Tempos confusos, chamam de amor, protetor de solidão.
O amor não precisa ser justificado,precisa ser vivido,sem explicação.
Espalhe gentilezas,o amor precisa voltar habitar no mundo.
Não se avexe,se realmente for amor,não vai embora.
Deixa ir,amor de verdade fica,se for,cedo ou tarde vira saudade.
Quem se fortalece de amor próprio,corre menos riscos de desastres afetivos.
Definitivamente sou um caso perdido, procurando amor no acaso da vida.
Bate bocas, as línguas, amor-tece-dor.
Quem trapaceia no amor,não deve reclamar,do azar em dobro.
O amor é rio que corre,sentimento que escorre,e morre,se tentar represa-lo.
O amor não tem que doer,para que tenha sentido.
A saudade é carrasca, com quem desperdiça amor, sabe sobrar seu preço.
O amor sempre abre trilhas para nos levar até uma doce armadilha.
Não faça uma flor morrer, para fazer um amor nascer, e depois uma dor doer.
Morrer de amor, é viver com tanta vontade de vida que a morte é vencida.
O amor próprio brilha, perto ou longe, e facilmente é visto pelos outros.
Era um amor de quinta,mas fazia meu coração bater forte todos os dias.
É mordidas,sopros,socos,sufoco,é uma coisa de louco esse tal amor.
Ninguém está a salvo amor nem sempre dura, é duro e fere o alvo.
O acaso acontece com frequência quando um caso de amor próprio acontece.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.