
A coragem não apaga o medo;
destrava a ação necessária,
mesmo sob o temor da alma.
A liberdade de expressão só tira do sério quem foi alfinetado pela verdade.
É inútil reconfortar-se ou sofrer com as lembranças do passado; é delírio antecipar as benesses e os males do futuro. Foque no agora, pois é no presente que tudo se cria, arde e vive.
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O afeto irriga a conexão humana com naturalidade; o interesse falseia a proximidade para extrair proveito.
A distância respeitosa preserva os laços humanos; quem invade espaços não concedidos planta a semente da desconfiança.
Quando se confia, abre-se a porta da alma; a decepção nasce quando quem entra não está à altura do lugar que recebeu.
A amizade não mede o que falta; permanece. A conveniência só chega quando os frutos já estão maduros sobre a mesa.
Há presenças vazias que pesam sobre a alma; e ausências que, mesmo distantes, continuam cuidando.
Nem sempre o líder é a locomotiva barulhenta; muitas vezes, é o trilho firme que dá direção à equipe.
A clareza de propósito torna o homem imperturbável, porque o impede de chamar de realização aquilo que só produz satisfação fugaz.
A ansiedade pelo futuro empobrece o único tempo em que a vida realmente acontece: o agora.
O verdadeiro cansaço irrompe na alma de quem sabe estar preso a uma etapa já vencida.
Deixar ir nos faz descobrir o poder libertador de viver o presente e deixar o passado onde deve estar.
Nada como o vendaval do tempo para soprar a poeira que encobre a verdade.
O viver de aparências reluz como diamante, mas acaba por te quebrar como vidro.
Há na gratidão uma altivez sublime que o ingrato ainda desconhece.
Ao evitar escolhas, adiamos apenas o peso das renúncias; o preço do avanço, cedo ou tarde, será cobrado.
O silêncio ativo ecoa como acordes de plenitude e grandeza.
O pensamento destravado não espera aceitação; reclama discussão.