75 frases sobre crianças que celebram a magia da infância

Agora ⁠estava sozinho. Não era mais criança, mas me sentia mal preparado para o mundo fluorescente e burocrático da idade adulta.

Inserida por pensador

lembro do tempo das Árvores deitado na grama vendo do Sol sobre as folhas eu era criança e não me importava de considerar as árvores como os melhores amigos afinal você se foi e me deixou sozinho e lembro dos nossos abraços de infância éramos pequenos eu te amava por ser a melhor pessoa do mundo hoje você é meu anjo e espero que você tenha orgulho por quem eu tenho me tornado eu tenho muito orgulho de ter aprendido com você sobre as coisas do⁠ amor.

Inserida por diego_medeiros_2

⁠vivo assim
Fico feliz com o sorriso de uma criança;
Com o amanhecer de cada dia.
Fico feliz com a alegria dos outros;
Com o pouco que me fazem.
Fico feliz quando chove , quando faz sol.
Fico feliz quando o motorista para o ônibus pra alguém que estava atrasado.
Não vou desperdiçar mais palavras, a vida é curta. E viver sem tristeza é um ato de querer estar bem.

Inserida por DevanirSilva

Aplaudir é uma das primeiras virtudes que uma criança aprende, esquecido porém na vida adulta.

Inserida por leandro_rodrigues_8

⁠eu ainda sou uma criança grande. então, por favor, não apague a luz ao ir embora.

Inserida por mysoulwantswords

⁠Ser criança e sentir a felicidade do vento batendo em seu rosto . Mesmo sabendo que o tempo passa rápido demais.

⁠Quando eu penso em uma criança eu penso em um ser tomado por júbilo, que levanta da cama no dia mais frio, no dia mais quente, no dia mais chuvoso sem qualquer preguiça. Ela ama, não julga e vive o reino que é furtado dela por paradigmas. No momento em que ela descobre quem verdadeiramente é, ela enche o seu coração de compaixão e a mágica acontece.

Inserida por daviarbelo

– Imagine um filho com a minha beleza e a sua inteligência.
– Sim, mas imagine uma criança com a minha beleza e o seu cérebro!

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Marilyn Monroe e Albert Einstein. A evidência mais antiga, em 1923, envolvia Isadora Duncan e Anatole France, mas não se sabe a verdadeira origem do diálogo.

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Inserida por pensador


Lembro-me bem da casa de madeira onde, ainda criança morei. Era uma casa muito próxima a essa; tão proxima que cheguei a buscar através da janela dos meus olhos e lembranças a neve a cair... e reviver...

Inserida por rojane_mary_caleffi

⁠Quando eu era criança queria ser adulto, quando fui adulto queria ser criança....hoje eu sou os dois...

Inserida por Dario1954

⁠Quando eu era criança queria todas as mulheres, quando fui adulto ainda desejava todas, hoje eu desejo .....será que ainda desejo?

Inserida por Dario1954

⁠O amor eu conheci criança, amar eu vivi na infância, fazer o amor com prazer.. aprendi com você..

Inserida por Dario1954

Quarentena

Como é uma criança
Sem poder brincar?
Como é um cachorro
Sem poder latir?
Como é um gato
Sem poder miar?
Como é um herói
Sem poder salvar?
Como é um homem
Sem poder amar?
Como eu vivo
Sem poder te beijar?

Inserida por RodneyNascimento

Haicais para meu amor.


novamente
criança volto ser
perto de você


fica fácil
sorrir assim
flor de jasmim



não tenha pressa
está aberto sempre
meu coração


valioso
sentir-me vitorioso
com sorriso seu

Inserida por SandroCosta

Podemos usar todas as técnicas conhecidas para alfabetizar uma criança, e até conseguimos, mas se não despertarmos também o desejo, a motivação e afetividade, o vínculo com a aprendizagem fica comprometido. São pessoas que aprendem a ler, mas que não possuem amor pelo conhecimento. Instala-se um obstáculo epistemofílico.
Simaia Sampaio

Inserida por simaia_sampaio_maia

Quando criança eu adorava assoprar
Agora, pelas recordações que elas me trazem, eu amo fazê-lo.
Sobre o
"Dente de Leão".

Inserida por rojane_mary_caleffi

Toda criança tem um tesouro escondido e o tesouro de um Homem é sua infancia

Inserida por isabela_damilano

A criança ja vem pronta
A sociedade é que desconstroi

Inserida por isabela_damilano

Brincar com as flores

Havia uma criança que como tal gosta de dança. Porém sua herança não é digna de confiança, e sua esperança, sem nenhuma fiança não enchia sua pança. Na verdade, ele só queria uma aliança. Um amigo para uma humilde festança.

Um garoto, neto de uma dita qualquer, considerada mulher. Ou, ao contrário, uma dita mulher, considerada qualquer. Dona Esther, vendedora de Tupperware. Comiam na praça da Sé, sem talher. E nem comida sequer. No lixo, num mundo que mal lhes quer, restou a... fé?

Ao redor, ninguém tinha uma esmola. De alimento, de sustento, ninguém atento. Sem ir à escola, Ricardo Tulipa, carregava fardos, abatido por quem usa fardas. Ainda sonha com fadas, encantadas. Acorda, sem resguardos, com a corda dos guardas.

Passam advogados e delegados, fatigados. Tão muito bem empregados. Não sabem dessa vida de gado. Códigos salgados, crimes embargados. Não podem ser xingados. São comungados. Aparecem pastores, decompositores. Gritam ser os corretores, santos atores. Malfeitores, tiram os cobertores, enganam as dores. Vem os médicos, com remédios esporádicos. Sem diagnósticos. Tratamentos melancólicos. Não veem nem as cicatrizes. Surgem os juízes, com gases. Infelizes, ou melhor felizes, com suas diretrizes de leis vorazes. Incapazes de ver luzes na sarjeta. Há o poeta, xereta. Andando de bicicleta, a contemplar a borboleta. Aproxima-se de uma flor. Uma flor suada, suja, mas o poeta sabia que ali tinha amor.

Vontade de cheirar flor e conhece-la na sua essência, o poeta olha-a bem e rega um “Oi! Tudo bem?”. A flor exala um sorriso, com um aviso diz: “Sou o Tulipa!”. E soltando um leve perfume pergunta “Quer brincar comigo?”.

“O que você gosta de fazer?” Indaga o poeta. “Sou Tulipa e adoro empinar pipa!”. Porém, ao responder o poeta, o menino faz uma careta. Pois imagine a treta, faltava vareta. “Você tem bola?” questiona o guri. “Ou alguma esmola?”. O poeta, amante das micaretas, fala que “Não! Mas sou de uma escola, uma escola que rebola! Basta musicar as letras, cantar as palavras, bater palma, ritmar a alma, fazer rima e dançar a vida!”.

Tulipa gostou da ideia e já viu que por ali poderia ter uma grande ceia. Um amigo também, para fazer parceria e companhia. Nesse dia, na praça, Tulipa percebeu que a vida com dança tem graça. Cada vez mais a dança fez graça. O poeta então proclama: “Garoto, abraça essa dança que é massa!”. E foi embora. Nunca mais se viram.

Agora, toda vez que Tulipa encontra algum poeta, ele logo pergunta: “vamos brincar comigo?”.

Numa andança, Tulipa encontrou outras danças, junto com outras tantas flores, em bosques e florestas. Viveu de festas. Descobriu que sua querida vó Esther também é flor pura, áster, a mais linda cor púrpura. Provinda da África. Compreendeu o seu porquê de ser um elegante tulipa negra.

Outrora, em um dia de sol, Tulipa acompanhada de seu amigo Girassol, em um grande encontro da flora, avistou aquele poeta. Cantando, dançando e amando em verso e prosa. E concluiu que aquele poeta era uma bela rosa. Se aproximou e percebeu como sua alma é cheirosa.

Tulipa aprendeu que todo mundo é flor, com dor e amor. É preciso saber vê-las e cheirá-las. Interagir, regar, brincar e dançar com as flores, as nossas flores, repleta de todas as cores!

O amor nos torna criança sem o ser, nos mata sem morrer, nos prende sem prender e até dói sem doer!

Inserida por SednanMoura