Cuidar da Terra
E no momento crucial de minha estadia nesta terra, quando procurei paz onde ela já não mais habitava...senti uma luz, daquelas que clareiam a ponto de deixar os tempos de outrora de lado, a ponto de me cegar por alguns intantes...trazendo em breves momentos lembranças de quem realmente sou, dos amigos que me carregaram pelos ombros e infelizmente também dos que nada fizeram, amigos todos que em outros tempos fui eu o ombro amigo, e aos poucos me fez sentir que la no fundo algo mudou...que a página no momento derradeiro se virou...que o clarão foi humildemente a vida a sorrir e serenamente repreender dizendo... a paz esta em todos os lugares, basta querermos senti-la...
Andar na chuva e tão bom. São as lágrimas do céu, juntamente com as minhas, lavando a terra e minh'alma também...
“...E a pele de cordeiro cai por terra, mostrando o quão fétido é o corpo por de baixo da pele tão bela...”
Pé no chão pra que? Se a terra fosse boa, poderie pensar no assunto, mas nas nuvens, lá que vou habitar.
Tudo é so voce
Pensando nas estrelas
Para esquecer a terra
Viajar no inconsciente
Navegar com aventura
Fazer é simples
Mais não correto
Mais as vezes o correto não importa
O que importa é esquecer
Ou tentar esquecer
Fugindo ou fazendo alguma coisa que não lembre voce
Mesmo fazendo alguma coisa que não lembre voce
Eu estarei pensando em voce
Isso é impensavel
Mais é verdadeiro
“A única forma de recupera a terra das agressões físicas que ela sofreu por parte do homem é tendo uma Era do Gelo, assim possibilitaria a restaurações de suas estruturas e obrigaria os seres vivos da terra a recomeçarem todas suas trajetórias evolutivas de novo.”
APELO
Deus criou a terra, universo, e a natureza.
Fez o homem, a sua semelhança,
Tinha Deus à esperança
Que o jardim do Éden e toda sua beleza
Se mantivesse a vida inteira.
Mas com o passar dos anos,
a evolução da ciência, e do progresso.
Aos poucos o homem vai acabando
com toda beleza terrestre.
A poluição causando danos.
O desmatamento é constante
E a caça clandestina é revoltante
O próprio homem destrói e modifica
o ambiente que habita.
Pobre dos animais, e vegetais
a maioria já não existe mais.
Homens! Caiam em si, procure salvar o que resta.
Tentem salvar da extinção! Os animais
e preservar o verde das nossas florestas.
Vamos preservar a natureza.
Vamos contemplar e cuidar do que Deus criou
e não destruir o que restou.
A beleza do verde, vamos cultivar.
Abaixo! A poluição e o desequilíbrio ecológico.
Chega! De tanta destruição.
Se o homem não se conscientizar,
O resultado disso tudo será inevitável.
Vamos todos numa só voz, dar viva ao sol e a mãe natureza.
Todo guerreiro antes de tombar conclui:
"Eu queria ser um simples lavrador,
arar a terra, tombar de velho,
e com uma lágrima no rosto
me orgulhar dos filhos e filhos
que deixei para as gerações,
quando agora eu só deixo um nome."
Reflitamos, ajamos, preocupemos, se quando nossa passagem pela Terra terminar, seremos àqueles que ficaram um ponto final ou reticências...
Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos. Participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio. Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é, contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo.
A mulher é o ser mais maravilhoso existente a face da terra e que por vezes nos faz cometer loucuras...
Bem-aventurado os mansos, pois herdaram a Terra, bem-aventurado os limpos de coração, esses verão a face de Deus.
Irmãos em Cristo Jesus não se devem deixar levar pela luxúria nem pelos prazeres da carne, mas se amarem a Deus e aceitarem Jesus como Salvador, então irão contemplar a glória do Todo-poderoso em suas vidas.
Não creio que o mesmo Deus que nos deu a vida, nos deu a terra, um pouco de conhecimento, muita capacidade, Intelecto, sabedoria, nos vai impedir de conhecer tal terra, tal vida, e usar tal conhceimento, tal intelecto e tal sabedoria.
Quando chove e a chuva transforma em lama a poeira das ruas, o cheiro da terra molhada me traz a impressão de que estou revisitando lugares onde já estive em outros tempos e em outras ocasiões. A chuva que borrifa o chão e que tem o poder de revelar as lembranças de ontem me provoca uma sensação real de que eu já vivi dias melhores.
E por assim amar tanto a chuva que, quando chega, chega como um presente, nestes dias de sequidão e fumaça me recinto do som da garoa batendo no telhado e embaçando a vidraça da janela por onde eu vejo e espero esse tempo seco passar. Quando chover de novo eu quero estar desvestido a caráter e me envolver neste espetáculo como um personagem atuante da cena e não como mero espectador.
É tempo de estiagem no cerrado. É tempo de fogo, frio e calor ao mesmo tempo no planalto central. É tempo de nariz sangrando, de ar rarefeito, de casa empoeirada, de tosse, pigarro e de garganta seca ao Deus dará. É tempo de fuligens de queimada flutuando na brisa fraca como se fossem bruxinhas negras a pousar quase que propositalmente nas poucas superfícies brancas que ainda temos para olhar.
Chove chuva! Chove sem parar. Chove e lava a minha alma repleta de tanta vontade de ver este céu desabando. Caia como gotas prata e faça brilhar a pouca folhagem que ainda vigora. Chove, porque de tanta secura o cerrado padece e por sua falta chora.
Sendo assim, só me resta esperar que em breve o céu se feche, escureça e a chuva se derrame em minhas mãos como uma bênção. Quero provar o sabor das nuvens novamente. Desde agora já estou pronto para ser engolido por qualquer temporal que venha sem aviso. Se a vida é como uma chuva que cai intensamente e logo passa, viver é quando a gente se lança no meio da tempestade e se deixa molhar sem medo.
