Tem-se energias inteligentes para poder agradar o próximo sem algum interesse, dependência emocional ou validação, mesmo estranhos por aí, como a própria gentileza ou algum favor viável, enobrecendo a alma sempre quando puder.
É como agradar-se quando não se desagrada, sem custar nada. Isso existe na medida com equilíbrio e é de agradecer, é poder.
Nossa bondade não é por não estarmos fortes, mas por não estarmos fracos.
Ao estarmos fracos, na bondade não há interesses e simulações, é a natureza da alma que segue sendo moldada para o caminho do bem no melhoramento.
Na vida mental, o bem é construível para realmente viver bem, enquanto o olho brilha no sorriso com graça nos caminhos que se abrem e não poderão serem escurecidos.
Quando isso não precisou construir a felicidade, a manteve:
Cocriar
Manejar
Esquivar-se
Não controlar
Silenciar
Por isso, por vezes, os materiais desfocam e podem atrair alegrias passageiras e tristezas que não passam, pois felicidade é apenas consciência de um estado mentalmente acessível e ademais é invenção da mesma mente.
Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.
Não invejar é meio caminho andado.
Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.
Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.
Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.
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