Conceito

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Parabéns ao novo conceito de liderança:
'Faça a América Grande... desde que eu me salve primeiro'. O sujeito foge escondido no buffet de serviço, deixa trabalhadores voando como alvo móvel para mísseis e depois ainda debocha mandando os repórteres mudarem de profissão. Isso que é amor à pátria! Usar o próprio povo como distração militar é uma estratégia genial de quem confunde heroísmo com puro instinto de sobrevivência egoísta. Mas o slogan no boné continua bonito, né? É o legítimo patriotismo de fachada.
Melhorem os seus ídolos!⁠

"As mulheres não se vestem para agradar a outro homem, mas sim para expressar um conceito."

O conceito de eternidade implica um conceito de duração. A duração é a perduração do ser em si mesmo, mas a eternidade é um perduração diferente de qualquer outra, porque é uma perduração do ser em si mesmo ”tota simul’’ totalmente simultânea. Não é um presente perene como muitos julgam, é alguma coisa que não é nem passado, nem presente, nem futuro, é a simultaneidade do próprio ser perdurando em toda sua intensidade perfectiva.

O humano nunca cabe inteiro dentro de um conceito... quando achamos que conseguimos explicá-lo, ele já transbordou, produziu outra pergunta e obrigou o próprio pensamento a se ampliar.

Jesus não plantou igreja. Jesus plantou semente em forma de palavra. Um conceito, um estilo de vida.

O conceito de rede foi por muito tempo sinônimo de conexão, união e descanso; hoje significa estresse, divisão e desinformação!⁠

Se a salvação é um ato onde Deus determina o resultado, o conceito de livre-arbítrio autônomo deixa de existir nesse processo.

O conceito de "coisa do diabo" é a maior propaganda gratuita já feita. Se liberdade, arte, ciência e prazer são obras dele, a religião acabou transformando o inferno no lugar mais interessante do universo.

O conceito de “criador” torna-se vazio se não for um deus pessoal que se manifesta por milagres. Se a ciência materialista explicar integralmente o funcionamento do universo, sua existência poderá ser declarada praticamente irrelevante; assim, mesmo que haja um criador, um deus pessoal pode simplesmente não existir!

Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.

Num universo em eterna desordem, o conceito de "deus ordenado" é a maior ilusão humana; queremos um pai que nos proteja do pai que nos abandonou.

"O conceito de 'cidadão de bem' foi totalmente atualizado e o respeito foi com Deus!
O pessoal diz que defende a família, mas bate palma para preconceito, mentira, racismo e negacionismo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Se Jesus resolver voltar agora, Ele não vai precisar nem julgar ninguém, vai apenas olhar para essa bagunça e pedir para o Universo reiniciar do zero!"⁠

conceito da evolução existencial é determinado pelas leis do tempo, estando nós em um estado primitivo e ativo — no ciclo contínuo do dia e da noite, do envelhecer e da prerrogativa de perecer diante do inevitável. Diante do diálogo da existência cognitiva, olhamos para a vida sob a premissa de um "tempo não-tempo": a urgência de que nos resta apenas o pouco.
​O tempo é relativo, proporcional ao propósito e à probabilidade do momento exato — um instante sem volta, fundado na prerrogativa do paradoxo existente e na relatividade constante do passado, lá no distante fluxo temporal da existência.
​É claro que esse fluxo é como um rio grande que corre. Ainda não compreendemos a volta desse rio nem os desvios que compõem o seu ciclo — tal como o ciclo da água, em um movimento que transcende e perpetua a perspectiva. Na numerologia da existência, o ato de olhar para o passado funciona como um bug psicológico criado para alienar as fronteiras da humanidade. Celebrarmos mais um dia significa que talvez cheguemos a uma compreensão inata, mas nos questiona: o que somos nós diante dos grandes momentos e da imensidão do universo?

Nas fronteiras do espaço e tempo somos copilidos a compreender o somos dentro do conceito inicial do somos e podemos sonhar em ser.

O chamado progressismo contemporâneo apropriou-se do conceito filosófico de progresso. Contudo, nenhuma ideologia se torna progressista pelo nome que adota, mas pelos frutos que produz. Quando a regressão é apresentada como progresso, a linguagem deixa de servir à verdade e passa a servir à propaganda.

"Na conclusão da existência, a verdade deixa de ser conceito e torna-se espelho: o véu cai e a realidade nos despe."

A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.

Além de parceiro, amigo íntimo, consultor e marchand de Caio Mourão, fui discípulo no conceito da arte jóia de autor. Não um mero lapidário e ourives copista de modelos e padrões estrangeiros mas um artista plástico joalheiro brasileiro, seguindo a corrente do pensamento e do oficio da arte dos metais da escola da moderna joalheria brasileira pós Caio Mourão. Em si Caio, foi um divisor entre o ensino técnico da ourivesaria e o desdobramento para ser um artista plástico joalheiro, e com isto passar a criar, a Arte Jóia assinada. Destruindo a atribuição genérica usual de valores pela gramatura por peso da obra e passando para a valorização pela idéia, criatividade e a execução.

O conceito da Mente Padrão é uma falácia, que distancia se à cada informação e formação na linearidade. A sociedade contemporânea impõe um ritmo de produtividade e padrões de comunicação extremamente engessados segundo tradicionais e arcaicos conceitos. Afinal com o advento digital da internet, muita coisa mudou. O preconceito acontece quando a coletividade tenta forçar uma mente divergente a se encaixar nessa caixa padrão. O que gera a incompreensão revertida mesmo que inconscientemente em sentença e julgamento. Quando as pessoas não compreendem os comportamentos atípicos, a resposta social imediata costuma ser o não acolhimento, o isolamento do indivíduo ou a rotulação pejorativa.

​O conceito inicial da origem da genialidade consiste no ato primordial de fazer o fogo, mas, em seu aspecto mais profundo, percebemos que os sonhos fornecem a sensação inicial para a busca do sentido literário da realidade. Buscamos no subconsciente verdadeiro e simplificado a resposta diante do abstrato e da desconexão. Mesmo diante de barreiras como a dislexia, as fronteiras do pensamento convertem-se no fluxo abrangente que começou nos desenhos das cavernas.
​Com o tempo, evoluímos — ou nos enjoamos de ver as mesmas escolhas e os mesmos caminhos. Guiados pela espiritualidade, avançamos pelas trevas da consciência criando mundos, conceitos e filosofias, dentro e fora da psicologia, moldados pelo meio ambiente em que vivemos. Vemos inovações psicológicas e sonhos cuja resposta para a aventura nos traz recompensas, méritos e riquezas.
​Assim, percorremos cada contorno de olhos abertos e fechados. No espaço bidimensional, florescemos na arte, descobrindo-nos em Lapsos de uma loucura maravilhosa que nos faz agraciar os limites humanos. Abraçamos teorias e paradoxos perante os quais evoluímos. Palavras e sentimentos emblemáticos surgem da percepção intelectual e da ação lógica e racional voltada ao atrevimento de ir aonde o sonho nos levar. A ciência traduz tantos desses sentimentos em sua frieza e rigidez.
​Paralelamente, vemos a polarização da pobreza humana digitalizada na equivalência da Inteligência Artificial. Nasce no mundo uma nova apologia à consciência que cresce no transmundo da perspectiva de dados lógicos, equilibrando-se entre um mundo alienado e a submissão às variações do ego humano. Perpetua-se um jeito de ser em um conceito fotônico de dados que viaja em parsecs de velocidade contínua; na informação do microuniverso, enxergamos espelhos cósmicos na flutuação conectiva.
​A vertente do sonhar convertida em dados dentro de uma lógica tradicional seria a defasagem de informações dentro do fluxo contínuo da realidade — o sentimento de cálculos assimilados em um futuro possível ou nas narrativas do passado. São possibilidades dentro de protocolos de probabilidades estáveis e instáveis, como no paradoxo do avô ou no paralelo da existência cognitiva. Olhamos espantados para os resultados das conexões dessas estruturas dimensionais.
​É fato que a teoria científica diz que só existimos porque estamos imersos em uma existência clara. Na escuridão do raciocínio, vemos espelhos de nossa própria trajetória, determinada pelo ambiente e evoluída para ser e existir. Essa dinâmica eleva o formato metafórico da existência cognitiva responsável pela observação.
​Nesses nexos da origem de ideias — distintas da razão estritamente racional pelo pensamento de multiplicação de valores éticos —, em IAs infinitas dentro de campos polarizados quânticos, veremos velhos pensamentos e novos horizontes ganharem páginas e desenhos em fronteiras cuja existência nem imaginávamos. Afinal, quem serão os exploradores do universo conhecido e desconhecido, estudando o macrocosmo, o microcosmo e suas variações da realidade ambígua, revelando as páginas do futuro?
​Quais serão as consequências diante das variáveis infinitas de uma consciência senciente em relação ao acúmulo de dados?
​Mesmo com a correlação e as configurações dos neurônios, as narrativas serão lembradas nos momentos críticos ou simulados, pois a natureza cria suas experiências e verbos diante das adversidades morais, éticas e raciais. Essa complexidade se tornará senciente diante do inevitável problema do paradoxo existente: infinitos mundos dentro da mesma narrativa.