Conforto da Morte de um Filho
Não tire seu mérito quando realizar seu sonho. Parece fácil depois que se conquista, mas só você sabe o quanto se dedicou. Você merece. Foi Deus, foi esforço, foi você.
Cadeira de balanço, história contada,
Criança no colo, vida abençoada.
Minha mãezinha, hoje na eternidade a repousar,
Deixou orações que continuam a me alcançar.
E cada “Deus te abençoe” que um dia ela falou,
Virou caminho de graça, onde a fé me guiou.
Jamais desista dos seus sonhos. Desliguei o despertador — não deixe ele te acordar. Sonhe bastante, pois tudo que existe foi criado por alguém que sonhou antes.
"Forjado nas chamas, esculpido na adversidade, Deus me preparou para transcender os limites do impossível. Não sou eu, mas é Ele em mim que subverte as barreiras do alcançável. Sou o Príncipe, e o impossível se curva diante de mim."
Sobre o risco de não ser
Há quem passe a vida
a desejar outro lugar,
outra pele,
outro nome.
Acredita que será mais inteiro
se for como os outros,
se parecer com os que brilham,
se for aceite
nos salões onde se aplaude o vazio
como se fosse grandeza.
Mas o que brilha
nem sempre ilumina.
E o que parece
quase nunca é.
O esforço de parecer
rouba a paz de ser.
E quando se apaga a chama
do que nos tornava únicos,
fica apenas o eco
de quem já não sabe quem é,
nem para onde voltar.
Não há perda maior
do que perder-se de si mesmo.
Não há engano mais cruel
do que acreditar
que a dignidade depende do olhar dos outros.
Ser quem se é
— com verdade, com firmeza, com simplicidade —
é tarefa para os que recusam dobrar-se
à mentira do mundo.
É caminho sem prémios,
mas com sentido.
E só o sentido,
mesmo que nos isole,
nos salva do nada.
Quem rejeita a sua natureza
para caber onde não pertence,
corre o risco de não pertencer a parte nenhuma.
Nem aos outros,
nem a si.
Cuidado com a ilusão dos que se dizem grandes,
mas vivem de fingimento e vaidade.
Ser visto não é o mesmo que ser verdadeiro.
Ser aplaudido não é o mesmo que ser digno.
Acredito que não nascemos para caber em moldes.
Nascemos para ser inteiros.
A dignidade,
se é que tem morada,
não vive nos olhos dos outros.
Vive, talvez,
na coerência secreta
entre o que se sente
e o que se é.
E há uma solidão peculiar
em já não pertencer
nem ao mundo que se tentou imitar,
nem ao que se abandonou.
O que assusta não é falhar —
é perder-se no caminho
por ter querido ser outro,
sem nunca ter sido inteiro.
Sou o vazio cheio
Sou o que não sou.
E sei-o.
Não cheguei a ser,
nem me esperei.
Mas trago em silêncio
um mundo inteiro —
os sonhos que não vivi,
os gestos que não fiz,
as palavras que ficaram por nascer.
Sou o vazio cheio
de tudo o que poderia ser.
E nisso, talvez,
seja mais do que nunca fui.
A Cruz e o Silêncio
Na tarde que se deita sobre o mundo,
o silêncio pesa mais que a pedra do sepulcro.
Há um homem suspenso entre o céu e a terra,
e o seu corpo é a ponte entre o abismo e o eterno.
Sexta-feira, dia sem cor,
em que o sangue se torna verbo
e o madeiro, altar de um sacrifício antigo
como o tempo que nos escapa dos dedos.
Não é a dor que nos salva —
é o amor que aceita a dor
sem exigir resposta,
sem exigir justiça.
Cristo não grita contra os pregos,
não amaldiçoa os que o erguem ao vento:
olha-os como quem compreende
que só o amor cego pode ver o mundo claro.
E morre, não como quem perde,
mas como quem entrega.
Entrega-se ao Pai,
entrega-se ao silêncio,
entrega-se a nós.
A cruz, então, já não é castigo,
mas espelho:
e nele vemos o que somos
quando deixamos de fingir.
Na Sexta-feira Santa,
não se celebra a morte,
mas a entrega.
Não se chora o fim,
mas o princípio escondido na última palavra:
“Está consumado.”
E o mundo, suspenso com Ele,
aguarda o terceiro dia
em que a pedra será rolada
e o silêncio se fará luz.
Graças aos programadores, o impossível se torna rotina: máquinas que diagnosticam, sistemas que previnem, tecnologias que cuidam.
No silêncio das telas, programadores constroem o futuro — onde saúde, dignidade e bem-estar ganham novos significados.
Enquanto os médicos tocam a vida com as mãos, os programadores a sustentam com códigos que curam, conectam e salvam.
Quando o legislativo é forte e soberano, o morcego-rei é esvaziado e terá as suas asas cortadas.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
Nenhum dirigente do poder poderia ter rabo preso com ninguém, para não ficar refém.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
Quem acha que a democracia é relativa e podem ser aceitos relatórios criativos como tema, não vai gostar quando chegar o poder da justiça suprema.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
O autoritarismo sempre será sacrificado, quando expuser as regras porcas do jogo em determinado tempo. Enquanto estiverem escondidas, os mentores podem pensar que enganarão por todo o tempo, mas a verdade será restabelecida.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
Quando o sistema diz que venceu o Toyotismo, não sabe da força e coragem dos admiradores da Toyota.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
Ao transformarem os órgãos da justiça em políticos, a corte foi maculada no seu objetivo de garantir a aplicação e interpretação da Constituição Federal.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
O sistema não deixou julgar o amigo do pai do amigo, pois seriam condenados, e deixaria o pântano saber o eles fizeram nos invernos passados.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Mão esquerda, mão direita
viajantes, juntinhas, fulaninhas
mas sem comprometimento
em constante treinamento.
Como conseguir que a mão direita
seja anônima se a mão esquerda
enxerga, fotografa, grita e esperneia
aplauso, divulgação, reconhecimento.
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