Conforto da Morte de um Filho
Posso ter acesso a mil partes diferentes de um todo ,
em conjunto com a musica de sua alma ...
Canção que talvez encha os olhos e encante o que guarda no peito.
Multidões podem ouvir...
mas certamente você aprendera a sentir,
os espaços entre as letras de mil frações ...
o que muitos espalham só basta um, para mudar uma equivalência...
e trazer a a existência a vida de um ser.
Se a cada dia que passa os anos se vão,
o que sobra são somente memoriais,
lembranças de um coração
de um homem velho.
O que sobraria?
Somente as alegrias de quando jovem eras...
e da velha senhora! , o sorriso que antes nunca deras ...
embora a vida lhes permitisse o sonhar das grandezas,
e das frustrações as tristezas...
não sobrara tempo, paras as pequenas ...
lembranças não vividas
e torturadas por nunca te-las.
Patins
Para alguns
É um objeto importante
Na palavra
Tem quatro consoantes
Para alguns
é desnecessário
Mas é um exercício
Que deve ser praticado por todos
Principalmente preguiçosos.
LA RESISTENCIA DEL PUEBLO ES LIBERADORA
No horizonte, há um sol nascendo todas as manhãs,
Tecendo com lã boa,
No coração da juventude,
O desejo revolucionário de mudança
A esperança
De uma sociedade igualitária,
Humanamente solidária com a classe trabalhadora.
Nos fazendo saber que somos nós
O óleo que lubrifica essa roda gigante que faz girar o mundo,
Somos a poeira no olho desse sistema,
Que tenta encarcerar nossos sonhos
Somos o organismo vivo da luta,
quem mantém a História escrita,
Somos a semente crioula
Plantada na terra fértil desses campos e vales,
Somos a quebra das cercas que demarcam latifúndios
E marcam nossas vitórias.
A resistência ancestral que batuca o tambor
Que empunha as bandeiras,
Que ergue os punhos e serra as mãos.
Somos a juventude que grita contra a exploração e injustiça
O grito libertador de excluídas e excluídos
A comemorar ao mínimo sinal de avanço,
Porque sabemos que cada passo adiante
É um soco na boca ignorante
Que tenta silenciar nossas vozes,
Somos lutadoras e lutadores popular,
Anti-imperialistas
Almas itinerantes
Um povo que,
A cada raiar do dia, amanhece junto com o sol
E rega a esperança
e reza a revolução
Em seu coração militante.
Um teatro vazio, é como um coração sem dono. As paredes que suportam as suas estruturas são frias e sem conteúdo e o corpo sem vida a espera da expectativa dos olhos que apreciam a sua arte contida.
CCF & Thay Moriarty
HOUVE DIAS...
Houve um dia em que ela cedera ao amor
No rosto um olhar brilhante e riso de sol...
Mares azuis de calmaria, poentes de louvor
Mãos dadas, beijos doces sob o arrebol.
Mas para ela não houve sequer um ensejo
Mirrou-se a rosa no jardim de primavera
Aquele para quem era o riso, foi-se dela
Na alma o pesar. O gosto apenas do beijo.
Hoje as ondas já não marulham lá no cais
Apagaram deles as pegadas na areia branca
Carícias e ternuras são "ontens". Não há mais...
Agora tudo é marasmo. Nem lágrima. Nem dor
Apenas um cansaço que tecem seus dias..
Mas houve sim. Tempos em que Ana foi amor.
Sabe aquele vento que bate no seu rosto e te deixa mais calmo? Todos querem um dia calmo, dois, três ou até mesmo quatro dias de relaxamento, pensando na vida como se fosse o último dia. Não sabemos o amanhã, mas sabemos o que queremos, todo o dia acordamos com um peso do que temos que fazer, mas... Como vamos fazer o que queremos sem fazer os principais? É difícil ser sozinho as vezes, ou até mesmo melhor, porém podíamos apenas lembrar do quanto precisamos do literal. Acordamos com uma dor no peito porque perdemos algo, ou não temos, mas não significa que vamos desistir. Muita das vezes acordamos como se tivesse uma bigorna em nossas cabeças nos pesando. Maaassss... Somos incríveis.
“Um amor se faz com a ternura, mas somente um amor verdadeiro nos traz uma doce alegria para cada criatura.”
Sou apenas um homem. Mas um homem pode ser mais do que um se tiver na alma a paz de um ser como um viver intenso se faz.
Ninguém é culpado ou responsável pelo erro e nem pelo pecado de ninguém! Cada um deve prevenir-se e evitar a incontinência, pois, esta advindo, enredar-se-á e cairá em concupiscência, e esta concebida, dará luz ao pecado, e este consumado sobrevirá a morte! (Baseado em Ezequiel 18, verso 20 e Tiago 1, versos 14 e 15).
Cordel: a seca...
um Apocalipse no sertão
O agricultor sofre demais
Com a seca no sertão
Essa dura realidade
É de partir o coração
A seca ta acabando tudo
E todo ano é assim
Sai esturricando o verde
Parecendo não ter fim
É grande a minha tristeza
Quando eu olho pro sertão
Vendo a chuva tão distante
E o sol rachando o chão
Aí eu me ajoelho e rezo
Pra Jesus nos ajudar
E lhe peço humildemente
Que mande chuva para cá
Pois o meu gado está morrendo
E eu não sei o que fazer
Minhas cabras e bacourinhos
Eu vendi pra não morrer
Na varanda lá de casa
Ainda me lembro com tristeza
Do roçado e os pés de frutas
Destruídos pela seca
Antigamente a gente tinha
Os nossos porcos no chiqueiro
Na lavoura era fartura
Tinhamos até um galinheiro
Das nossas vacas vinham o leite
Pra fazer queijo e coalhada
Manteiga da terra e escaldado
Além do doce e a nata
No nosso plantio tinha batata
Melancia e melão
Macaxeira e milho verde
Jerimum e o feijão
Lá na horta tinha tomate
Batatinha e cenoura
coentro e berinjela
Pimentão, alho e cebola
Nas noites de lua cheia
A gente sempre ia caçar
Voltávamos com uma fartura
De peba, mocó e préa
A gente criava Guiné
Patos, jumentos e uns touros
Ovelhas, cabritos de raça
Uns 4 cachorros e 1 poldo
E nas noites de São João
Comíamos milho e beju
Tapioca molhada no coco
Canjica, pamonha e angú
Essas lembranças do passado
Eu recordo com emoção
Da felicidade que um dia
Eu vivi no meu sertão
Esse sertão já foi motivo
De muita felicidade
Hoje tudo se acabou-se
Só restou mesmo a saudade
Ainda recordo com alegria
os bons tempos de abundância
A chuva caindo no chão
Nos enchendo de esperança
Só que aqui no meu sertão
Onde tudo era fartura
Não se ver mas mata verde
É só tristeza e amargura
Morreram todos os pés de frutas
Os de manga, os de caju
De acerola e às bananeiras
As laranjeiras e os de embu
A seca é tão devastadora
Que os peixes morreram tudo
Tucunaré e a tilapia
Não escapou nem o cascudo
Essa seca é muito árdua
Que eu nunca vi ser tão cruel
Às abelhas foram embora
E acabou com nosso mel
Às plantações se acabaram
Com a seca repentina
No sertão não sobrou nada
Nem mesmo o galo de campina
Os pardais foram embora
Em busca de sobrevivência
Arribaçãm pegou o beco
E o urubu pediu clemência
Não existe mas açudes
Nem barreiros e nem cacimbas
A falta de chuva é grande
Que o verde virou caatinga
O plantio de algodão
Ficaram secos e não tem mais
Nenhum pezinho de palmatória
Para dar aos animais
Essa seca tão cruel
Está tirando a alegria
E os sonhos do sertanejo
Que trabalha noite e dia
Toda manhã quando eu acordo
Eu não sei como dizer
a minha esposa e a meus filhos
Que não tem mas o que comer
Viver dessa maneira
Me corta o coração
Essa seca desgraçada
Tá acabando com o sertão
Eu imploro ao meu jesus
Um homem santo e salvador
Que ajude o sertão
Que a seca esturricou
Pois o sertão está sem água
Sem trabalho e sem comer
O sertanejo ta abandonado
E a tendência é morrer
Mas o sertanejo é teimoso
E tem muita fé no coração
Ele morre de fome e sede
Mas não abandona o sertão
Mas logo logo, a chuva chega
E eu sei que ela vai
Acabar com o sofrimento
Do sertanejo e dos animais
E quando a chuva aqui chegar
Eu vou ter que conseguir
Começar tudo de novo
E o meu sertão reconstruir.
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