Cuidando do meu Jardim
CURITIBA
De lindos bosques...
Um universo prende-se a ti.
Abriga povo de muitas nações
que descende, ascende em ti.
O clima que em ti abriga
difere-se dos demais...
São valores que nos obriga
amar-te mais, e mais...
De primeiro mundo
muito se vê aqui.
Tens contudo; maior patrimônio:
Um povo que zela por ti.
Quando os maus elementos, a raiva e o desejo de vingança já tomaram conta é preciso uma providência.
Aquilo que faz realmente você tomar ação contra a causa do problema, porque já está escutando a sirene de emergência tocar, como um poderoso sinal de alerta contra a maldade: Sua consciência! A raiva é um sentimento destruidor, porque destrói tudo o que está construído a sua volta. Não é preciso jogar uma bomba para ver a reação de uma pessoa, basta vê-la com raiva! A raiva é cruel, destruidora a pessoa não está nem aí, preferem ser dominados por ela em vez de lutarem contra. E quando ela vem ela toma posse de você.
Muitas vezes nada mais sou
do que uma pequena nota solta,
duetanto com o vento,
tentando ser canção...
E muitas vezes nada fui,
a não ser um acorde sem afinação,
que você quase nem ouviu,
nem acolheu em seu coração...
São tantas as esperanças que cada dia
brota em mim, que hoje já não sou mais
canteiro, minha alma é toda jardim.
"A aventura da Alma Gótica – Parte VII de um dueto com o Músico Petrificado":
Destino: Apesar dele e a favor dele...
O violino em flor, enfim, volta ao seu dono,
Legítimo por direito, legítimo por saber conduzi-lo.
À Alma resta a espera pelo fim do outono,
O cair da última folha vermelha em brilho
Ao tilintar do vento, em canção de ninar aos ouvidos.
Alma saberá que o inverno
Resguardará sua terra, seu abrigo.
Até o momento em que o Músico Petrificado regressar,
Encerrar com tão longa espera,
Acordar com sua canção de primavera
Todos os campos de margaridas.
E assim, nascerão novas flores,
Em outras bocas de penhascos
Para que infindável
Adorne antigos e novos amores,
Resgate esperanças perdidas,
Cure sinceras amizades feridas.
Continue Músico Petrificado!
São muitos os que aguardam
Para ter uma canção preferida...
Vontade de deixar um bilhetinho na porta de Deus:
"Oi Deus,
Essas flores são para o Senhor.
Obrigada por ser meu Pai,
Meu amigo, Meu abrigo...
Obrigada por fazer do meu coração
jardim florido."
Existem dois tipos de homens: os que dão flores à mulher e os que a fazem florescer como se fosse um jardim.
Poucos entenderão meu grito de liberdade. Aos que entenderem saberão que não é apenas um grito, mas, o ressoar de uma canção.
Talvez o meu destino seja eternamente ser guarda-livros, e a poesia ou a literatura uma borboleta que, pousando-me na cabeça, me torne tanto mais ridículo quanto maior for a sua própria beleza
Quando estudamos os pertences deles, o meu pai disse que o falecido nos conta uma história. Ele também disse que não posso ouvir as histórias deles se não estiver disposto a ouvir.
Ontem gastei todo o meu dinheiro e comprei um terreno em Marte. Eis a foto, cedida pela NASA, do meu pedaço de felicidade. Sem gente, sem bicho, sem planta, sem carro, sem computador. Eu e a imaginação vamos morar no vazio.
No infinito. Pretendo não manter mais contato com os tolos, nem com os que habitam minha mente em memórias de estúpidos convívios do passado. Adeus.
A decisão que estou tomando é consciente. Decidi na plenitude de meu livre-arbítrio. Sei que isso é duro, porque sendo assim, ninguém tem direito à culpa e a culpa é o alívio dos fracos.
Lamento, mas concordo com Camus que o suicídio é a única questão filosófica verdadeira. Meu desejo comanda meu destino e a morte é a única liberdade.
Pelo fato de ter sempre o mesmo nome, os mesmos olhos e o mesmo nariz, não quer dizer que eu seja sempre a mesma mulher.
“Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.“
Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!
