Da o Pe Querem a Mao

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Não é possivel debater assuntos
inerentes a geopolítica
com quem ainda é analfabeto
em geografia.


✍©️@MiriamDaCosta

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

⁠Todo professor já foi um "reles" aluno.Por isso,ensine com paciência e jamais subestime um estudante.Alunos assíduos desde a infância serão bons profissionais,pois terão compromisso com o trabalho.Existem alunos que mesmo com notas baixas possuem alto potencial intelectual e seus professores podem não notar suas capacidades intelectuais.Logo,podem alcançar degraus mais altos que seus mestres.

⁠⁠Ter medo também é importante.Você confiaria em abraçar um leão ou uma onça?Agir com cautela pode salvar sua vida⁠.Não virar o rosto quando tiver tomando uma bebida para evitar um possível "boa noite cinderela"não te faz um esquizofrênico.Os indianos têm muito cuidado com os alimentos.Logo, eles mantêm a porta da cozinha trancada e seu acesso é permitido apenas às pessoas de confiança.Isso é algo que faz parte da cultura indiana,ou seja,não é considerado esquizofrenia.Portanto,continue tendo cuidado com os perigos do mundo,mas não exagere.

Como diz a matemática duas retas paralelas podem se encontrar no infinito.Por isso,deixe fluir.Aprenda a discutir ideias e lute por seus ideais.Faça tudo o que puder ser feito com os recursos que você tem onde você vive.Não dê um passo maior que sua perna,pois poderá cair do cavalo.Se não tiver cão aprenda a caçar com gato tenha autenticidade e seja feliz.

Aprender a escutar mais do que falar e ensinar o que aprendeu são fatores elementares na busca pela sabedoria.⁠

O ouro ou nióbio não valem mais do que a calmaria e o amor de uma mulher virtuosa.

⁠Pensar é o ato mais livre e libertador que existe no mundo.🌎

A mulher virtuosa é afetuosa e traz calmaria⁠.
Logo, é a melhor companheira.

Usar de cargo público para obter vantagens ou para cometerabuso de poder contra presos,mulheres,
homossexuais e profissionais de saúde é algo inadmissível.⁠

⁠⁠ Uma pessoa vitoriosa não é aquela que nunca caiu ou que jamais ouviu um não na vida. É alguém que apesar de todos os nãos e tombos que levou não abaixou a cabeça e seguiu em frente.

⁠Jamais deixe de ser sensível, de demostrar empatia e não mude a sua essência. Pessoas insensíveis acham que ter sensibilidade é um defeito, mas pessoas humanistas são as melhores pessoas para se conviver no trabalho e para se relacionar afetivamente.

Os pacientes são vitoriosos⁠.

A criação de filhas mulheres é mais cara que a criação de filhos homens. Mulheres ficam maduras mais cedo. Por isso costumam ter mais firmeza nas decisões.

Mulheres amadurecem mais cedo e não costumam trocar o curso universitário que escolhem. No entanto, ao contrário dos homens, que já devem ser estabilizados aos 30 anos, a estabilidade feminina ocorre por volta dos 40 anos de idade, pelo fato da maioria das mulheres não se alistarem em serviço militares.

A pessoa madura aprende a ter constância nas decisões e resiliência.




Shalimar Farias da Silva

Quem vive trocando de curso universitário ainda não amadureceu. Tendo constância você poderá crescer dentro de um mesmo curso, se especializando ou seguindo na área da docência através de um curso de mestrado ou doutorado.




Shalimar Farias da Silva

O docente em Enfermagem, se aprender a disciplinar suas palavras, poderá alcançar muito sucesso, pois o campo de trabalho para docência é muito vasto.








Shalimar Farias da Silva

Quem sou eu? Essa pergunta é primordial para o seu sucesso pessoal e profissional. Se você não sabe quem é, jamais terá autenticidade e nem autoconfiança.




Shalimar Farias da Silva

Muitos professores se espelharam em outros docentes. Aprenda a se conhecer para ter autenticidade e autoconfiança e se espelhe apenas nos bons mestres.






Shalimar Farias da Silva