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Contos William Shakespeare Amor

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Amor que grita!




Conheci um amor que criou asas e voou em silêncio pousando como uma borboleta num infinito pulsante de cor vermelha,


No rótulo, vinha escrito sensação de vitória,


Na entrega, o diagnóstico foi de fidelidade,


Já na ciência das entrelinhas, identificaram através de uma lupa o símbolo crescente da felicidade.

O livro


Alguns capítulos foram lidos e alimentaram a imaginação,
Versos de amor aquecem,
Frases com detalhes impactam,
Folhas em branco revelam,


Na história lida:
Batalhas vencidas,
Amores amarrados,
Desejos realizados,
Sentimentos explorados,


No estágio do era uma vez, tem os três pontinhos no final do ainda não acabou.

É um privilégio!




Sem o amor nada me resta,


Venha ele cedo ou tarde, com passagem de repouso demorado ou na velocidade da luz , mas venha e pelo menos deixe suas sobras quando passar,


As rachaduras, as vulnerabilidades, os destemperos, até mesmo no adeus finito o amor é prestativo, ele agi no seu real valor,


Gosto de brigadeiro, cheiro de pizza napolitana, perfume das rosas, sabor de pão de queijo com café da manhã, sim o amor tem cheiro e gosto de tudo que é bom,


O maior privilégio do tempo, das almas e dos corações é viver um amor é saber amar como se não houvesse o amanhã.

Não menti...


Não é normal se sentir pequeno sabendo do tamanho do amor que se carrega,


Ninguém sabe das feridas, ninguém cuidou das minhas noites de insônia, quantos dias perdi tentando secar o meu choro,


Caminhei debaixo do sol forte por um grande período, até encontrar uma grande árvore e dela aproveitei da sua sombra, ganhei frutos, bebi do seu mel e me senti iluminado ao observar uma plantação sem fim de rosas,


O que imaginei um dia viver, hoje tenho em abundância e extrapolar sem limites não é uma opção, é a minha decisão,


O destino não mente.

Pacto eterno de Amor


Te vejo...
E o meu coração
Acelera no peito.


Me perco em teus olhos
E, mais uma vez,
Insisto em te conquistar.


Esqueço quem sou
E o que significamos
Um para o outro.


Por centelhas de segundos,
Esqueço
Que você nasceu para me amar.


Nesse instante,
Somos apenas eu e você,
Aqui, agora.


Não me lembro
Das outras vidas,
Através do tempo.


Das noites quentes de amor,
Dos nossos casamentos,
Das vezes que me deixou.


Não me lembro
Do pacto que fizemos
De nos encontrarmos em todas as vidas.


Sou só eu e você,
Aqui, não em outros tempos.
Não por maldade —
Apenas não me lembro.


Que existe algo mágico,
Que nosso vínculo é infinito,
Que o nosso amor
É eterno e espiritual.


Esqueço
Que sinto o que você sente:
As lágrimas caindo
Do seu rosto,


O coração acelerado
— não é só o meu —
A raiva e a alegria
Que não são minhas.


Essa telepatia
Que não se explica,
Mas que está presente
No nosso dia a dia.


Mas por horas
Sou só eu,
Tentando ser vista,
Mostrando que existo.


Fico tentando chamar
Sua atenção.
Quero que me veja,
E que me ame de uma vez.


Esquecendo que você
Não vai se apaixonar por mim —
Vai se lembrar.
Lembrar quem eu sou.


Lembrar do contrato
Que fizemos:
De nos encontrarmos
E sermos felizes no final
Do nosso pacto eterno de amor.

Amor!


Amor não é algo que se dá, é
algo que se exala.
Já existe dentro de você — e não se limita a um relacionamento amoroso.
Cabe em qualquer situação.


Existem momentos na vida em que ninguém deveria se sentir só,
e nessas horas, não importa de quem venha o abraço de conforto.


Mas depois, você reflete e percebe:
talvez esteja no lugar errado, com a pessoa errada.
Porque, se quem deveria te abraçar, enxugar as lágrimas
e tentar te fazer sorrir não teve essa sensibilidade —
aquela que muitos teriam até com um estranho —
então algo precisa ser revisto.

Louca por você!


Os sentimentos se sentem,
não se explicam.
O amor não é um problema,
é caminho.


Por você, desprezei meus preconceitos,
lancei ao ar a minha sensatez,
esqueci velhos defeitos
e renasci outra vez.


Te amo não pelo que você faz,
mas pelo que acontece em mim
quando te vejo.


E o que eu sinto eu não consigo explicar.


Só sei que um calor sobe pelo meu corpo
e me deixa louca.


Louca por você!

A verdade do amor

Um dia pensei que poderia amar a todos.
Mesmo os que erram,
os que machucam,
os que me fizeram chorar.

Não por obrigação,
mas porque não sei guardar rancor.

Hoje não sinto raiva.
Sinto medo.

Algumas pessoas assustam
não pelo que fizeram,
mas pelo que ainda são capazes de fazer.

Minha capacidade de amar é imensa,
mas o instinto de sobreviver fala mais alto.

Amar à distância
é a forma que encontrei
de me proteger
sem perder quem eu sou.

E seguir inteira,
sem me dissolver
no ódio
nem na hipocrisia do mundo.

Aquele dia — Pai


Sonhei com o meu pai.


Ele me abraçava com tanto amor e ternura…


E eu sabia que seria por pouco tempo.


Mais uma vez, quis fugir,
porque não suportaria me despedir.


Mas ele me segurou
e me abraçou novamente,
até que acordei…


Quase um ano esperando por um abraço que acalmasse a minha alma e aquecesse o meu coração — e, finalmente, aconteceu.


Naquele trágico dia,
esperei por um abraço assim:


alguém que me acolhesse,
que acalentasse o meu coração,
um abraço silencioso que fizesse a minha alma voltar.


Mas, naquele dia, entendi
que a única pessoa capaz de fazer isso por mim
era justamente quem estava no caixão.


Nunca vou dizer adeus,
passe o tempo que passar…


Hoje sei que não preciso fazer isso, porque ele não vai a lugar algum.


Sempre estará aqui comigo,
me guiando —
como disse que faria.

Mas quando se fala de amor romântico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou hábito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
Não se trata de uma regra moral, mas de uma experiência de inteireza.
Amar, de fato, alguém é estar inteiro na entrega — e não há inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vários, ternura por incontáveis.
Mas quando o amor romântico floresce, ele exige uma atenção que não se reparte sem perder a própria essência.

Existem vários tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que não veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores é aquele que não vivemos, não brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)

Em ti, tudo é convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.

Teu amor é um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.

Mas se a despedida habita nossos dias,
É porque o amor que sentimos é verdadeiro,
E que mesmo na dor, há uma alegria,
Que só o amor pode trazer, sem igual.

E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?

O amor me ensinou a lição
que a felicidade é só uma estação.
Pensava que era só alegria.
Mas a verdade é outra, a dor também é dia.

Aprendi a suportar o que não vem no cardápio.
A espera, a saudade, o coração vazio,
amar de verdade é aprender a lidar
com as dores que o amor pode causar.
(Saul Beleza)

⁠AMOR GENUÍNO

O amor quando é oriundo da amizade se solidifica e torna-se incomensurável. Diferentemente daquela coisa voraz que provoca arrepios, calafrios e tantos desejos. A rotina atrelada ao um novo fascínio deturpa a conduta do ser. Toda aquela paixão embriagante, todo aquele romantismo se transforma em um verdadeiro marasmo!

⁠Efêmera flor

A flor é Efêmera
Efêmero é o amor,
E tudo que é fugaz
Está ligado a dor.
O amor não é eterno
Infinita não é a dor
Tudo de bom
Que acontece
Tem o dedo do amor.
O vendaval amortece a chama
Que apaga
O Efêmero amor
Foi na brisa de mansinho
A devassa Efêmera flor!

⁠Amor: semelhanças e contrastes no trabalho ( parte II )

O segundo, nem por algum instante as pessoas o ver como um cidadão de bem, com boas perspectivas profissionais. Mas este, podes crê; Já obteve sonhos misturado ao medo e a ilusão. Um sonho visto bem à linha do horizonte. O medo bem real, na qual aniquila a ilusão e torna-se fato consumado. Já não existe mais medo, não existe mais mãe , não existe mais segredos, muito menos mais sonhos. Se um é o melhor profissional, e tem a consciência que poderia ter alçado voos mais altos. O outro, também executa bem o seu trabalho, e é grato ao destino pelo que se tornou, porque as
possibilidades de escolhas por caminhos obscuros, eram bem mais evidentes do que alternativas dentro da legalidade.

100822II

Há corações que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade é saber suportar o silêncio, é confiar mesmo quando o outro não está ao alcance da mão. Sem essa maturidade, o vínculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce é o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na própria carência. E assim, o amor se torna frágil, não por falta de afeto, mas por excesso de exigência.
Amar não é pedir validação a cada segundo, é aprender a confiar naquilo que já foi dito, naquilo que já foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausência.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.

_Um amor perdido …

Sinto falta,

Sinto falta da sua bagunça,

Sinto falta da sua calma,

Das suas cores…

Do seu cheiro de café,

Sinto falta de você falando do céu, e dos planetas que estavam lá,

Se era Júpiter, se era Marte…
Sinto falta de você falando das suas peculiaridades, das coisas que você gosta…

Isso era importante, nunca vou achar algo assim.

Nunca vou achar ninguém igual a você.


Então por que você deixou isso passar?

Eu não sei…