Cuidando do meu Jardim

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Até as flores tem espinho, nem tudo são flores e do meu jardim tenho que cuidar para poder flor-rir.

Hoje ao olhar meu jardim,
Vi uma linda flor, entre todas,
Aproximei-me para trata-la melhor,
Mas aí pensei, será que vale a pena,
Cuidar, amar, dar carinho,
Destaca-las sobre as demais?
Então voltei atrás,
E tratei-as com o mesmo,
Amor e carinho...

Meu jardim está destruído,
mas ele foi trancado há muito tempo.
Agora quero de volta as flores,
porque amo as borboletas.
Talvez elas saibam algo que eu estou aprendendo:
que recomeçar também é uma forma de florescer. 🦋🌷✨

Se eu morrer de amor, não chorem por mim. Diga apenas que encontrei no teu sorriso o meu jardim.
Que vivi cada instante como quem toca o céu, guardando teu nome em silêncio nas páginas do destino meu.
Se eu morrer de amor, que seja em teus braços, perdido no calor dos teus olhos e na paz dos teus abraços...estou escrevendo...ele não co segue esperar...porque aqui estou, sem medo de me entregar, sabendo que uma vida inteira ainda seria pouco para te amar...e se o amor for meu último suspiro, que o vento possa contar: que morri feliz, por ter aprendido a amar. ❤️


DeBrunoParaCarla

O meu Deus é um Deus que transforma o impossível em testemunho, o deserto em jardim e a dor em propósito; que levanta o caído, honra o esquecido e faz nova todas as coisas.


“Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém.”
(Romanos 11:36)

⁠Eu plantei flores dentro do meu coração, formei um jardim pra enfeitar nossa paixão.

Se eu fosse jardim,
pediria ao céu só isso:
que fosses meu lírio eterno,
minha flor escolhida.
Porque amar você é florescer por dentro, é entender que o amor também é pureza vivida

Encontrei a flor do jardim,
A mais bela que eu já vi,
Meu coração reacendeu em fogo
Quando teus olhos brilharam pra mim.


Teu beijo é névoa constante,
Que cobre a alma devagar,
Um toque doce e distante
Que me faz querer ficar.


E mesmo quando a noite cai,
Teu perfume ainda vem me encontrar,
Como um sonho que nunca se vai,
Como um amor que nasceu pra durar.

No Jardim do Entardecer


No cair da tarde, meu coração desperta como um jardim sedento pela chuva.
As flores inclinam suas pétalas ao vento, esperando o som dos teus passos. Há um perfume que nenhuma estação consegue apagar, porque nasceu no dia em que tua voz
encontrou a minha e fez do
silêncio um lugar de encontro.


Procurei-te entre as sombras das árvores, onde a luz beija a terra antes de desaparecer. Chamei-te pelo nome que só a alma conhece, e o vento levou meu clamor pelos caminhos do jardim. Meus olhos buscavam tua presença como a terra seca espera o orvalho, porque uma única palavra tua vale mais que todos os tesouros escondidos sob o sol.


Se tua voz voltar a atravessar o entardecer, as figueiras florescerão outra vez e os rios cantarão o teu nome. Meu coração correrá ao teu encontro como quem reencontra a própria vida, pois teus passos transformam desertos em pomares e teu olhar faz renascer tudo o que parecia perdido.


Enquanto o dia se despede, permanecerei junto ao portão do jardim, guardando o lugar onde um dia caminhamos. Não deixarei que a esperança adormeça, porque sei que o Amado visita aqueles que o esperam.
E quando tua voz romper o silêncio da tarde, saberei que o jardim nunca deixou de ser teu...
apenas aguardava o dia do nosso reencontro.

"Larguei meu jardim de margaridas e fui lá longe buscar meus sonhos...
Conheci a poeira das estradas, os espinhos das bougainvilles, a tristeza das anêmonas, a canseira do corpo, as caretas do rosto e o inchaço dos pés...
Penei, nada encontrei, e voltei..
Trazendo uma saudade imensa do meu jardim de margaridas."
Haredita Angel
29.09.20

ꫂ❁ Gratidão em Flor ꫂ❁.⋆❀°


Nasceu no meu peito um jardim de rezar,
Onde o medo não tem mais lugar.
Quem planta o obrigado colhe o sorrir,
E aprende a beleza de apenas existir.
A alma floresce quando o coração agradece.
˚˖𓍢ִ໋❀

Gratidão em Flor.ᥫ᭡.ִֶָ𓂃❀♡.
Nasceu no meu peito um jardim de rezar, onde o medo não tem mais lugar.
Quem planta o obrigado colhe o sorrir, e aprende a beleza de apenas existir.
A alma floresce quando o coração agradece.𑣲⋆

Ontem invadiram meus canteiros,
Espezinharam minhas flores,
Partiram todos os vasos
Do meu jardim
Rasgaram minhas vestes
Ultrajaram meu nome,
Alagaram de sangue
Os meus olhos.
Apedrejaram meu rosto
Ainda de menina
Onde resplandeciam quimeras
Numa rua com nome de poeta
Defronte a tanta gente…
E gritaram urros de vitória,
Zombaram,
Rebolando álcool, chapinhando
No sangue da imbecilidade,
Ocos estes crânios de gente.


Hoje bem tentam devastar
No absurdo da existência
As sementes que guardei
Daquele anoitecer
Parido de Primavera.


Mas eles não sonham,
Nunca o fizeram
Eles não podem pensar,
Foi-lhes vedada a lucidez.


Agora tenho tulipas, cravos,
Roseirais, girassóis
E até ervas do campo a crescer
Num coração que continua a bombear
O mesmo sangue outrora profanado
Numa rua com nome de poeta.


Célia Moura, in "Terra de Lavra"

Seus maus dizeres sobre minha pessoa são flores no meu jardim.
Se me xinga eu ignoro pois que xinga nao tem argumentos!

O seu ego joga maus dizeres a minha pessoa que se tornam flores no meu jardim.
Meus sentimentos e pensamentos são uma vasta floresta o sois diante do ecossistema.
Nos valores da moral e a ética ganhamos uma divisão de valores.
O psicológico do ser humano está abalado pelo stress diário e alienação social é um triunfo da tecnologia...

*O Uniforme da Virtude*


O jornal apareceu no meu jardim numa manhã em que eu não estava esperando por notícias.


Não era assinante. Nunca fui muito chegado a jornais, principalmente depois que descobri que as tragédias do mundo chegavam mais rápido pela internet e as mentiras continuavam chegando no mesmo ritmo.


Peguei o jornal pela ponta, como quem recolhe alguma coisa suspeita.


Levei para a varanda.


Sentei na cadeira velha e coloquei os pés sobre o parapeito. O gato estava deitado no degrau. Olhou para mim. Miou.


Parecia perguntar:


— Você vai realmente ler isso?


Não respondi.


Ele se espreguiçou, virou de costas e foi cuidar de assuntos mais importantes. Provavelmente dormir.


Abri o jornal.


Na primeira página havia um cidadão sorrindo.


Era um dos homens que ocupavam um dos cargos eletivos daquela nova cidade. O sorriso tinha aquela medida exata que os fotógrafos gostam. Nem alegria demais, nem preocupação demais. Apenas o suficiente para parecer humano.


Ao lado da fotografia, um título falava sobre dignidade humana.


Li.


O homem defendia respeito, inclusão, empatia, tolerância e todas aquelas palavras que hoje aparecem juntas com a mesma facilidade com que antigamente se escrevia “atenciosamente” no fim de uma carta.


Continuei lendo.


Não havia nada errado com o que ele dizia.


Esse era justamente o problema.


O sujeito tinha aprendido a dizer tudo certo.


Fiquei alguns minutos olhando para o papel.


Pensei que talvez eu estivesse ficando velho demais para certas coisas. Talvez o problema fosse comigo. Talvez fosse apenas implicância de um homem que já viu muita gente falar bonito antes de fazer alguma coisa feia.


Mas então lembrei que tratar alguém com respeito nunca foi o problema.


O problema começa quando a virtude vira uniforme e a consciência passa a usar crachá.


Parei de ler.


O gato voltou.


Sentou ao meu lado.


Olhou para o jornal.


Depois olhou para mim.


— É — eu disse. — Também achei estranho.


Voltei ao texto.


O homem falava sobre uma sociedade mais humana. Era uma boa ideia. Quase bonita.


Só que eu conhecia aquele tipo de discurso.


A cidade continuava cheia de gente que passava por moradores de rua sem enxergá-los. Velhos continuavam conversando sozinhos dentro de apartamentos silenciosos. Crianças aprendiam cedo que certas coisas eram vendidas antes mesmo de serem compreendidas.


E nós continuávamos medindo pessoas.


Pelo salário.


Pela aparência.


Pelos seguidores.


Pela utilidade.


Pela capacidade de nos servir.


Depois chamávamos aquilo de sociedade civilizada.


Talvez fosse por isso que a expressão “politicamente correto” tivesse adquirido tanta importância.


Não porque respeito fosse ruim.


Respeito é necessário.


O problema é quando a palavra passa a substituir o comportamento.


Trocaram a ética pela etiqueta.


É mais fácil.


Etiqueta exige apenas que você saiba onde colocar o garfo.


Ética exige que você saiba onde colocar a própria crueldade.


E isso dá trabalho.


Continuei lendo.


O político falava sobre empatia.


Eu pensei em quantas pessoas conhecia que publicavam frases sobre empatia e não conseguiam ouvir cinco minutos de alguém que discordasse delas.


Era uma coisa curiosa.


A crueldade havia aprendido gramática.


A hipocrisia descobrira o vocabulário da inclusão.


A mentira tinha feito faculdade.


E eu não estava completamente fora disso.


Foi aí que a leitura começou a ficar desagradável.


Porque é fácil apontar o dedo para o sujeito da fotografia.


Mais difícil é olhar para a própria mão.


Eu também já fui injusto.


Já tratei pessoas como inconvenientes porque estavam atrapalhando meu dia.


Já concordei com alguém em público e pensei o contrário em silêncio.


Já me calei diante de uma covardia porque falar custaria alguma coisa.


Já fui educado quando deveria ter sido honesto.


E talvez essa seja uma das formas mais discretas da hipocrisia.


Não mentir para os outros.


Mentir para si mesmo com boas maneiras.


Fechei o jornal.


Fiquei olhando para o jardim.


O gato tinha encontrado uma sombra e dormia dentro dela.


Ele não precisava escrever sobre dignidade.


Não precisava defender ninguém.


Não precisava publicar uma frase bonita.


Se alguém o incomodasse, ele simplesmente iria embora.


Talvez houvesse alguma sabedoria nisso.


A verdadeira decência nunca precisou de cartilha.


Ela aparece quando ninguém está olhando.


Quando você poderia humilhar alguém e decide não fazê-lo.


Quando poderia esmagar e prefere não usar a força.


Quando discorda sem precisar transformar o outro em inimigo.


Quando ninguém está fotografando.


Quando não existe plateia.


Quando não existe recompensa.


Talvez seja aí que começa o caráter.


Todo o resto pode ser teatro.


E o teatro sempre foi um esconderijo confortável para quem tem medo de ser visto sem maquiagem.


Voltei a abrir o jornal.


A fotografia continuava ali.


O sorriso também.


Pensei que talvez o homem da fotografia acreditasse sinceramente no que havia escrito.


Isso também me incomodou.


Porque seria mais fácil se ele fosse apenas um canalha.


Mas ninguém é apenas uma coisa.


Nem eu.


Nem ele.


Nem o sujeito que fala sobre moral enquanto pisa no outro.


Talvez o maior escândalo do nosso tempo não seja a existência de pessoas ruins.


Elas sempre existiram.


O problema é outro.


Aprendemos a vestir a roupa da virtude.


Aprendemos quais palavras provocam aplausos.


Aprendemos quais indignações rendem aprovação.


Aprendemos a parecer bons.


E, em algum momento, esquecemos de perguntar se ainda somos.


Olhei novamente para o gato.


Ele abriu um olho.


— Você tem alguma opinião sobre isso?


Ele fechou o olho.


Justo.


Talvez a humanidade pudesse aprender alguma coisa com os animais.


Eles não costumam fingir que são melhores do que são.


Nós fazemos o contrário.


Construímos discursos para esconder nossos dentes.


Chamamos isso de civilização.


Chamamos de progresso.


Chamamos de consciência.


Às vezes, talvez seja apenas medo de admitir que continuamos sendo animais assustados, egoístas e famintos por aprovação.


A diferença é que agora sabemos escrever sobre isso.


E escrever bem sobre humanidade não torna ninguém humano.


Fechei o jornal de vez.


Coloquei-o sobre a mesa.


O gato continuava dormindo.


Fiquei ali, olhando para ele e pensando que talvez eu tivesse passado a manhã inteira procurando hipocrisia nos outros para não precisar encontrá-la em mim.


Essa foi a parte que mais me incomodou.


Porque a consciência também sabe usar uniforme.


E, quando quer, sabe até sorrir para a fotografia.

Girassol do meu quintal

Girassol ,meu girassol
girassol do meu jardim
girassol antes tão delicado
Anda um pouco destratado
tanta chuva o deixou prejudicado

girassol gosta de água
não suporta solo seco
mas também tanto aguaceiro
deixou o solo encharcado

Finalmente volta o sol
a beijar pétalas caídas
girassol, pobre coitado
leva tempo a ficar recuperado


Outros botões se abrem
Um pouco fragilizados
mas vem agradecer ao sol
O presente tão esperado !

No quintal volta a alegria
borboletas e abelhinhas
no canteiro vem e vão
pousando de flor em flor
fazendo polinização

by Edite / Junho 2016

As flores eu já tenho; só falta a dona do meu jardim.

Você floresce em cada pensamento meu, faz da noite um jardim de insônia, desperta tempestades suaves no meu coração e transforma cada instante longe de você em uma saudade que sussurra o seu nome. Amar você é viver entre a doce ansiedade do reencontro e a certeza de que a minha alma sempre encontrará abrigo na sua.

⁠E na mesa reuni meus filhos, meus fãs e meu jardim.