Crônica Mulher

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⁠Mãe,
mulher que usa suas mãos,
para nos educar, alimentar e amar,
pode um filho ser esquecido pelo seu pai,
porém mãe que é mãe, não esquece um filho jamais...

Mãe,
até mesmo brigando com a gente,
nos dá carinho...
por amor,
faz brotar uma flor,
em nosso espinho...

Nunca deixe sua mãe,
para viver sua vida,
é dela que veio você
e da mãe dos seus filhos
virá a sua família!

Ela não vai atrapalhar,
ela vai ficar no cantinho dela só te observando,
pode o mundo te esquecer,
que ela vai por você,
estar de joelhos orando...

Ela vai estar sempre,
mesmo quase sem enxergar,
arrumando uma camisa sua
e sua comida preferida,
só esperando você chegar...

Mãe é um ser tão especial,
para estar com a gente a todo instante,
não para você colocar uma foto dela,
em qualquer lugar da sua estante...

Mãe, mulher amada e exemplar,
ela não fala, mas vive esperando um abraço seu,
faça isso já,
porque amanhã ela poderá estar,
nos Braços de DEUS...
Para você filho,
sua mãe é a sua Felicidade,
hoje ela está a sua disposição,
mas neste mundo de ilusão,
tudo que é bom vira saudade!

Sonhei que num restaurante eu estava,
Com Claudia Elisa, uma mulher bela, tão clara,
Sua pele, lisa como uma parede, reluzia,
E disse isso a ela, numa conversa íntima.

Depois, ao sair, uma bromélia encontrei,
Nas pedras do caminho, ao chão quis cair,
O céu escuro dizia que ia chover,
Uma tempestade se aproximava, a correr.

Voltei um passo, em frente ao local,
A filha de Elisa apareceu no final,
Era uma menina, com jeito infantil,
No banheiro havia aprontado, sem perceber, sutil.

Com sono, então, decidi seguir o caminho,
Andando só, sob o céu, matutino,
Encontrei duas mulheres de tom escuro,
Uma tinha uma borboleta no cabelo puro.

Ela assustou-se e saiu a correr,
Outra comandou pássaros vingar,
Grandes e assustados, voaram a deter,
E um, gato, na minha frente a tombar.

⁠Uma mulher do seu tempo, uma mulher à frente do seu tempo e com ampla estabilidade no seu agora e absolutamente resolvida com o passado. Uma suavidade de ventos que carrega folhas de outono, uma força avassaladora de furacão que não destrói , mas só constrói pontes e amizades. Uma mulher elegante no andar, no falar, no trato com os seus semelhantes.
Uma mulher que cuida do corpo sem jamais esquecer que a sua verdadeira beleza vem da sua essência interior e que desabrocha como flores no primeiro dia da Primavera.

Para Vani Martins

Maio...jardim onde Deus me plantou
e me fez flor...
Flor menina...Flor mulher...
E florescer nos caminhos da vida
Obrigado Senhor...
Meu divino companheiro que me guia
me protege e me ilumina...
Obrigado pela longa caminhada
Bem aproveitada nas estradas dessa vida
Obrigado Senhor...
Por mais um ano completo e muito
abençoado graças a ti Senhor...
De feliz aniversário estou eu...
E o melhor presente que recebo é teu...
A minha vida...Obrigado Senhor.
Ivânia D.Farias
15/05/1966 ❤

Menina, mulher
Menina doce e sapeca, ao mesmo tempo, mulher cheia de responsabilidades e atitudes serenas;
Mulher forte, decidida, com jeito de menina alegre e inocente;
Menina com traços de boneca, mulher com o corpo de manequim;
Mulher que sabe amar como ninguém, menina que sabe o que é ser amada.

Desacelerou.𑁍ࠬܓ𔘓
Cantando as miudezas do dia, a mulher se senta no sofá e, sem perceber, adormeci.
Entre o sofá e o campo de dentes-de-leão, ela perdeu os sapatos e o peso do mundo.
E ela despertou mais leve, menos cansada, com a certeza de que nada lhe pertencia.....𓍯𓂃𖡼𖥧𖡼𖤣𖥧

O olhar


Carrego no peito
o olhar da mulher
que nunca quis me conhecer.
Não foi amor.
Foi ausência.
E mesmo assim, ficou.
Tatuei não o rosto,
mas o olhar.
Porque era ele que me atravessava
sem nunca me tocar.
Ela não ficou.
Não chamou.
Não voltou o gesto.
O que ficou fui eu,
com a pergunta aberta
batendo no osso.
Esse olhar no meu peito
não é dela mais.
É a prova
de que sobrevivi
ao não-ser-vista.
Hoje entendo:
não marquei submissão,
marquei memória.
E memória não manda.
Só lembra
de onde eu vim
e por que não volto.

Não venha falar em liberdade, mulher.
Liberdade não mora no discurso, mora nas escolhas.
A tua vida ainda está algemada no ontem,
presa a erros que você insiste em chamar de passado superado.


Hoje você abriu os olhos —
e isso não é redenção, é apenas o começo.
Ver a própria prisão dói,
mas continuar fingindo liberdade é pior.


Agora não basta enxergar.
É preciso romper, assumir, caminhar.
Porque quem acorda e não muda,
continua presa… só que acordada.


Desperta enquanto o momento é de oportunidade.
Você é livre.
Viva a vida.

Uma mulher de força e sentimento profundo, cujo verdadeiro valor vai muito além da aparência. Ela enxerga o mundo com uma sabedoria única, difícil de descrever, mas que atrai e prende a nossa atenção. Queremos ficar por perto para ouvi-la.
É essa mulher, forte e radiante, que traz alegria e nos lembra o valor de estar vivo. Ela mostra, no meio de toda a loucura, que a vida tem um propósito belo e verdadeiro.

Uma mulher de amor tão grande que parece ter um pouco de D'us. Mesmo jovem, seu cuidado constante lhe dá a sabedoria calma dos mais velhos.




Na velhice, ela guarda a força da juventude. Se não estudou muito, entende a vida por um sentimento profundo; se é instruída, age com simplicidade de criança. Sendo pobre, sua riqueza é a alegria da família. Sendo rica, daria tudo para não sofrer ingratidão.




É forte, mas treme com o choro de um bebê. É frágil, mas pode lutar como um leão.




Em vida, muitas vezes não a valorizamos, pois perto dela a dor some. Quando parte, daríamos tudo para tê-la de volta, mesmo que por um instante.

A mulher é toda carinho, finge fragilidade no meio da briga e da agitação. Elas não gostam de um ciumento que não amam, mas ficam bravas se o homem que amam não tiver ciúmes. É um sorriso quando tudo parece ruim. Ela é o amanhecer na grama verde e o anoitecer debaixo das estrelas. Ela é um cobertor quente. É vento forte, é furacão, quando ama então...
As paixões fazem a gente ficar maluco, fazem a gente dizer coisas das quais depois a gente se arrepende!

Manifesto: O Fim do Sufoco
É impossível aceitar ver uma mulher sofrendo e se humilhando por um homem 'pequeno'. Alguém que não merece ser chamado de homem e nem comparado aos animais, pois até um cachorro pode ser mais ético e afetuoso do que um ser que só pensa no próprio ego e vive de soberba.
É ridículo ver um homem que ridiculariza a companheira — seja ela esposa, noiva, namorada, mãe ou amiga. Homens que tentam rebaixar a mulher, controlando a roupa que ela usa ou exigindo que ela se troque, achando que, só por terem dinheiro, podem comprá-lo.
Mulher não é objeto, não é brinquedo. Mulher é preciosa.
Aquele que menospreza a dona de casa, dizendo que ela 'não faz nada', deveria tentar fazer o serviço sozinho para sentir o peso da rotina. É covardia fingir que não ouve quando ela fala, ou agir com indiferença. Nenhuma mulher deveria carregar o peso de um sobrenome ou o medo de ser livre. Ninguém merece ser humilhada ou desprezada justamente quando está doente ou vulnerável.
Se o homem está mal, que procure terapia, mas que não desconte suas frustrações em quem está ao seu lado. Mulher não nasceu para bancar vício de 'otário' nem para aceitar monstro camuflado de 'homenzinho'. Respeito não é opcional, é o mínimo.
"Peço desculpas aos homens de verdade, pais de família honestos e companheiros leais que lerem isso; sei que vocês existem e honram quem amam. Minha fala não é um ataque a todos, mas um desabafo necessário contra aqueles que usam uma máscara de decência para esconder o desrespeito"

Quando a Paz é Prioridade”

A mulher elegante não disputa:
ela se retira.
Porque sabe quem é
e tem dignidade;
não precisa provar nada com palavras,
pois suas ações falam mais que discursos.

A mulher elegante não disputa
porque não desce ao nível.
Ela não disputa
porque entende que tudo tem limite.
Sabe conquistar o seu espaço
e, se o espaço não lhe pertence,
ela o deixa ir.

Não se complica,
não se prende a conflitos:
prefere o silêncio,
a resposta interior,
a força e o respeito próprio.

A mulher elegante não discute
com quem precisa da mentira
para sustentar a própria identidade.
Ela escolhe a paz.
Ela escolhe a si.

Para meu leitor
Na menina que fui, está a mulher, mãe, amiga, esposa que hoje
sou e vou continuar me tornando a ser até o fim. Lá nasceram meus
amores, meus medos, minha inesgotável busca de entendimento
para algumas coisas da vida, amizades, coragem, meus valores e
segredos. Relatos e lembranças que perto ou longe estão ao meu
redor, dentro de mim, porque somos marcados sim, pela realidade
do nosso meio familiar, escolar e cultural. Não temos como fugir
disso, somos muito de nossos pais e do meio em que vivemos. Até
podemos mudar no decorrer da vida, mas é em função disso que
atuaremos em toda a nossa história, no nosso jeito de ser, de falar,
na criação e educação de nossos filhos; no nosso silêncio, no que
realmente toca nosso coração.
Hoje, não durmo nem acordo ancorada nas ordens e cuidados
de meus pais. Atravesso meu mundo sem o pé de seriguela no
quintal de casa para subir, sem a cama de mamãe para me esconder
nas noites de trovões e tempestades. Sem o barulho e alegria de
papai chegando. Eu me superei sem o colo de meus avós e tias por
perto. Sem os banhos de chuva que tomávamos na rua de roupa e
tudo, agradecendo a Deus pela água que caía. A melhor sensação de
tantas que já vivi! Cedo aprendi no meu nordeste a agradecer pela
água que caía, que corria, e tornava verde meu sertão, a ser grata
pela vida dos bichos, pela vida de todo rico e pobre.
Hoje, quero também agradecer por você estar aqui e tocar meu
coração com suas mãos, por este livro, por este ano um grande
influenciador de minha vida com suas metas e propósitos, por todo que acolhi e colhi, pelo novo olhar que busquei, e mais livre estou.
Agradeço a Deus pela vida recebida e pela família que ele me deu.
Por meus filhos, pela infância e bagunça gostosa de todos os dias,
por meu marido, por todos vocês que fazem parte de tudo isso, de
toda história que continua aqui nas próximas páginas que virão.
Obrigada!
Que sejamos felizes!




TEXTO FINAL DA OBRA Um de meus olhares por Lina Veira

Quero viver o extraordinário
ao lado de uma mulher
que não tenha medo da palavra seriedade.
Não por falta de leveza,
mas porque já entendeu que
Pamar de verdade é escolher ficar.


Quero alguém que veja meu silêncio
e não tente consertá-lo, apenas caminhe comigo.
Que toque minhas cicatrizes com respeito, sabendo que cada uma delas é prova de que eu senti fundo.


Não busco um amor perfeito,
busco um amor inteiro.
Daqueles que crescem na conversa tardia, no cuidado simples,
no “fica” que não precisa ser dito.


Porque o extraordinário não está no excesso, mas na constância de dois corações maduros.
E se for pra amar, que seja assim:
sem jogos, sem medo, sem fuga
— sério, intenso e verdadeiro.

Quando um homem que nunca foi valorizado encontra uma mulher que nunca foi amada como merecia, não é acaso — é reconhecimento. É o encontro de duas dores que aprenderam a sobreviver em silêncio, carregando no peito histórias que poucos souberam ouvir.


Eles não chegam inteiros, chegam verdadeiros. Trazem cicatrizes visíveis na alma, o coração cauteloso, mas ainda capaz de sentir. Não fingem perfeição, oferecem honestidade e a coragem de tentar outra vez.


Já tocaram o fundo sozinhos e aprenderam a se reerguer sem aplausos. Por isso, quando se encontram, não exigem promessas vazias — oferecem presença, cuidado e a escolha diária de permanecer.


O amor que nasce ali não é frágil. É feito de respeito, parceria e consciência. Não grita, não implora, não machuca. Como um verdadeiro time, sabem que com esse amor não se brinca.

⁠É impossível não te elogiar, que mulher de fibra, de uma beleza única, incomparável. Você é aquela mulher que não esconde o que sente, é aquela que fala e age conforme o que diz, é aquela que não tem medo de ser feliz!
Tão admirável e desejada ao mesmo tempo.
Mulher de fibra, a sua personalidade que te faz feliz!

Lizandra Alves


Lizandra — Riff de Esperança
  Alves — Mulher que Não Desiste


Lizandra — Abrandando Silêncios
  Alves — Onde a Força Floresce


Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.

Gosto de você, mulher extravagante,
Na tua naturalidade simples e normal.
Teu riso solto, como brisa no ar,
Desperta em mim um amor eternal.


Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.


Teu caminhar leve, rainha sem coroa,
Extravagância pura na essência da alma.
No teu abraço, encontro meu lar,
Simples assim, mas um sonho que não para.


Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.


Não precisa de joias, nem de luzes a brilhar,
Teu natural é o que me faz sonhar.
Mulher minha, eterna e verdadeira,
No teu amor, eu vivo e renasço inteiro.


Você é beleza bonita que faz bem a mim...
(Que faz bem a mim, pra sempre...)

⁠Mãe, mulher, exçressâo de amor.

Em seus afetuosos e ternos abraços adormeci,
em um longo sonho de sono infantil, do qual só me despertei ao contemplar que na poeira do tempo, esquecida no vácuo do infinito, ficara a minha infância.

Olho para você e... Há como tudo mudou!
Retratas em tua face o Império do tempo, que escureceu os teus olhos, marcou sua pele, mas ele não lhe enfadas.
És fonte de valor inexorável, mamãe, fonte da vida.

Perto de ti, o mais rude dos homens se emociona, extremesse, a alma infantil adormece com apenas um cicil suave e tranquilo de seus labios.

Quizera eu não despertar deste sono de amor que um dia vivi em teu seio,mas o tempo forçou-me a acompanha-lo pela estrada da vida e tornei-me homem.

Porém, roubo a sinceridade existente no expressivo sentimento infantil para dizer-te: És mãe, a expressão viva do amor de Deus aos homem, refletido na terra em forma de mulher.

Autor: Cicero Marcos