Declaração de Amor para Casados

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O nosso amor não é vinho, é a embriaguez que resta após todas as taças, uma sede que se renova no beijo e na permanência.

A busca na noite e a força do amor
nas fendas do rochedo, onde o mundo nos procura, é lá que a nossa voz se torna suave e a nossa figura é vislumbrada em sua máxima pureza.

O amor não é o fogo, mas a madeira nobre que o suporta, é a lenha que, mesmo queimando, exala um perfume de cedro e jamais vira cinza.

A palavra amor é um acordo social, uma forma de nomear quando afeto e compromisso se encontram. Mas como cada pessoa sente o mundo de um jeito único, o amor que alguém diz sentir nunca é exatamente igual ao meu. Ele nasce das experiências, das perdas, do corpo e das expectativas de cada um. E aí surge o dilema: nunca conseguirei saber se o amor do outro é parecido com o meu. A angústia vem dessa dúvida. Posso ser amado pelo nome “amor” mas talvez nunca pelo que realmente sou por dentro, pelo meu jeito único de sentir. Ninguém consegue amar uma cópia perfeita do meu sentimento. Só eu sei como meu amor existe dentro de mim.

Quem perde um grande amor não encontra flor nesta caminhada, pois o luto transforma o jardim da vida em um deserto gelado.

A transformação é um ato violento de amor-próprio, que destrói o que é velho para dar espaço ao que é novo.

Viva de amor, e a vida te trará menos dor, pois é através da dor que reconhece o valor do amor; nisso, a dor deixará de ser dor e passará a ser amor.

O amor não dói; o que dói são as negatividades da mente que coloca na frente do amor.

O ódio limita, o amor liberta.

Quem sofre por "amor", não sabe o que é amor.

Negar o amor causa ódio, frieza ou dor.

O amor é como o ar... Onde inspiramos o amor para dentro de si próprio; dentro de si, entende o amor que sente; e, após isso, compartilha o amor expelindo-o à nossa volta.

Às vezes, a pessoa só enxerga o amor em alguém depois que esse alguém morre.

A vida é o resultado do amor entre o nascimento e a morte.

As pessoas geralmente "desistem" do amor porque não sabem bem o que é o amor.

O ódio te mantém refém da ignorância; o amor te liberta.

O ódio destrói; o amor constrói.

O "amor próprio" que muitos dizem se transformou em ego.

Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".

O amor une; o ódio divide.