Decepção com a Vida

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" Que jamais olvidemos podemos encontrar nas lições da escada vida, alguém que poderá estar no degrau acima, mas ainda assim é na mesma escada. "

" Às vezes, uma única lágrima contém mais verdade sobre uma vida inteira do que todas as palavras pronunciadas. "

"A vida não se mede pelos anos que atravessamos, mas pelas verdades que descobrimos enquanto caminhamos."

"Cada ser humano carrega um universo invisível, e a vida é a lenta revelação desse mistério."

" Não lamente o que a noite levou. Algumas perdas são apenas espaços que a vida abre para novos significados. "

"A vida raramente se revela em clarins. Quase sempre ela se anuncia no canto de um pássaro, na luz de uma janela ou na coragem silenciosa de quem decide levantar-se mais uma vez."

TEU SORRISO EM ALGUÉM.
"Cada novo amanhecer é um convite da vida para que você se torne a razão do sorriso de alguém e, ao fazê-lo, descubra a grandeza que sempre existiu dentro de si."

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.

Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.

VIDA E ATOS DOS APÓSTOLOS.
CAIRBAR SCHUTEL

VIDA E ATOS DOS APÓSTOLOS

(1ª EDIÇÃO -1933)

Cairbar Schutel analisa os Atos dos Apóstolos constantes no Novo Testamento à luz da Doutrina Espírita, com ensinamentos que ajudam a entender a importância dos apóstolos na propagação dos ensinamentos de Jesus. Uma interpretação espiritual sobre a Doutrina que os Discípulos anunciaram e pela qual se sacrificaram.
intelectual não nos permitia fazer obra de mestre. Mas esforçamo-nos tanto quanto nos foi possível para, dóceis às inspirações dos Caros Espíritos que dirigem o nosso movimento, expor com clareza e precisão, o que sabíamos sobre os Apóstolos, bem como fazer um estudo sintético das elucidações doutrinárias, pondo de lado dissertações inúteis e logomaquias vãs.

Se esta obra alcançar o fim a que se destina, isto é, esclarecer de certo modo a vida e os atos dos Apóstolos, e guiar mesmo que seja uma única alma para Deus, nós nos daremos por felizes.

Matão, 3 de outubro de 1932

Cairbar Schutel.

O Evangelista Lucas, foi um dos grandes discípulos de Paulo. Nascido na Antioquia, exercia a medicina e afirmam ter sido um bom artista.

Daí o haverem-no escolhido os médicos por seu Patrono. Mas o principal de Lucas não é ter sido médico, mas sim um grande Apóstolo do Cristianismo nascente. Pelo seu Evangelho e Atos, vê-se que era um homem ilustrado, de vistas largas, pois bem interpretava o movimento de reforma religiosa que se operou em seu tempo, movimento que mereceu todo o seu auxilio prestado à Causa Cristã com rara abnegação.

Foram unicamente estes os dados mais acertados que conseguimos obter sobre tão ilustre personalidade, que assinalou sua passagem pela Terra como um super-homem, entidade dotada, pelo que se vê, de faculdades admiráveis que eram as insígnias de tão ilustre quão elevado Espírito.

Cairbar Schutel.

Nascimento: 22 de setembro de 1868, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Falecimento: 30 de janeiro de 1938, Matão, São Paulo
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos); Matão, São Paulo, Brasil
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.

Na vida os bons momentos devem ser relembrados sempre! Porque o que é e foi bom e nos faz bem nunca devemos apagar da memória nem do coração.

A vida é bom por isso, quando estamos impossilitados de fazer algo, podemos relembrar os bons momentos de algo que um dia já fizemos.

Na escada da vida só almejamos sucesso, mas também encontraremos obstáculos que as vezes nos estimulam a fraquejar e desistirmos das lutas... Só os fortes percorrerão todos os degraus e chegará no pódio da vitória.

Nunca deixe para perceber a importância de outra pessoa na vida depois que a mesma já não estar mais perto de você, além da dor e e ansiedade que irás sentir existe casos que não podem mais serem reparados ou mudados.

⁠O Mar da vida nos prega várias ondas surpresas, porém nosso porto seguro é Deus . Ele nos fornece as âncoras de fortaleza nas horas difíceis de remar, e nos ensina o melhor trajeto para prosseguir após as tempestades vivenciadas.

⁠O tempo passa e a vida vai recriando outros rumos para as pessoas que um dia já foram presentes em nossa convivência. Elas buscam novos horizontes e nessa trajetória, o passado fica apenas nas lembranças.

⁠Seguir adiante na vida, só terá significância quando conseguirmos olhar para os retrovisores cotidiano e avistar como passado aquilo que não favoreceu algo benéfico,
nem proporcionou horizontes
para uma continuidade...

A vida humana se comparada uma folha
ao vento tem as mesmas características;
hoje estão aqui, mais de repente podem
sumirem dos nossos olhos
e não podemos mais encontrá-las...
😭😭😭⁠
As tristes partidas são sempre inesperadas!

A vida é uma arte contínua, repleta de emoções, alegrias, tristezas e outros sentimentos que ajudam na trajetória da viagem cotidiana. Sendo que a única certeza é que o amanhã só pertence a Deus!

Busque um estímulo cotidiano para te sustentar de pé, pois as adversidades da vida te apresentarão obstáculos contínuos que precisam ser contornados diariamente para que possas continuar a sua trajetória.

A vida sem Deus é como andar sem destino na escuridão,
só se encontra obstáculos...
Se renove a casa amanhecer
na presença dEle.
És o único e verdadeiro caminho!