Declaração de Amor para o Homem Amado

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⁠Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Amar não cabe no passado. Quando é de verdade, fica para sempre; quando acaba, talvez nunca tenha sido amor de verdade.Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.

O amor é um ato de revelação: os olhos só conseguem amar o que a alma já aprendeu a enxergar.

Minha alma morta pelo amor,
Meu desejo me condenou...
Ainda assim prefiro te amar...

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...

⁠O amor é tão complexo..complicado eu diria...
Deveria ter dicionário... amar é uma aventura é sério eu nem tenho adrenalina pra isso...
Altos e baixos... loucuras, prazer e choro..quando está dando certo é o paraíso..mas quando deixa de ser.. se torna um martírio... a alma dói tanto que parece que vai se rasgar ao meio... não consigo suportar tanto.. não nasci pro sofrimento.. é como se respirar fosse difícil porque o amor mora dentro da gente .. a pessoa que amamos já faz parte da gente... e depois, como tirar pra sempre?

Amar não é fraqueza, e demonstrar não é falta de amor próprio. Para Deus o amor é a essência de quem Ele é, e o maior mandamento para nós.
Quem ama, e sabe demonstrar o amor, com ctz está mais próximo do Pai.
Não se envergonhe de amar é o que Deus espera de nós.

A renda do espírito é o amor. Quem não sabe amar, ataca; quem sabe amar, perdoa e ensina.

“Amar não significa ausência de esforços. Pelo contrário, o amor verdadeiro nos ensina que aquilo que vale a pena construir também vale a pena cuidar, ajustar e reconstruir quando necessário.”

Quem souber explicar o amor não sabe o que é amar de verdade,pois no amor não se explica se sente.

AMOR DESSE JEITO

Carrego no peito
O instinto de amar
Com você eu aceito
Desejos de sonhar...
Lágrimas chorei
No canto do leito
Ah como eu amei
Assim do meu jeito.
Mas você foi embora
E não posso encontrar
O lugar que hoje mora
Deus levou para guardar.
O tempo fez moradia
O amor sempre presente
Seja de noite ou de dia
Eu te amo eternamente!
Esse é meu jeito de te amar
Embora longe do meu leito
Sei que ainda vou te encontrar
Você é toda vida no meu peito!

JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

Amar é respeitar a vontade do outro! Se ele quer estar com outra pessoa que assim seja e siga, amor é ver e querer que o outro esteja e siga feliz, simples assim. Amor é liberdade sem falsidade e mentiras.

Paralelo à liberdade
(Mauro 1Evaristo)

É muito mais fácil odiar que amar,
Amor é criança pedir a camisa do Neymar
Ódio é multidão irascível insana
Sujando a história democrática corintiana.

Ódio não existe ou permite razão
Daí todo o que odeia ser sem noção,
O amor é paralelo à liberdade
Só ama quem tem responsabilidade.

Ódio é doentio, divide qualquer nação,
Quem odeia perde o rumo e razão
Ignora causa, fato e efeito,

Quem odeia despreza ter coração,
Mas o Amor engrandece qualquer sujeito,
Quem odeia só vê o reflexo no espelho.

feradapoesia.blogspot.com

Não amar tornou-se impossível. Vivo por uma única razão: esse amor indigente. Preciso amar — e isso é verdade. Já não sei viver sem isso. Nada mais me oferece sentido ou direção se não houver um sorriso largo. Sou uma das pessoas mais tristes que conheço e, ao mesmo tempo, profundamente feliz. Porque é difícil amar a si mesmo; até o gesto de gostar de si ainda é amor dentro do amor, e quando não gosta também.

Queremos amar, encarar o amor nos olhos, não descobrir o que tem por trás das máscaras

“Amar alguém é desejar sua liberdade; possuir alguém é transformar o amor em uma questão jurídica.”

O amor é o que nos une, mas a solidão é o que nos define. Só quem sabe estar só consegue amar sem carência.

No meu jeito de sentir, amor não combina com posse. Amar de verdade é respeitar a liberdade dela, sabendo que ela não me pertence, mas que escolhe estar ao meu lado.