Decifrar
Quando estamos amando, somos perfeitos poetas, pois, passamos a decifrar e a falar a língua do coração, chamada de amor.
Ler um livro é muito mais do que decifrar as palavras contidas em todas as páginas. Conhecer um alguém, é muito mais do que saber toda sua vida.
Minha poesia é feita no decifrar de cada sentimento. Nos segundos de cada instante. A gente sente e vive. Vive e ama. Canta e chora. Chora e rir.
Sabe quanto tempo fazia que meus dedos não procuravam palavras pra decifrar alguma coisa que eu realmente estava sentindo? Você tem idéia? Eu me acostumei tanto a escrever o sentimento alheio, garoto. Que desaprendi a sentir os meus.
Eu aprendi a amar cada pedacinho seu, aprendi seus defeitos, aprendi decifrar cada sorriso seu, cada abraço seu, cada suspiro seu. Aprendi a amar você exatamente do jeito que você é. Aprendi a lidar com você e seus problemas, principalmente o de tempo. Eu amo você de verdade; sei que já te falei isso mas eu quero que você tenha certeza de que nunca vou te trocar por nenhum outro. Quero que você saiba que é com você que quero construir uma família, é com você que quero passar os natais futuros e os futuros ano novo. É em você que quero continuar pensando quando eu acordo, quando escuto uma música romântica, quero continuar tento você pra sempre. Lógico que haverá brigas, haverá raiva, haverá ciúmes principalmente da minha parte; mas também haverá amor, fidelidade, felicidade e carinho. Eu espero nunca falar de você no passado, quero falar sempre no presente e no futuro. Quero fazer viagens com você, quero conhecer seus pais mesmo eles morando longe. Quero conhecer seus amigos e será um prazer torna-los meus amigos também, quero sentir que faço parte da sua vida. Quero ter a coragem de pedir desculpa depois de uma briga, quero saber que você está bem. Não quero ter orgulho nenhum com você. Porque quero sempre te demonstrar o que sinto por você. Mesmo que seja exagerado, sem jeito, mesmo que seja a forma mais errada, quero te demonstrar que é verdadeiro, tudo que digo e demonstro. Quero poder ouvir uma outra pessoa dizer: Como vocês combinam. E realmente a gente combina, os nossos olhos se entrelaçaram no primeiro encontro, me lembro como se fosse hoje. Quando sua boca encostou na minha meu coração acelerou como nunca tinha acelerado, então eu pensei: É ele. E é você, vai continuar sendo você.
Eu sou um livro de enigmas do qual exige muito do ócio das pessoas para tentarem me decifrar. Eu sou o perigo em noites de lua cheia e o anônimo que vaga por ruas desertas. Eu sou a contradição, sou a revolta escondida dentro de um coração partido. Porém, admito que já tive vida, já tive brilho, mais de que vale tudo isso se não para ser desperdiçado com pessoas inúteis? Eis um pequeno detalhe a meu respeito; eu não sei me explicar. Eu me privo de desejos que possam me arrancar um sorriso, eu me previno de decepções. Olhe bem para os meus olhos ao me julgar, pois você enxergará seu reflexo e verá a quem realmente está julgando.
A música tocava a uma distância difícil de decifrar. O rádio jaz esquecido, e o volume das suas notas jaz desprezado. O vazio e escuro espaço se fez sentir, e o nervosismo juvenil invadiu os dois corpos que ali estavam dividindo lembranças de um momento que já experimentaram. Provaram dos beijos quando estavam longe, provaram dos beijos na proximidade de uma sensação, provaram dos beijos na estampa de uma novidade, provaram as duas bocas enquanto o corpo estava são. Viveram a intensa forma da reciprocidade.
Eu te olho. E tento decifrar tudo que você quer me dizer. É, eu seu que na maioria das vezes eu sou paranoica e louca, mas fazer o quê, se sou assim. Só sei que quando te tenho por perto minhas palavras fogem, você me tira a voz.
Fonte de Prazer
Na entrega do teu olhar
Em teu sorriso fácil de decifrar
Descubro-me novamente
Reinvento-me outra vez
Varias maneiras de se fazer
O que o corpo, a pele, o suor do nosso corpo pede
Saciar-me da sua fonte inesgotável de prazer
Revigorar-me com você
Durante o dia
Ao cair da noite
Ao levantar
Sem pestanejar
Ao amor nos entregar
Sou como um livro, posso lhe proporcionar contos excitantes, mais tem que saber decifrar-me, se não me tornarei mais um em sua estante.
Mergulho em meus pensamentos, com intuito de decifrar o que desconheço e na ânsia de estudar esta enciclopédia chamada você...
Ela sempre terá uma atração misteriosa, difícil de decifrar.
Como pode ela rir, quando quer chorar?
Ela sempre terá algo bom a te dizer.
Como pode depois de tudo ela ainda gostar de você?
Ela sempre estará lá pra te abraçar.
Como pode ela em ti, ainda confiar?
Ela sempre continuará a te esperar.
Como pode? Ela nem sabe se você um dia vai voltar.
Saber viver... sem saber como,
sem decifrar o porquê,
apenas sentindo,
apenas sendo — até o fim do viver.
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