Da o Pe Querem a Mao

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⁠Ter muito conhecimento é considerado
bom. Ter pouco conhecimento é
considerado ruim. Ter muito pouco
conhecimento trás paz e tranquilidade.

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⁠O injustiçado pode se curar do dano; o
autor da injustiça não.

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⁠O acusador acusa. O acusado se
defende. Ambos são acusadores.

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⁠Não procure paz; viva a paz.

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⁠A bondade natalina é tal como a rosa; só dura um dia.

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⁠Pra que a paz se você não convive bem
com ela?

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⁠Ter paz é poder caminhar a passos lentos sem ter pressa de chegar.

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⁠Não tire a paz dos outros; viva a tua.

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⁠A imparcialidade trás justiça; a parcialidade trás infortúnios ao parcial.

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⁠A calúnia trás infortúnios para ambos;
caluniado e caluniador.

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⁠Praticar injustiça é tal como jogar água suja para cima; além de cair de volta te suja todo.

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⁠O acusador narcisista age sempre com
doçura; agrada seus alvos para
depois destruí-los.

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⁠O tempo não tem amizade por mim;nunca me espera, nem volta para
que eu possa concertar meus erros.

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⁠Não posso dar tempo ao tempo; não tenho tempo.

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⁠Quem encurta o caminho é você mesmo; ande devagar e alcançará seus
objetivos.

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⁠O tempo passa como o vento; ora trás calmaria, ora tempestade.

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⁠O tempo é justo; temos o mesmo
tempo.

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⁠Parado no tempo, no tempo parado.

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⁠CAVALO SOBERANO

Cavalo Soberano
Cavalo castanho
Onde tu estás?

Estava aqui
Estava ali
Estava acolá
Procurei-te aqui e lá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo grisalho
Sai do orvalho
E vem para cá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo pacato
Ás vezes ingrato
Pisava em mim.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo campeiro
Relincho cabreiro
Correndo pra lá e pra cá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo ligeiro
Menino arteiro
Pulou o canteiro
E foi passear.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo moreno
De olhos pequenos
Me via de longe a ele chegar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo ousado
Corria de lado
Com dentes cerrados
Ao ver o laço rodando no ar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo humano rolando no chão
Descanso da lida
Descansa o peão
Cavalo sem era nem beira
Buscando a colheita em um carroção.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo aloprado
De cascos listrados
Correndo do tempo
No tempo parado.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo frenético não fica parado
Derruba o laço
E sai do curral
Olhando pra trás ele foge calado
Correndo deitado
Zombando de nós
Correndo ele sobe a ladeira
Pulando a porteira
Fazendo a poeira calar nossa voz.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo veloz
Correndo na estrada
Com carga pesada cuidando de nós
Era bonito de ver
A sua destreza e o seu proceder
Com cara tapada
As cordas amarradas
A crina voando de tanto correr.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo sabido
E bom companheiro
Além de matreiro
Ajuda o vaqueiro o gado tocar
Correndo ao lado
Vaqueiro deitado
No lombo arreado
Com laço armado
Quebrando cerrado
Querendo pegar o boi guzerá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Ah... Se eu pudesse no tempo voltar
Reencontrar-te correndo no pasto
Te dar um abraço
E me desculpar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

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⁠LAGOA DA PRATA

Lagoa da prata
Na beira da mata
Molhando a estrada
Um homem pescando
Com a barra da calça dobrada
Andando descalço
Na margem molhada.

Lagoa da prata
Lugar de beleza sem igual
De águas azul cristal
Com margem larga
E uma pequena ilha no final.

Águas claras abundantes
Em meio ao cerrado extravagante
Abastece o Rêgo d’água no terreiro
Enche os rios
E mata a sede dos tropeiros.

Assim era a lagoa da prata
Hoje esquecida
Destruída
Deu lugar à plantação
Que secou as tuas águas
Fazendo rachar o chão
Acabando com a magia
Que tinha lá no meu sertão.

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