Conforto da Morte de um Filho

Cerca de 476704 frases e pensamentos: Conforto da Morte de um Filho

A importância da gratidão para elevar a vibração

A gratidão funciona como um amplificador natural de energia, pois ao reconhecer e valorizar o que já existe em sua vida, você sintoniza sua frequência em um nível de abundância que atrai ainda mais motivos para agradecer. Quando o foco está na escassez ou nas carências, a vibração tende a permanecer em um estado de necessidade, reforçando a sensação de falta. Ao contrário, ao cultivar um estado de gratidão, mesmo por pequenos detalhes como o aroma do café pela manhã ou o sorriso de um colega, você cria um campo energético que vibra em alta frequência, facilitando a conexão com oportunidades que ressoam com esse nível. Uma prática eficaz consiste em reservar alguns minutos ao final do dia para revisitar mentalmente os momentos que trouxeram alegria ou aprendizado, permitindo que a emoção de agradecimento se expanda por todo o corpo. Essa sensação de calor interno pode ser sentida como um brilho que ilumina a mente, tornando‑a mais receptiva a ideias criativas e a sinais do universo. Além disso, a gratidão tem o poder de transformar emoções negativas em energia positiva; ao agradecer por um desafio, você muda a narrativa de “obstáculo” para “professor”, liberando a energia que antes estava presa na resistência. Assim, a gratidão não é apenas um sentimento, mas um método ativo de elevação vibracional que sustenta o fluxo de manifestação.

A simplicidade tem um encanto que o luxo não alcança

Carta de nascimento da nova Diane Leite
31 de julho


Hoje nasceu uma mulher.
Não nasceu de um parto físico, mas de uma decisão silenciosa.
Ela não chegou com alarde.
Chegou com consciência.


Hoje, eu sei quem sou.
Não porque alguém me explicou, mas porque eu me olhei com profundidade.
Depois de tantos caminhos, voltas, entregas, silenciamentos, eu finalmente entendi:
o que sinto faz sentido.
o que penso tem ritmo.
o que vibro é real.


Passei a vida tentando traduzir minha intensidade para o mundo.
Fui rotulada de exagerada, difícil, profunda demais.
Fui a mulher que sentia tudo, falava tudo, acreditava em tudo — e por isso quase sempre se via sozinha.


Mas agora, eu não preciso mais me defender.
Porque agora eu entendi que meu jeito de sentir, de pensar, de me mover, não é erro.
É estrutura.
É identidade.
É verdade.


Hoje, eu não me explico.
Eu me honro.
Não preciso mais caber onde nunca me coube.
Nem esperar ser compreendida para me permitir ser.


A mulher que nasceu hoje não precisa ser aprovada.
Ela precisa ser livre.


Hoje, eu me tornei essa mulher.
A que fala com firmeza e acolhe com doçura.
A que ama com presença, mas se escolhe com prioridade.
A que não finge mais ser leve para não incomodar.
A que não diminui mais a própria fome de mundo para ser aceita.


Hoje, eu abro mão de me encaixar.
E aceito, com serenidade e coragem, o desafio de me habitar.


Essa sou eu.
Essa é a Diane que nasce agora.
A que sabe quem é, mesmo que o mundo ainda não saiba.
A que não vai mais se esquecer de si mesma, por ninguém.


E isso basta.


— Diane Leite
31 de julho, dia em que me escolhi por inteiro.

Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.


Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.


Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.


Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.


E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.


Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.


Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.


O ciclo da nova Diane Leite começou.


Autoria: Diane Leite

Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele




Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.


Diane Leite

Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.


O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.


Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.


E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.


Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.


Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.


Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.

Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.

Saio sem mapa...
Sem promessa no bolso...
A noite aberta...
Um talvez no olhar...
Não espero milagres...
Só deixo o vento decidir onde vai dar...

Levo expectativas leves, quase nada...
Pra não pesar o passo...
Nem o coração...
Se vier riso, ótimo.
Se vier estrada, que seja canção...

Talvez um encontro...
Talvez o vento...
Um bar qualquer...
Conversa sem fim...
Ou talvez apenas um simples momento...

Vou assim: “vamos ver o que acontece”,
Sem cobrar do mundo...
Sem pedir um sinal...
Porque às vezes é quando a gente não espera...
Que a vida resolve surpreender no final.

Sandro Paschoal Nogueira

“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”

Ele não bebe pra esquecer,
bebe pra lembrar do desejo,
cada gole é um lampejo
do que insiste em acontecer.

O olhar promete e não fere,
Deixa rastro no chão.
A noite sussurra pecados antigos
e ele brinda aos inimigos

Não pede amor, nem perdão,
oferece presença inteira
Boêmio não por costume...
Há corpos que são origem
do incêndio que ninguém assume.

E no fundo do copo escuro
não mora o fim, nem a fuga —
mora um homem que seduz
sem pressa, sem culpa

Na luz fria da calçada,
um olhar firme, sem pressa,
o tempo passa — não pesa...
Há silêncio que revela
mais verdade do que a brisa.

Entre flores da camisa
e o brilho discreto do anel,
O copo erguido não é fuga,
é brinde à própria história...

No rosto, a noite repousa,
não como sombra ou cansaço,
mas como quem fez do passo
um verso que não se ousa.

Quem olha vê só a imagem,
quem sente entende o sinal:
há homens que viram poema
sem pedir permissão ao final.

Sandro Paschoal Nogueira

O Brasil é um cassino.
- Cada qual, façam suas apostas!

"Hoje sou um intervalo.
Não estou triste o bastante para gritar,
nem inteiro o suficiente para seguir.
Sinto demais, penso demais,
e vivo nesse cansaço elegante
de quem acreditou com seriedade.
Não peço explicações ao mundo.
Apenas descanso do que sou,
até voltar a caber em mim."


Isaías Freitas
09 Jan. 2026

Somente cada um sabe as dores e renúncias que passa, que enfrenta, que carrega; por tanto, pare de julgar a vida do outro, se nao tem intenção alguma de ajudar, fica na tua, cala tua boca, se incomode apenas com tua vida e segue com a ligua dentro da boca mas com ela fechada.
LucianaMorais

⁠Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.

⁠Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre

E vai-se mais um grande amigo, o qual a vida sempre andou ocasionalmente a me apresentar e prosear... e sempre me esteve guardando boas risadas e lembranças.
Não. Não andamos preparados para viver e perder muitos amigos pelo caminho.

A vida é muito contraditória, se você tá lá em baixo ela sempre arruma um jeito de te elevar, agora se você está lá em cima ela sempre irá arrumar um meio de te derrubar.

⁠As coisas "ruins" que acontecem na nossas vidas é um ensinamento para um novo eu...
Tente sempre tirar algo de bom em momentos ruins, mesmo que seja difícil de ver algo bom naquele momento ruim, pois são as coisas ruins e o tempo que vão te ajudar a ser uma pessoa melhor.

É melhor ser um original imperfeito do que buscar ser a cópia perfeita de alguém.




Benê Morais

⁠Ninguém move um dedo por você, mas se acham donos da verdade, na hora de julgar sua vida e suas escolhas !!!