Cronicas de Jorge Amado
Algo que poucos cristãos entendem: o ativismo ateu não é um ativismo de conversão, como eles fazem, é um ativismo de pertencimento. É uma busca por pertencimento, é uma busca por ter pessoas ao seu lado. Ateu também sente. Usando Daniel Dennett: a religião domesticou os sentimentos humanos e necessidade mais básicas, como esse sentimento de pertencimento.
Nesse necessário, a Madalyn O’Hair defendia um tento salarial, como também defendia um mínimo. Temos uma pessoa atualmente que pode se tornar o primeiro trilionário da história, enquanto muitos não tem nem o que comer, o básico. Isso é a falência da meritocracia, e curiosamente, ele defende o cristianismo, foi uma das pessoas a colarem lenha na fogueira na questão da olimpíadas e disse no X: se o cristianismo não reagir, ele vai desaparecer.
Nos últimos séculos, houve uma progressiva aceitação da diversidade religiosa e a separação entre religião e Estado em muitos países, permitindo que o ateísmo fosse mais aberto e publicamente declarado sem sofrer represálias legais. Contudo, isso ainda é um desafio uma vez que essa separação ficou mais complexa. Agora, isso aparece de forma mais sutil, como censura de livros nas escolas por grupos religiosos, ou conflitos no curriculum de ensino nas escolas, como a birra com Darwin. Isso é mais difícil de tirar, sem correr o risco de “deixar o cachorro nervoso”, tirar o osso da boca do cachorro sem ser mordido.
Os eleitores podem ter preconceitos enraizados contra ateístas, associando a ausência de crença religiosa com falta de valores ou competência moral. Na direção oposta, estudos mostram que pessoas religiosas caem mais a fraudes financeira, especialmente, se a pessoa aplicando o golpe for da mesma religião.
Candidatos que professam uma fé religiosa são vistos como mais "seguros" ou "normais" para muitos eleitores. A vinculação da competência política com a adesão a princípios religiosos permanece uma barreira significativa para ateus em busca de cargos públicos. Se religiosos pensassem, já teria conectado corrupção com os candidatos que votam; ou mesmo, incompetência com candidatos homens.
Como destaca A. C. Grayling, a parte mais cruel quando crianças são impedidas de aprender teoria da evolução é criar uma porta para odiar pessoas que estudam evolução, ou ateístas, ou qualquer pessoa que se oponha à visão do criacionismo, como exemplo, que é uma visão arcaica, da idade do bronze.
O próprio budismo: buda não é Deus. Apesar de algumas tradições budistas podem ter visões mais místicas, Buda não é uma figura para temer, e se submeter, e ter aprovação. Buda seria como o Albert Einstein: todo cientistas tem um imagem dele na parede, e isso não o idolatrar. Isso seria um referencial de ciência, mesmo que seja inalcançável para a maioria dos cientistas.
Se aceitarmos que cada religião tem o direito de ter suas interpretações alternativas da realidade ensinadas nas escolas, o currículo se tornaria absurdo e impraticável. Agora se deixamos somente uma, o cristianismo, estamos permitindo que uma religião se propague em espaço público com dinheiro público.
Imagine eu assisto a um assalto de banco, e a pessoa me disse: reza para tudo dar certo no assalto e te pago. No dia da defesa, a pessoa diz “eu estava apenas rezando. João dirigia o carro....minha função era apenas rezar”. A pessoa poderia ter denunciado o assalto, poderia ter se retirado do local e chamado a política, mas decidiu “rezar para tudo dar certo”.
Esse é um ponto muito importante: a crítica de que ateus que lutam por respeito e direitos estariam “formando uma igrejinha” é completamente falaciosa. Essa comparação ignora uma distinção fundamental entre crença e descrença, e revela uma tentativa de deslegitimar movimentos que buscam visibilidade e reconhecimento.
Em vez de aceitar a realidade, as pessoas preferem acreditar que estão influenciando um ser divino. Curiosamente, esse ser é onipotente, onisciente e onibenevolente. Ele sabe de tudo, mas permitiu a doença, ele é onipotente, então poderia evitar o sofrimento. Onibenevolente então deveria de forma voluntário ter evitado o sofrimento. Nada disse se confirma ao vermos pessoas sofrendo, e outras rezando.
O lema muitas vezes repetido “Somos um país cristão” parece encontrar respaldo na realidade prática, apesar de, em teoria, o Estado brasileiro ser laico. Criaram até um termo que não existe na constituição brasileira para lubrificar isso: um pais laicista. Muitos falam de país laicista como se o Brasil fosse um: o Brasil é laico. Laicismo é eufemismo para promiscuidade.
Construir algo sólido em cima de alicerces instáveis ou de relacionamentos ilusórios, é uma conduta extremamente tola, um ato demasiadamente inadvertido e imaturo. Portanto, convém analisar todos as escolhas e pretensões em conformidade com critérios baseados em conveniências, perdas e danos.
A conscientização leva ao poder da escolha. Quando começamos a nos questionar, ganhamos volume e potência nas nossas decisões. Temos o poder de dizer “não” ao que não nos serve, e isso é libertador. Em seguimento, há um mundo de possibilidades nos esperando, onde nossas escolhas se tornam, de fato, reflexos do que desejamos e não do que o mundo espera. Pergunte-se, a cada nova decisão que surgir: “Isso me aproxima do que realmente quero?” logo começaremos a caminhar para fora da ilusão, adentrando em um espaço onde a verdadeira liberdade de escolha reside.
Às vezes, olhar para dentro é o primeiro passo para descobrir um horizonte que parece distante. Entender nossas próprias nuances pode ser surpreendente. Às vezes, acreditamos conhecer bem nossas reações, mas, na verdade, somos afetados por influências de um passado que muitas vezes preferimos ignorar.
Reconhecer nossos próprios processos internos é como encontrar a chave de um tesouro escondido. Quando nos tornamos conscientes de nossos comportamentos e reações, conseguimos nos afastar do impulso de reagir automaticamente a uma situação. Essa capacidade de parar e refletir traz à tona uma nova dimensão da vida; vivemos com autenticidade e significado, em vez de deixar que as influências externas nos puxem para longe de quem realmente somos.
Você não é o que está vendo, porque o que você está vendo é o corpo, mas a verdadeira pessoa em sua essência é o seu ESPIRITO. Porque o Corpo é só uma casa, já o morador dessa casa vai deixá-la e voltar para sua verdadeira morada que é em Deus, uau, nós iremos voltar de onde viemos. Gênesis 1: 26a,27
Em certos momentos o silêncio exprime muito além de qualquer justificativa. Não necessitamos comprovar a ninguém nossa virtude, nem nos talharmos objetivando agradar. Cada um constrói suas tendências, e tudo certo. opte pela paz. E assim seja… prossiga sua compostura suave e em paz consigo mesmo.
Estava conversando com um amigo, e ele fala de sair do país. Isso me preocupa como nação: somente aceitamos os ventos quando sobra a nosso favor: eu aguentei Bolsonaro por 4 anos, morrendo de medo. Boicotamos qualquer esforço que seja da maioria, caso não seja nosso. Isso se chama oligarquia, e a Rússia é um exemplo do que ocorre nesse regime: uma única pessoa levou um país inteiro para guerra, gerando prejuízos para todos.
" A vida nos prega peças,não tive pai e nem mãe , mas criei meus filhos com dignidade,amor e afeto que nunca tive, e hj dos três ,dois se juntaram com minhas ex , e só um ficou do meu lado, é a vida nos prega peças , mas isso não me faz desistir de ser um homem do bem , pois tenho mais pra somar ainda nessa minha vida ,do que me prostar e me deixar levar pelas peça que a vida me prega ."
