Crianças

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Quando crianças nós acreditávamos em monstros debaixo da cama, no armário. Quando crescemos, vemos que os monstros estão em nós e na nossa mente.

Quando éramos crianças, achávamos que os monstros estavam embaixo da cama e no armário. Depois que crescemos, vemos que os monstros estão em nós mesmos.

"Há crianças feridas em adultos difíceis."

Crianças ensinadas a proteger não crescem para machucar.

Educar as crianças é como plantar sementes para um futuro melhor. Quando ensinamos valores como empatia, resiliência e pensamento crítico, estamos preparando adultos capazes de enfrentar desafios, contribuir para a sociedade e construir relações saudáveis.

Minha maior força é estar onde a vida pede urgência: na defesa e proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Já colaborei com o TMJ UNICEF, faço parte da Rede Mulheres do Brasil e atuo no Mapa do Acolhimento, oferecendo escuta, acolhimento e orientação a mulheres em situação de violência. É nessa missão que encontro meu verdadeiro lugar.

O que restará do mundo sem seu olhar? Quem protegerá as crianças, a natureza, os frágeis valores que defende? Seus projetos, seus grupos, seus gritos e músicas desaparecerão no silêncio? Sua birra, sua marra, sua casa, seu poder e até sua pretensão ...
Afinal, o que é você sem tudo isso que chama de "seu"? Talvez a resposta não esteja no que deixa, mas no que é quando nada o define. Sem as referências, descobre que sua essência é anterior a qualquer posse ou papel. E que, talvez, o mundo seguirá, ...

Educar as crianças é investir no futuro! Quando ensinamos valores, conhecimento e habilidades, estamos moldando cidadãos conscientes e capazes de contribuir positivamente para a sociedade. É uma responsabilidade compartilhada que pode transformar gerações!

Elas são essenciais

⁠Quando somos crianças, queremos atenção, carinho, brinquedo.
Quando somos adolescentes, bobinhos demais, queremos estar só com os amigos.
Quando nos tornamos adultos (às vezes só no título), muitas vezes achamos que já sabemos tudo e não damos a elas o valor necessário.
Quando nos tornamos mães e pais, com um novo olhar para os nossos filhos, aí sim, reconhecemos o tesouro que temos em nossas vidas: Nossas mães.

As crianças amam o mundo sem medo,
confiam sem reservas,
e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu.


Elas não precisam entender o amor,
elas o são.


Na pureza dos gestos,
na risada sem motivo,
na amizade que nasce num olhar.


Ah, se o mundo tivesse o coração de uma criança,
o amor seria simples,
e a vida, um eterno brincar.

Precisamos que nossas crianças cresçam sem a margem do lucro que um dia vai se somar à vida adulta, sem esquecer que a única memória com valor real da vida é a que conseguimos superar com a dor do sofrimento que nos faz crescer!

O orgulho de ser pai de filhos adultos plenos ameniza a saudade das crianças que eles foram um dia .

A representatividade não é importante somente para crianças, mas para os adultos das gerações mais antigas que desistiram daquilo que tanto sonhavam por não ter nenhuma referência como eles naquele lugar! A representatividade importa sim!

Pessoas com deficiência em lugares de destaque são capazes de mudar a perspectiva de crianças com deficiência sobre onde elas pertencem.

Filho, leões não ficam de mau. Apenas mulheres e crianças têm esse direito.
Seja sempre firme, claro e objetivo. Cuidado com os lobos; não se una aos grupinhos julgadores que agem em bando. Esquive-se das hienas que zombam e menosprezam os outros. (Salmo 1)

Nós crescemos; mas do lado dos nossos pais... ainda parecemos crianças.

Crianças mostram o que importa na vida.

"Para todas as crianças que enxergam o mundo com mais profundidade, mesmo quando ninguém percebe. E para os gigantes silenciosos — de carne, de crina ou de amor — que nos ensinam a caminhar com calma e a encontrar beleza no ritmo de cada passo."
" Gigante: O amigo que mudou Tudo"
GIGANTE, O GUARDIÃO SENSÍVEL
Era mais que um cavalo – era um ser de sensibilidade rara, capaz de perceber o que muitos ao redor não conseguiam enxergar. Seu olhar calmo, profundo, parecia abraçar as emoções escondidas de quem se aproximava, lendo o silêncio e o desespero com a mesma intensidade. Desde o primeiro encontro, Antônio sentiu que gigante não reagia como as pessoas. Não havia pressa, nem cobranças. O cavalo ajustava seu corpo, sua respiração, de acordo com o ritmo do menino. Quando Antônio chegava nervoso, com as mãos trêmulas e os olhos inquietos, Gigante diminuía o passo e suavizava o balanço. Era um diálogo sem palavras, uma dança invisível construída na troca de sensações. Os músculos de Gigante transmitiam segurança e calma, como se ele dissesse: "Estou aqui, você pode confiar." Esse sentimento atravessava o corpo de Antônio, ajudando-o a se soltar da ansiedade que tantas vezes o paralisa. Aos poucos, o menino aprendeu que a regulação não era só um conceito abstrato aprendido com terapeutas, mas uma necessidade que afetava um ser vivo que dependia dele. Gigante tornou-se o espelho das emoções de Antônio. Quando o cavalo movia as orelhas para os lados, indicava inquietação; quando inclinava a cabeça para baixo, demonstrava relaxamento. Antônio descobria que poderia “conversar” com Gigante pelo toque, pela respiração, pelo olhar – e, na resposta do animal, encontrava um reflexo do próprio estado interno.

“Educar é semear histórias que ajudam crianças a crescer com afeto e significado.”

Jardim das Emoções
Quando Flávia Encontrou Bruna
Na sala havia muitas crianças, vozes, movimentos e descobertas acontecendo ao mesmo tempo.
Algumas delas tinham desafios maiores para se comunicar, para compreender ou para se acalmar.
Nem sempre o adulto conseguia estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
Flávia era uma dessas crianças.
Autista e não verbal, começava, aos poucos, a dizer algumas palavras.
Em casa, a mãe se dedicava com amor, reforçando cada conquista, cada som, cada tentativa.
O jardim era agitado.
A turma era grande, e os desafios também.
Não era falta de cuidado — era a realidade.
E foi ali que a inclusão aconteceu de verdade.
Bruna percebeu Flávia.
Entendeu seus gestos, esperou seu tempo, segurou sua mão quando o barulho era demais.
Sem precisar que alguém mandasse, ela ajudava.
Enquanto os adultos organizavam o possível, as crianças faziam o essencial:
cuidavam umas das outras.
Com Bruna por perto, Flávia se sentia mais segura.
Arriscava novos sons, novos olhares, novas tentativas.
Pequenos passos, grandes conquistas.
Flávia não estava sozinha.
Ela tinha uma amiga.
E, naquele espaço cheio de desafios, a amizade também ensinava.
"A inclusão não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de profissionais, recursos e políticas públicas reais."
A criança não deve carregar a responsabilidade que é do sistema.
Finalizo minha apresentação com este apelo. A educação inclusiva não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de recursos e respeito à diversidade. Que nosso olhar atento se transforme em ação e luta por uma escola verdadeiramente acolhedora e equitativa."