Dar
Quem pode dar conselhos
sobre o Monte Everest da vida?
Quem está no topo.
Quem já desceu.
Quem está a caminho da subida.
Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.
E, quando isso acontece, vira quase um evento.
Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.
A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.
O problema é que a Justiça não deveria surpreender.
Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.
Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.
Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.
Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.
Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.
E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.
Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.
A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.
No fundo, não é que a Justiça não exista…
É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.
E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.
E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.
É melhor resistir ao primeiro impulso para não dar margem para que o desejo se desenvolva e se torne um hábito incontrolável, o que é uma estratégia importante para a vida espiritual.
Validar uma pessoa é reconhecer, aceitar e dar legitimidade aos sentimentos, pensamentos e experiências dela; demonstrando empatia sem fazer julgamentos, mesmo quando você não concorda com a atitude dela. P.G
Hoje eu olho pra trás e vejo tudo que passei.
Só posso dar Glória a Deus por tudo que superei.
Se estou de pé agora, não foi por minha força, não.
Foi a Mão de Deus me guiando e segurando minha mão. Welerson Machado.
“O sal desaparece para dar sabor — talvez por isso as maiores forças da vida quase sempre sejam invisíveis.”
Não dar atenção,
ao que não interessa:
a discordância;
a discórdia;
a inimizade;
a divisão;
a gritaria;
a confusão;
o ódio;
a raiva.
É melhor, dar atenção;
ao que interessa:
paz;
pacificar;
pacificadores;
o silêncio;
ao bom conselho;
a boa música.
Jesus acalma, a tempestade.
Não gastar a energia
que Deus te deu,
com o que não tem valor.
Sempre fazer, o possível.
Se a confusão te convidar,
não aceite o convite dela.
É uma armadilha.
A confusão diz:
Eu sou melhor, do que você.
Você é pior, do que eu.
Uma obra sincera é a que está dotada de bastante força para dar realidade a uma ilusão.
sfj,a arte de escrever
O sentimento romântico por alguém vem sempre com um temor de dar errado.
Seja na cama
Seja nos gastos.
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