Cuidado com Pessoas Boazinhas
Estou dispensando pessoas sem opinião, sem caráter, sem comprometimento; enfim dispenso todas as pessoas que não me tenham algo a acrescentar.
Todas pessoas mal amadas, mal resolvidas e recalcadas se dizem sinceras por falarem o que vem na cabeça e esquecem dos seus LIMITES e acabam machucando todos ou falando demais ...
Excesso da pseudo sinceridade muitas vezes é EXCESSO DE GROSSERIA!!
Algumas pessoas se destacam para nós. Não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece.[...] Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco.[...]É até possível que tenhamos sentido saudade mesmo antes de conhecê-las. O que sentimos vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.
A nossa inspiração vem de fatos e pessoas, diferente da nossa motivação, esta sim vem de dentro, por isso não perca seu tempo buscando motivação em algo, e sim dentro de você!
Por que não conseguimos amar as pessoas certas?
O que há de tão errado conosco que nos colocamos em situações para as quais somos claramente inadequados?
Situações que trarão sofrimentos para nós mesmos e para os outros.
Por que sentimos emoções que não podemos controlar e nos movem na direção contrária a que realmente gostaríamos de ir?
Somos conflitos ambulantes, batalhas internas sobre duas pernas.
Se os seres humanos fossem automóveis, iríamos devolvê-los por defeito de fábrica.
Por que temos uma capacidade finita de ter prazer e outra, infinita, para a dor?
Somos uma piada cósmica, uma experiência que deu errado.
Só queria entender por que amar dói tanto, por que no final sempre dá errado e as pessoas sempre saem decepcionadas.
Diferença entre Romantismo e Cavalheirismo
Descobri que algumas pessoas confundem romantismo com cavalheirismo! Mas são muito distintos.
O cavalheiro é aquele que abre a porta do carro para uma mulher, está pronto para acender-lhe o cigarro, puxar a cadeira para que a mesma possa sentar-se. Talvez o cavalheiro seja um adulto prezo e adaptado a tradições. Suas AÇÕES DE FORA PARA FORA.
Já o romântico é aquele faz carinhos infinitos onde o tempo parece parar, com imenso prazer em fazê-los, apropriando-se do momento para conhecer cada detalhe da mulher. É aquele que simplesmente fica olhando-a com olhos de admiração e de reconhecimento que existe um reflexo de seus desejos em cada fixação de olhares trocados. O romântico abraça, aconchega, afaga, brinca com beijos, com toques, com cheirinhos. Ele brinca com o carinho! Talvez o romântico seja uma criança livre, sem vergonhas e sem medos de demonstrar o que realmente está sentindo. Suas AÇÕES SÃO DE DENTRO PARA DENTRO.
Eu prefiro os românticos, porque talvez seja também uma criança livre que gosta de brincar de amor...
O problema, é claro, é que nós precisamos aprender a amar as pessoas. Pessoas são pecadoras. O amor precisa ser paciente quando é tentado (pelos atrasos de outras pessoas) a ser impaciente. O amor não pode ser egoísta, mesmo se as pessoas forem. O amor não se ofende, mesmo quando as pessoas são ofensivas às vezes. Erros existem, mas o amor não os fica contando. Há coisas para serem enfrentadas, mas nada que o amor não possa enfrentar, coisas para provar a fé do amor, para desencorajar sua esperança, e testar sua resistência; mas o amor continua confiando, esperançoso, e resistindo. O amor nunca acaba.
Queria que as pessoas fossem sinceras comigo, por mais que a verdade doa é bem melhor que ouvir palavras falsas, feitas somente para me agradar.
As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade o amor é recompensa por você ter resolvido os seus problemas.
Dizem que a verdade não importa, e sim o que cada um quer ver. Algumas pessoas precisam dar um passo atrás para descobrirem tudo a sua volta, outras precisam ver que suas mentiras podem traí-las! Algumas, precisam enxergar que tinham tudo o tempo todo, e finalmente há aquelas pessoas que precisam fugir de tudo para não olhar a si mesmas. E quanto a mim, vejo tudo mais claro agora.
Um dia você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Algumas pessoas acham que podem entrar e sair de nossas vidas quando bem entendem. Um dia elas se surpreenderão ao encontrar a porta fechada.
Que sensação é essa de estar se afastando das pessoas, até que delas, ao longe, na planície, você só consegue distinguir minipartículas, dissolvendo-se na vastidão do infinito? — é o mundo que nos engole, é a despedida. Mas nos inclinamos à frente, rumo à próxima aventura louca sob o céu.
Amor próprio sempre!
As pessoas só se machucam quando se deixam machucar...
Qualquer coisa que você fale pra justificar a mágoa que a outra pessoa lhe causou é apenas uma desculpa pra você não admitir o quanto foi tolo!
Ame o ser humano, mas antes de tudo AME-SE primeiro!
A verdade por trás de uma pessoa fria
Observar o que leva as pessoas a ser quem são é uma das coisas mais curiosas da vida, e eu sempre gostei de matar meu tempo com isso. Na maioria das vezes não encontro qualquer resposta: O chato é chato porque gosta de sê-lo e ponto final. Algumas coisas simplesmente são, e não se pode querer mudá-las ou mesmo compreendê-las.
Vez ou outra esse tipo de reflexão sem sentido me leva a algum lugar, como, por exemplo, enxergar a autodefesa por detrás da arrogância e a solidão por detrás da frieza. Eu não me canso de repetir: autossuficiência é afrodisíaca. Nós gostamos de estar perto de pessoas que se bastam. Agem como se não precisassem de nada nem ninguém, e isso é fascinante.
É preciso, entretanto, enxergar além: ninguém é tão autossuficiente a ponto de não precisar de amor. O amor não é dispensável nem pelo mais autêntico dos seres. Todos nós dependemos dele. Não importa se você não gosta de abraços ou declarações: Existem muitas formas de amor, inclusive as omissas, e você, decerto, precisa de alguma delas.
A verdade por detrás da frieza é uma necessidade descomunal de amor. Uma necessidade tão grande que não consegue se revelar – fica subentendida, por medo de represálias. Por medo de não saber como manifestar-se. Por medo, na verdade, de perder de uma vez só, perde-se aos pouquinhos. A frieza é a autodefesa da necessidade exagerada.
É difícil e até arriscado falar com tanto desprendimento dos sentimentos alheios – ou da falta deles. Mas é fácil reparar: Pessoas frias não sofrem da ausência de sentimentos. Elas apenas os suprimem, os guardam tão bem guardados que não conseguem compartilhá-los. E, em meio à falta de habilidade para sentir e amar, vem a solidão. Solidão que essas pessoas fazem questão de degustar – preferem o inferno da abstinência de amor, a terem que livrar-se de suas armaduras, de seus medos, de seus escudos, tamanha a dor que o desabrochar dos sentimentos lhes causa.
Frieza não é falta e nem ausência. É excesso: de amor e de intensidade. A frieza só espera um abraço espontâneo, um sentimento que transborde pelos olhos e não precise de palavras, para que possa permanecer ali – intacto – em uma redoma de monossílabos vestidos de medo, sem que se tenha que pagar o preço com a solidão dos que pensam que não sabem amar. Mas sabem. Acredite – Eles sabem.
