Conforto da Morte de um Filho
EU TE AMO,ME DESCULPE.
Me desculpe por nw controlar meu coração,me desculpe por t cercar cm minhas palavras de carinho(melosas),me desculpe por so ter olhos para um homem em meio a milhoes,me desculpe por lembrar do seu beijo e nw querer expermentar + nenhum,me desculpe pelos meus olhos chorarem ao menos pensar q possa estar cm outra,me perdoe por ser humana,fraca,apaixonada por vc...Me perdoe por nw mandar nos meus sentimentos.
Parecia tão bonito quanto infinito quando eu estava
apaixonada, e agora que junto do nosso amor ficou
só a dor, te pergunto: como é que tudo de melhor e
maior no mundo pode ir embora numa hora, como é
que existe um fim triste assim e vira em nada, amada?
Guria da Poesia Gaúcha
Parecia tão bonito quanto infinito quando eu estava
apaixonada, e agora que junto do nosso amor ficou
só o amargor desta dor, eu te pergunto: como é que
tudo de melhor, maior e mais doce no mundo pode ir
embora em uma hora como se fosse nada, como é que
algo sagrado e comungado num altar abençoado pode
ser mudado, desagregado, ficar abandonado e ser até
amaldiçoado, como é que existe um fim tão triste assim
tanto para ti quanto pra mim, e como em nós, agora, já
sós, só deixa transtornada a queixa e a marca aziaga da
mágoa transformada em lágrima salgada, minha amada?
Guria da Poesia Gaúcha
Se o passado não te traz nada de novo,
E se não tem futuro, por que matar o teu
Presente com o que passou, com o que não
Ficou por que te quis ausente para sempre?
Em nome do capital
A plenitude só é alcançada com esforço.
Engana- se aquele que crê ser a vida
uma tarde à mercê da sombra e água fresca.
Ainda que grande parte das dificuldades
sejam criadas por nós mesmos.
Por isso, por mais que eu não mereça,
sou agraciado e agradeço pela vida e, a mim,
isso já basta.
Não valorizo a superfície, nem relevo
grandes fortunas.
E de toda essa gente que acredita
na supremacia de metais, ou celulose,
forjados para converter,
eu tenho pena.
O altar pós- moderno se adorna
com a alma escrava e cativa
da humanidade,
que sentenciou no consumo
seu carrasco
e só agurda agora o decorrer
dos fatos para o momento
de sua execução.
Longe dos meus temores
demonizar a obsolescência,
rainha e soberana
da liquidez de alguns valores.
Só rogo para que em qualquer vala
não seja encontrada em prematura
idade a sordidez da falta de dignidade
da nossa raça humana.
Todo o santo dia, com fervor, rezo e peço,
Pra que Nosso Senhor, por favor, cuide dos
Meus amigos queridos com todo Seu amor!
Guria da Poesia Gaúcha
Cafeína.
Teus braços são como laços
Que me prendem e me instigam.
Teus beijos causam efeitos
Que me fazem perder os sentidos.
Teu amor é como cafeína,
Causa adrenalina,
é surreal.
Viciante, mas amedrontante,
Me mantém desperta, fora do normal.
Gosto Não Gosto
Eu não gosto de sofrer e não sofro
Não gosto de chorar, não choro
Não gosto de me importar, não me importo
Mas eu gosto de fingir...
Fingir que não sofro, que não choro, que não me importo...
''Mexe qualquer coisa dentro, doida...''
Se eu fosse o que quero ser...
Se eu fosse o que pensam que sou...
Se eu fossem o que acham que quero ser...
Se eu fosse o que quero que os outros pensem que sou...
Se eu fosse um ponto de luz em meio às trevas da sua mente...
Se eu fosse minha escuridão na minha clareza...
Se eu fosse dor e solidão...
Se eu fosse alegria e ternura...
Eu seria qualquer coisa, na projeção de certo alguém...
Eu sou o que quero, mas só pra mim...
Se eu soubesse algo concreto sobre mim...
Acho que nem seria mais eu...
Doloroso crescer
Crescer dói, é natural e dói
Como dói naturalmente
O parto e a partida
Se querer crescer já tem sua dor
Não querer, então, é tortura
Mas é natural...
E é de uma naturalidade totalmente
Previsível e inevitável...
É gradativo, mas quem sofre quase não vê
E ao perceber, já era...
Embora também saibamos, que cada fase
Tem sua beleza e seu encanto
Vez ou outra, nada ameniza...
A dor de crescer
E crescer é pra sempre,
Por dentro...
Por dentro há evolução contínua
Daquele que crê, ama e imagina
E na imaginação do ser interior...
A dor é escolha...
E a gente vive crescendo
E cresce vivendo
Naturalmente...
E na dor do crescer, do exterior e do cronológico...
Espero que tudo se cure...
E no interior, tudo seja mais formoso...
Onde o sentido se perdeu?
Sem ser, tu foste
De todos os amores, o maior
Ó anjo primaveril
Das flores do teu olhar, que tinha na pele seu aroma
Foste a coisinha mais linda
Sem ser...
Choveste em mim
A chuva mais bela, e eu me deixava resfriar
E não me resfriava
Pois nunca nada fora frio...
E num sol de matar
Foste a brisa pra acalmar
E de todos os amores, o maior
E que haja muitas outras estações, estações inventadas e risonhas
E que nunca ninguém tire teu posto...
De repente a noite caiu e o vento chegou, mas a solidão não.
Eu estava contigo, dono de toda minha dúvida, de toda minha certeza.
A gente é tão doce, um par inesperado e doce...
Peço mais uma vez, que não me desperte do sonho que é você!
Porque em cada instante que tenho sua companhia
Tudo é leve e poético, como sempre quis...
É uma aurora boreal com tons de cores preferidas
Uma melodia que não traz sono, mas fantasia
Um sabor de tudo que a gente quer querer...
Inteira e verdadeiramente, gosto de te gostar
Na linha imperfeita dos pensamentos e do desejar
No destino que há de vir, gosto de te gostar...
O Tempo e a Distancia ensinam tantas coisas!Principalmente as que temos que valorizar com o decorrer de nossa Idade!É duro ter de aceitar que a Vida não é tão longa assim como se parecia na Infancia!Tempo e Distancia,entre a Mocidade e a Infancia,Mestres de Lições.
Não sei porque, nem por razão
"Insisto em te dizer que estou aí
não sei porque, nem por razão
nem vou sair
uma penetra, que usurpou da confidência
não entenda mal, não foi um ato de inocência
se não quiser, que eu vier, é só gritar
é só clamar
vou me infiltrar no teu recinto, sucinto
sinto por tudo que causei antes de vir
talvez agora eu aprendi a te gostar
sei que a chance que me deu está logo ali
foi um poeta que contou e eu ouvi."
são só palavras mas são minhas evidências
de que um dia, eu zarpei atrás de ti
no mesmo mar em que deixou as tuas pistas
não ancorou e me deixou sem te sentir
salgada e triste, amargurada, abandonada
sem ter porque, nem por razão, amedrontar
sinto que um dia, navegando minha jangada
eu vou te ver a deportar tua morada.
e me tornar mais uma vez, a tua amada.
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