Constante

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Menina que em braço distante
Abraço constante, nada cessa
Menina que palavra ausente
Memoria presente, nada cessa
Menina que perto do longe;
Mas longe tão pero;
Nada cessa.
Menina de riso eloquente
Que logo me interessa
Menina de salto alto
Que corre de pressa
Vestida de grande ternura
Sem medo de cair
Quando passos adiantados
Correm a minha procura
E nada cessa.

⁠A vida é uma balança em constante equilíbrio,o bem e o mal andando lado a lado. Mesmo quando nascemos e ganhamos a vida com essa mesma vida já nasce a morte Mas não se assuste com a cumplicidade e o equilíbrio entre a luz e a escuridão. já imaginou como seria ruim a falta de equilíbrio? um dia sem fim sem o chegar do anoitecer ou mesmo uma escuridão infinita de uma noite eterna sem o raiar do dia...

Plantar, regar com disciplina, colher: a dinâmica constante da vida!

Te aqueci nas noites de inverno, fomos abrigo um do outro, amparo constante e presente.
Estava ali, seguro em tuas mãos, olhando em teus olhos, sentindo a felicidade existir.
Mas então você disse: 'Tô indo... adeus.
O chão se abriu, e tudo o que restou, foi o adeus.

Será que sou culpado por não amar você, o amor é fonte de alegria emoção constante eu não tenho alegria em está com você.

Antigamente, eu vivia sob o domínio do medo — um receio constante diante das palavras duras e amargas.
Com o tempo, esse medo se transformou em cautela.
Hoje, é a experiência que me conduz: ajo com cuidado, vigilância e confiança.

A vida
A vida é...
Uma constante caminhada longa, com subidas, descidas, em lugares de mata verde, vento no rosto, sol na pele, chuva na cabeça, onde os pés descalço te leva a lugar algum.

A felicidade não é uma constante, e sim um momento aprazerado de algo que lhe aguça os sentidos. Fazer o que gosta é apoderar-se momentaneamente da plenitude divina.

A pressa constante não é sinal de produtividade, mas muitas vezes de desorientação.

Isabel


Bela mulher,
mãe de vigília constante e braços sempre abertos.
Criou os filhos nos dias apertados,
sustentando a casa mais com coragem do que com recursos.

Escolheu não exigir aquilo que só podia vir do coração;
carregou o silêncio como manto,
mais leve que a humilhação, mais forte que a raiva.

Seus filhos cresceram.
Não ricos, mas íntegros.
Tornaram-se pessoas do bem, respeitadoras,
prova de que a dignidade se transmite
e se herda,
como semente em solo árido,

florescendo mesmo contra a adversidade.


Janeck Tolentino

Que a força da vida seja bênção constante sobre cada ser humano.
Que cada amanhecer traga edificação, crescimento e luz, moldando a essência para dias melhores.
Que a rotina não seja peso, mas caminho de vitória, onde a esperança floresce e a paz se estabelece.
Que o coração se fortaleça em bondade, e que a vida vivida seja testemunho de amor, fé e superação.
Que cada passo seja guiado pela sabedoria, e cada escolha seja semente de prosperidade.
Que dias melhores não sejam promessa distante, mas realidade diária, presente em cada gesto e em cada respiração.

⁠Cuidar da relação é ter certeza de um futuro constante e continuo de amor.

O meio rural está em constante metamorfose constituindo um universo recodificado, heterogêneo, plural, simbólico e cheio de vida.

O desejo constante por bens materiais e outros luxos é, em essência, uma forma de aprisionamento à luxúria. Trata-se de uma preocupação contínua em trocar de smartphone, de carro, em adquirir itens caros sem uma real necessidade, desde que isto não pese no bolso. De pouco adianta caminhar por aí sentindo-se bem por possuir tais coisas se, no íntimo, o indivíduo permanece deselegante, dominado por seu alter ego.


Na minha subjetividade, nunca consegui me apegar a este tipo de valor. Por mim, bastaria uma boa cabana próxima a um lago, cercada por altas e belas árvores, onde eu pudesse ouvir o canto dos pássaros ao amanhecer, som das águas e ter o meu próprio cultivo de alimentos. Obviamente uma vida desta é mais complicada, mas prefiro eu desejar a natureza e a liberdade de não estar preso a coisas que não me proporcionam significado algum.

Mulher maravilhosa não é sorte,
é investimento.
É um luxo que exige manutenção constante e um homem com estrutura financeira para sustentar o sonho.

*Desejo constante :Alegria na alma, riso espontâneo, carinhos demonstrados, delicadezas muitas, sinceridade nos olhares, gente acrescentando o melhor, caminhos e passos abençoados, paz nos gestos, suavidade nas palavras e que haja muito amor por onde eu for.*
•⊰✿

A vida é uma constante e a morte sua resultante.

Por estarmos em constante evolução, enfatizo aos que se imaginam perfeito, alerto a estes que só em âmbito mental!

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

FILHOS REVOLTADOS.

Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.