Não olhe o mundo como se fosse um juiz, olhe como um aprendiz.
Independentemente de qual seja a situação, esteja pronto para aprender dela, existem circunstâncias que Deus permite em tua vida, não se queixe mas aprenda delas.
Não obstante estar a vivenciar essa situação, creia que há um porvir melhor. Não vou me queixar, pois não sou um juiz mas um aprendiz.
Estou em construção, existe um porvir melhor.
Os interesses pessoais jamais devem ser mascarados como propósitos divinos, pois, no fim, a verdadeira natureza desses interesses se revelará, evidenciando a busca por benefícios próprios acima de qualquer ideal espiritual.
Colocar toda nossa expectativa nos humanos é assumir que todas condições estão criadas para no final sermos decepcionados, enganados e frustrados.
Colocarei o Teu nome nas mais altas prateleiras, por simples facto de Tu ser o Senhor e Eu o menor.
Virão muitas provações, mas com elas descerá também a Graça, que nos sustentará e nos fará vencer, pois o Senhor não permite fardos além da nossa força; em toda tribulação, Ele prepara um caminho de escape.
OS CORVOS E OS HUMANOS
Os humanos estão sendo mais parecidos com os corvos. Eles gostam muito de cadáveres.
Enquanto os corpos estão vivos, respiram, comunicam e sentem, os corvos mantêm-se distantes, não se aproximam.
Quando esses corpos morrem, se inicia o processo de cadaverização, quando a decomposição começa e o corpo se putrifica, o corvo aproxima-se.
A pequena diferença é que os corvos se aproximam do corpo com alegria porque vão se alimentar. Mas os humanos se aproximam com choros e lamento porque não verão mais.
Talvez seja o tempo de nos amar agora enquanto estamos vivos.
QUE NÃO SEJAMOS MAIS CORVOS DO QUE O PRÓPRIO CORVO.
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OS CORVOS E OS HUMANOS
Os humanos estão sendo mais parecidos com os corvos. Eles gostam muito de cadáveres.
Enquanto os corpos estão vivos, respiram, comunicam e sentem, os corvos mantêm-se distantes, não se aproximam.
Quando esses corpos morrem, se inicia o processo de cadaverização, quando a decomposição começa e o corpo se putrifica, o corvo aproxima-se.
A pequena diferença é que os corvos se aproximam do corpo com alegria porque vão se alimentar. Mas os humanos se aproximam com choros e lamento porque não verão mais.
Talvez seja o tempo de nos amar agora enquanto estamos vivos.
QUE NÃO SEJAMOS MAIS CORVOS DO QUE O PRÓPRIO CORVO.
Os interesses pessoais jamais devem ser mascarados como propósitos divinos, pois, no fim, a verdadeira natureza desses interesses se revelará, evidenciando a busca por benefícios próprios acima de qualquer ideal espiritual.