57 frases sobre conhecimento para alimentar a mente
Tão bom quando encaras a vida com interioridade, sem buscar o conhecimento externo, ou adorando imagens ...tens tanta riqueza dentro de ti, esqueces constantemente que Deus está dentro, em ti !
Busca-Lo no céu, longe...pensa, por acaso o céu existe dentro de ti e à tua volta? Constrói o Céu interior, pois é nesse céu que Ele se sente bem e habita! Se vives num inferno, é claro que não O vês ou sentes, Ele encontra-se em tudo o que é belo!
A mulher ou homem sábio é aquele que não precisa quase usar palavras para passar conhecimento, para chegar ao coração do outro!
Aquele que usa muitas palavras para tentar passar uma mensagem, é porque não está certo do que quer dizer, quer ainda sobressair, tem necessidade de dar nas vistas, alimentar a sua vaidade!
Tudo o que é sentido e vem da intuição ou inspiração Divina, não precisa de muitas explicações, o Amor está impregnado na pequena mensagem, e o objetivo dela é atingido com simplicidade.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 627
CONHECIMENTO DA LEI NATURAL.
O item seiscentos e vinte e sete, inserido na Parte Terceira de O Livro dos Espíritos, trata da função esclarecedora da revelação espiritual na era moderna. A resposta dos Espíritos Superiores evidencia que, embora Jesus tenha apresentado as leis divinas em sua pureza, sua exposição recorria a parábolas e alegorias ajustadas ao contexto sociocultural do século I. Tais recursos pedagógicos, embora luminosos, exigiam interpretação. Por isso, na atualidade, torna-se imperioso que a verdade moral seja exposta de modo inteligível, universal e racionalmente aferível.
A missão dos Espíritos, portanto, não consiste em substituir o ensino do Cristo, mas em explicitá-lo, desenvolvê-lo e restituir-lhe a clareza primeira, afastando quaisquer leituras sujeitas ao orgulho, ao interesse ou à hipocrisia religiosa. Sua tarefa é abrir olhos e ouvidos, de modo a impedir que a lei divina seja usada como instrumento de dominação ou de justificativa das paixões humanas. É um trabalho de saneamento ético, depuração doutrinária e preparação da humanidade para o reino do bem anunciado pelo Cristo.
A revelação espírita, nessa perspectiva, é complementar e elucidativa: esclarece aquilo que permaneceu velado pelas circunstâncias históricas, restabelece o sentido moral da lei natural e reafirma que essa lei é amor, justiça e caridade em sua expressão mais elevada. Ao fazê-lo, devolve ao ser humano sua responsabilidade moral plena, pois não lhe resta o pretexto da ignorância.
O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.
A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.
Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.
Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.
Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.
Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.
Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.
John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.
Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.
Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.
Questões 624.
CAPÍTULO I - DA LEI DIVINA OU NATURAL - 1 - Origem e conhecimento da lei natural
624. Qual o caráter do verdadeiro profeta?
“O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podeis reconhecê-lo pelas suas palavras e pelos seus atos. Impossível é que Deus se sirva da boca do mentiroso para ensinar a verdade”.
Ás vezes temos conhecimento, grandes sonhos, inúmeras habilidades, mas não temos oportunidades, é nessas horas que nossa força de vontade deve ser usada, perseverança é a chave do sucesso.
O não é preciso, o conhecimento liberta ter opinião não te faz melhor que ninguém, mais mostra quem realmente merece estar ao seu lado.
Cuidado com as críticas. Certifique-se que elas venham de quem possui conhecimento sobre o assunto e de quem gosta de você. Do contrário podem fazer você desanimar do seu foco sem qualquer fundamento. @mcmarombado
O conhecimento sobre as múltiplas inteligências nos permite compreenderque a sabedoria de cada serhumano pode se apresentar das mais variadas formas no existir.
O bom professor reconhece que já foi um "reles"aluno e não guarda o conhecimento para si,mas faz uma verdadeira multiplicação de conhecimento.
" O mundo anda perdido...é muita gente achando que tem razão, sem reflexão...sem conhecimento...sem argumento...idiotizar é o lema das redes de conexão...ou seria desconexão...sem a mínima instrução...mais um idiota pra coptar...pobre mundo...desconectado da realidade...analfadigital...emburrecido por convicções sem sustentação...sua razão...sua emoção...destruição...aniquilação....perturbação....extinção...repensar e recomeçar um novo caminho...tudo está perdido...sem sentido...sem imaginação...humanidade combalida...falida...falecida."💫
''Nascemos na plena ignorância; o que faz a busca pelo conhecimento ser o significado mais esplêndido da vida.''
Conhecimento e ignorância são os dois lados da mesma moeda, mas o real valor dela é o que importa. A moeda não tem um valor próprio se não o que damos a ela; por isso que o conhecimento e a ignorância ocasionam o bem e o mal, e não são.
Mais fácil um sábio se achar louco pelo conhecimento do que são; pois o mesmo sabe que não se enquadra na realidade.
Bem & Mal
Sabe, a nossa percepção de bem e mal é relativa ao conhecimento e a ignorância. Afinal, quanto maior o conhecimento do indivíduo, maior a bondade que o mesmo poderá gerar. De mesmo modo, quanto maior a ignorância de um Ser, maior o mal que o mesmo possa gerar. E aqui temos a consciência de que o bem e o mal são meras percepções, mas o que a geram são o conhecimento e a ignorância.
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