Cuidando do meu Jardim

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Minha grande missão nesta jornada é na justa direção que me leva meu coração.

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Muitos me perguntam qual meu interesse mas poucos entendem que o meu verdadeiro objetivo é viver e fazer o máximo que puder em todas as direções sem ter interesse algum.

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Nunca tive a menor pretensão de saberem de certo meu nome e muito menos a torpe vaidade de saberem quem exatamente sou, fiz e continuo a fazer. Mas tenham a pura certeza que se uma pequena semente do meu pensamento livre ficar nesta minha temporal existência terrena nestes tempos tão difíceis de fundamentais intransigências, minha vinda terá sido por completa.

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Nem vermelho, nem rosa e nem azul. Eu sou de todas as cores da diversidade de meu país.

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⁠Meu ego é vacinado contra bajuladores e vendedores de falsas vaidades.

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⁠Ricardo Vianna Barradas, pegando as inicias de meu nome, R mais E, V mais ER e B mais ERA, surgiu a muitos anos minha principal vocação existencial. REVERBERA. Quem não está preparado para criar, copia.

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Meu⁠ universo de dentro sempre dialoga com todo meu universo de fora.

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⁠Ao primeiro momento diante do grave erro, meu pensamento e e minha razão ávidos por justiça e liberdade, julgam e condenam mas logo após, ao primeiro momento pós o ocorrido, minha alma e meu coração por vida de aprender um pouco mais a cada dia, perdoa e generosamente oram, para que o mesmo erro, jamais aconteça, nunca mais.

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⁠Meu nome é trabalho, construção e conexões. Onde não sou necessário ou sou covardemente hostilizado por imbecis vaidosos, sorrio amarelado e me afasto de mansinho pois estava equivocado e não faço e nunca fiz parte deste lugar.

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⁠Mesmo afirmando que meu saudoso grande amigo e professor amazonense Manoel Santiago, Manoel Colafante Caledônio de Assumpção Santiago 1897 - 1987, tenha executado um grande numero de obras originais, desde a década de 1960, começaram a aparecer no mercado de arte nacional brasileiro, um grande numero de falsificações grosseiras e chapadas, com excesso de cores, bem diferentes de suas obras originais. A grande maioria aparecem em leiloes organizados por comerciantes aventureiros, que não possuem qualquer tipo de assessoria especializada e o pior a preços e valores irrisórios. Logo antes de adquirir qualquer obra de arte deste artista, certifique com quem sabe, se não está sendo ludibriado e comprando gato por lebre,

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Independente das sociedades, ⁠" O céu é meu teto; a terra é minha pátria e a liberdade é minha religião". Somos Calon da etnia milenar Romani.

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⁠Em meu espirito de adepto, não acumulo erros e nem acertos. Sempre sigo confiante rumo a luz e estou sempre aberto para mais aprender.

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Preciso de sua voz acariciando meu coração de tuas mãos acariciando minha alma.

Inserida por ironpaulo

Amigo, um elo entre eu Deus.
Como e bom saber que Deus é meu melhor amigo.
Que através de você ele demonstra todo o carinho, respeito, dedicação, empatia e todo o amor que tem por mim.
Obrigado por ser este canal.
Sei que através de você nunca irei me sentir sozinho.

Inserida por ironpaulo

O grande vazio em mim será o meu lugar de existir?Minha exigência é o meu tamanho, será que o vazio é a minha medida?

Inserida por ironpaulo

O que mais me preocupa quando sinto sua ausência não e tristeza que toma conta do meu ser.
Mas sim, o vazio que me deixa a falta do seu: olhar, sorriso e perfume.
Sem você me sinto incompleto.

Inserida por ironpaulo

Sempre soube meu objetivo, o sonho a ser realizado.
Agora me resta saber escolher o melhor caminho, um caminho que não me deixe tantas marcas, que não me frustra a ponto de desistir do único objetivo, que é realizar um sonho.

Inserida por ironpaulo

É o sonho que tirou do meu coração um aperto.
Trouxe a alegria aos meus dias, em minhas noites aconchego.
Sempre soube que um dia seria completo.
Hoje me sinto assim, mesmo você não estando perto.

Inserida por ironpaulo

Já não me lembro do tempo em que andava sozinho.
Hoje sinto tua presença a cada pulsar do meu coração, sinto que o vazio já não existe mais.
A cada respirar, sinto o carinho e o respeito crescendo em meu interior; a cada inspirar, sinto uma paixão ardente que se emana espalhando todo o desejo que tenho em meu coração.

Inserida por ironpaulo

SOBRE O PESO INTERIOR QUE SE REVELA AO CORAÇÃO SENSÍVEL.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão. Ano: 2025.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há momentos em que a alma, fatigada de suportar o rumor do mundo, recolhe-se como quem se abriga de uma tempestade invisível. Não é fuga, mas necessidade íntima. Sinto então que tudo em mim se torna excessivamente vívido, como se cada pensamento tivesse adquirido uma respiração própria, e cada sensação, uma gravidade que me curva o espírito. Não sofro por algo definido. Sofro porque sinto demais.
Nesse estado, o mundo não se afasta, mas se aproxima com intensidade quase insuportável. As coisas mais simples assumem um peso desmedido. Um gesto, uma lembrança, um silêncio bastam para abrir abismos interiores. Não é a dor que domina, mas uma espécie de lucidez ardente, que torna impossível a leveza. Como se o coração tivesse aprendido a ver além do véu das aparências e, ao fazê-lo, descobrisse que tudo o que vive está condenado à transitoriedade.
Há uma estranha doçura nesse sofrimento. Ele não clama por socorro, nem deseja ser extinto. Antes, quer ser compreendido. É como se a alma, consciente de sua própria fragilidade, recusasse a superficialidade do consolo fácil. A melancolia torna-se então uma forma de fidelidade a si mesmo, uma recusa silenciosa a trair a profundidade do sentir.
Sinto que, nesse estado, o tempo perde seu curso habitual. As horas deixam de avançar e passam a pesar. Cada instante carrega uma densidade que oprime e, ao mesmo tempo, enobrece. Há algo de sagrado nessa demora, como se a existência exigisse contemplação antes de qualquer movimento. Não se trata de inércia, mas de um recolhimento que prepara o espírito para suportar o mundo com mais verdade.
E assim permaneço, não por escolha deliberada, mas porque minha natureza assim o exige. Há almas que se expandem no ruído, e outras que só florescem no silêncio. A minha pertence a estas últimas. Carrego comigo a consciência de que viver, para alguns, é sentir demais e suportar esse excesso com dignidade silenciosa.
Se há dor, ela é também a prova de que algo em mim ainda pulsa com intensidade. E talvez seja isso que nos distingue dos que passam incólumes pela existência. Sentir profundamente é uma forma de fidelidade à própria essência. E mesmo que esse sentir me conduza à solidão, aceito-a como quem aceita um destino inevitável, pois nela reside a verdade mais íntima do meu ser.

Inserida por marcelo_monteiro_4