, tem tudo.

Bom dia!
Na vida as vezes caímos em alguns buracos, dá doença, do amor perdido, do desemprego, da crise de depressão, mas lembre-se a vida não feita só de buracos e Deus vai te levantar. Bom sábado feliz final de semana ✨️ 🌹
Ery santanna

Amor...


Pois por que? seu amor pode chegar tão perto,mais se afastou pois aquele que te cuidas afasta-te de mim, meu coração por ti sai brasas, nossos corpos poderia se encostar e se entrelaçar, sobre a grande flor do nosso amor um pelo outro, a gaiola que me soltou prende-te, e o seus suspiros que antes era oxigênio agora é um milagre, sobre beijos que poderia te dar seu coração foi puxado para longe, saudades dos abraços e dos beijos imaginários e caricias que já foi minha,talvez em um futuro perto ou longe poderei te ver em meus braços, te beijarei e cuidarei pois você é o meu amor e disso tenho certeza, enquanto a flor da tristeza e da saudades cresce eu vou continuar te esperando á voltar pros meus braços.

“O amor com vinho rejuvenesce”.

“Uma garrafa de vinho contém mil palavras de amor.”

“Amor com vinho vale mais que mil palavras.”

“Não insista no amor, ele não vem quando você quer, ele vem espontaneamente.”

O amor-próprio sem amor ao próximo pode se tornar narcisismo.
O amor ao próximo sem amor-próprio pode se tornar anulação.
O amor maduro equilibra ambos.

Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.

Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.

Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.

A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.

Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.

Vamos repensar?

Erich Fromm — “O amor é uma arte.”

“Uma sociedade que ensina a consumir tudo desaprende a cultivar algo. O amor deixou de ser uma construção diária e passou a ser uma expectativa imediata.”

Carlos Eduardo Balcarse

Açucareiro

De amargo
basta
o amor

Agridoce,
ela disse

Mas a mim
pareceu
amargo

"Amor é o correspondido.
Se não é correspondido,
então não é amor,
é dependência."
Haredita Angel
09.09.15

Tudo se torna angustiante quando não fazemos por amor e sim por mero título.

Na alegria ou na dor, nossa força é o amor.

Eu sou esse sentimento de amor aqui dentro.

Viva de amor, e a vida te trará menos dor, pois é através da dor que reconhece o valor do amor; nisso, a dor deixará de ser dor e passará a ser amor.