Cuidando do meu Jardim
Sou grata por ser mãe.
Filhos lindos, que são o centro do meu peito, os nomes mais sagrados que carrego na alma.
Gratidão por ser colo, por ser caminho, por ser direção, por ser mãe.
Vocês são o milagre diário que me reinventa todos os dias.
Tu és o suspiro que ficou do ontem, o abraço que aquece o hoje, e o sonho doce que embala meu amanhã.
Meus momentos preferidos são quando o meu abraço te alcança e me esqueço do peso dos dias que tivemos distantes
Meu corpo todo sorri quando tua voz me oferece amor.
As células da minha pele vibram de prazer cada vez que ouço o som do teu "eu te amo".
Meu amor,
Plantaste-te em meu ser
Na plenitude dos dias.
És o luar que me fascina
As estrelas que brilham
Nos sonhos de minhas fantasias.
A poesia que me inspira,
A alvorada das manhãs
A natureza que encanta-me.
Desenho-te nas nuvens
Brancas,
Oico tua voz, na chuva que escore em meu corpo.
A paz, brandura que sempre busquei.
O vento que conduz seu cheiro.
És meu por do Sol.
Sonhei
Um sonho
Lindo.
Senti um corpo quente
Sobre o meu,
Com beijos e carícias
Alucinantes.
O amor aconteceu,
Pleno, feliz e integro
Como só você e eu sabemos.!
Sou pássaro livre,
mas sempre serás meu eterno Colibri,
O pássaro que levarei eternamente em meu coração.
Gostaria de cantar
Para você, mamãe querida
E meu filho, meu amor
Em uma melodia de ternura
Expressar em versos
O amor que sinto por vocês
Cantar a beleza da maternidade
E a doçura da infância
Minha voz se enche de emoção
Ao pensar em como são especiais
Mamãe, exemplo de força e carinho
Meu filho, luz da minha vida
Nesta canção improvisada
Quero expressar toda a gratidão
Por ter vocês ao meu lado
Para sempre, em meu coração.
30.06.2.024
Sóneto.
És meu primeiro amor, e único
Em cada gesto, um abraço sincero
Teus olhos guardam um universo
De sonhos que guardo,em verso doce e terno.
Te encontro nas tardes de sol radiante,
No perfume das flores, no canto dos pássaros,
Teus gestos, um abraço e abrigo constante,
Meu coração canta, em nossos doces momentos.
Lembro das tardes de domingo, na igrejinha,
A simplicidade de um olhar que diz tudo,
Numa história que vive em cada sentimento,
Um amor que floresce, no mútuo respeito.
E mesmo que as estações passem vorazes,
Que o mundo lá fora insista em mudar,
Nosso laço é forte, não é feito de fases,
És meu primeiro amor, vou sempre te amar.
Agora e sempre, no caminho que traçamos
Teu nome gravado em cada batida
Este amor é eterno, em versos e planos
Meu único amor, és minha poesia querida.
Mar do Meu Coração:
Em meu pensamento,
um mar de calma,
ondas suaves,
areia quente.
Sol poente,
cores vibrantes,
silêncio profundo.
Paz.
Meu ciúmes, me atrapalha...
Me deixa em fúria!
É preciso respirar, é preciso encher os pulmões de ar, é preciso saber que a vida é isso, é hoje, é agora e não amanhã. Não adianta correr para chegar ao futuro logo, porque o futuro é hoje.
O que vale na vida é o presente, e ele deve ser bem vivido.
Por isso, controle o estresse, respira e não pira!
Respire fundo e conte até três... Não é tão difícil e é o melhor remédio para aquelas pontadas que nós sentimos quando estamos prestes a fazer algo que não devemos, dominados pela emoção.
Não quero me cortar, não posso!!
Não posso deixar ser dominada pela dor, pela fúria...
Nem sempre as coisas acontecem como queremos e nem sempre falamos o que sentimos. Sei que lhe devo desculpas.
Tento ser a melhor que posso, assumindo meu lado passivo, mas de repente, já estou agindo impulsivamente e o que não era para acontecer, acaba acontecendo...
Algumas vezes agir sem pensar nos faz viver mais intensamente, mas nem sempre é bom. Também acontece quando estamos com a cabeça cheia, resultando em arrependimentos, dor, fragilidade, turbilhões de sentimentos, cabeça cheia e sei lá o que aconteceu...
Certas coisas não têm volta, as palavras ditas e as atitudes tomadas são algumas delas.
É melhor pensar muito bem antes de sofrer com o arrependimento dos próprios atos.
O ciúme é uma emoção, portanto não podemos controlar se vamos senti-lo ou não, mas podemos controlar o comportamento, ou seja, a forma como vamos lidar com ele...
Peço desculpa, meu amor, se na tentativa de demonstrar o que sinto acabei por sufocar você.
Reconheço que às vezes me descontrolo com meu ciúme e acabo por falar e agir sem pensar.
Sou assim!
Tentei mudar...
Sou impulsiva as vezes!😔
Ela é a constelação do meu céu...
Sua beleza é exótica, sua pele macia, segundo os leigos dizem que em seu rosto tem sardas... Eu só vejo estrelas a iluminar seu lindo rosto.
Encantada com tamanha beleza, um olhar tão cheio de doçura e uma boca tão carnuda e gostosa.
Sua voz é tão atraente e soa como música aos meus ouvidos.
E minha mão que percorre teu corpo, e não a escondo...
E sim por minha teimosia de apontar as estrelas do teu corpo sem medo das "verrugas" por apontar e contar cada estrela.
Tão fascinante esse teu corpo, que tortura meus pensamentos soltos.
Paro a observar neste momento, as estrelas do meu céu a pintar teu corpo e a contar cada pintas.
Tão perfeita e a quem ama só as estrelas precisamente desenhadas, simplesmente delas anseios...
Meu sextante a medir o seu rosto a brilhar!
Ela é a constelação do meu universo dentro da beleza das suas sardas.
Nada novo, tudo é habitual e efêmero.
Devo ficar no meu silêncio e esperar passar... Ou devo permanecer na insistente saber o que está acontecendo e dizer que estou aqui?!
Nós somos criaturas que sentem, seres humanos sentem, assim como seres humanos pensam. É simplesmente como as coisas são.
E sendo assim sentimento dolente, sem razão aparente, com visões e vivências diferentes.
E ainda bem que muda...
Imagina que terrível seria se tivéssemos sempre os mesmos sentimentos, sem qualquer fluidez, sem possibilidade de mudança, de evolução, de leveza, de florescimento?
Se parar pra pensar vai ver que tem sorte e que já passou por momentos piores que o atual e veja como superou.
Tudo passa nessa vida!
"Pensamentos soltos... Ciclo da vida"
Estou eu aqui, neste meu pensamento solto,
divagando entre o que vai e o que volta,
sentindo que a vida é um fio que se entrelaça
entre o que somos, o que damos e o que recebemos.
Nesse ciclo de ida e retorno,
talvez o sentido esteja em apenas sentir —
e confiar que tudo encontra seu lugar no tempo.
E de pensar que, em um só instante, tudo pode florescer ou desabar...
Neste ciclo sutil da vida, o que damos volta,
como eco no tempo, como semente que espera o sol.
Nada se perde — amor, dor, gesto ou palavra —
tudo gira, renasce, e nos encontra de novo.
Somos sementes ao vento do tempo,
plantamos gestos, colhemos destinos.
Na terra onde pisamos, deixamos marcas —
que o amor seja rastro, e a empatia, caminho.
Pois a vida é ciclo que retorna,
e o que damos, um dia, nos visita de volta.
E de pensar que o que me conforta nesta vida
é saber que o mundo gira, silencioso e certeiro,
e que tudo o que se planta — seja dor ou ternura —
um dia retorna, com o peso ou a leveza do que foi.
Nada se perde no ciclo sagrado do tempo.
E sendo assim, encerro meu pensamento solto,
nessa brisa leve de reflexão,
sobre o ciclo da vida e o que dela faz sentido:
não os grandes feitos, mas os pequenos gestos,
não o que levamos, mas o que deixamos.
Porque viver, talvez, seja isso —
fluir, sentir, e deixar um pouco de luz por onde se passa.
Vivendo meu momento sabático
Escolhi parar.
Não por fraqueza, mas por força.
A força de reconhecer que a alma também precisa de silêncio,
que a vida não é só sobre fazer, mas também sobre ser.
Me dei um presente raro:
tempo.
Tempo sem prazos,
sem metas,
sem ruídos.
Apenas um espaço seguro para respirar e me escutar.
Vivendo meu momento sabático,
descobri que o mundo continua girando lá fora,
mas aqui dentro,
há uma dança mais lenta, mais íntima, mais minha.
Estou me reconstruindo com calma,
com pausas que curam,
com silêncios que falam mais do que mil palavras.
A espiritualidade floresce quando a pressa some,
e o sagrado se revela nas coisas mais simples:
no café quente sem distrações,
no pôr do sol visto com o coração,
no choro que limpa, no sorriso que nasce do nada.
Esse tempo não é fuga.
É busca.
É reencontro com quem eu sou quando ninguém está olhando,
com o que eu acredito, com o que realmente importa.
Não é um intervalo da vida.
É a própria vida acontecendo de um jeito mais verdadeiro.
E nesse caminho,
sem mapas nem obrigações,
vou me acolhendo.
Me curando.
Me reencontrando.
Porque às vezes,
pausar é o ato mais corajoso de amor-próprio.
Anti-Soneto da Fidelidade
De nada, ao meu tédio serei atento –
Antes, e sem zelo, e nunca, e tão pouco,
Que mesmo em seu abraço, em seu fogo louco,
Me farei cinza dispersa no vento.
E quando, enfim, me for (resto de resto),
Cuspindo à paz alheia minha náusea,
É porque o amor nunca existiu – e a fome
De nada me devora, cruel e ácida.
Tudo, o peso podre da memória,
Me dissolverá. Farei meu corpo escombro.
E então a entregarei à minha queda,
Que será, em segundos, esquecimento.
Sempre, ao nada, sempre e em fim: o que não tem.
(Inspirado no "Soneto da Fidelidade" de Vinícius de Moraes)
A poesia do meu silêncio é definida pelo fato de não ter para onde ir, assim mergulho em mim para não voar em direção ao vazio que me cerca.
