Coleção pessoal de Zandonai
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Aceitar que estamos à deriva é o primeiro passo para parar de se afogar.
Nunca nade rumo a novos horizontes sem a coragem de perder a costa de vista.
O que é mais livre — o rio que sempre corre para o mar ou o mar que sempre retorna para si mesmo?
Amar é caminhar entre o brilho que cega e a sombra que acolhe, alçando voos sem asas, aceitando quedas sem chão.
Os mais livres são os que forjam suas próprias algemas.
A confiança pode erguer fortes castelos de pedra, mas basta a brisa de uma mentira para reduzi-los a pó.
Embora cada estrela tenha brilho próprio, é somente juntas que elas formam constelações capazes de guiar a humanidade.
A vida deixa de ser preto e branco quando paramos de questionar por que ela não é colorida.
Quem entende a fragilidade do amor e a efemeridade da felicidade aprende a dançar à beira do abismo.
Quando se compreende que a vida dança ao ritmo das forças invisíveis, o véu do livre-arbítrio se desfaz; somos navegantes à deriva no rio inevitável de causas e destinos, sem jamais tocar o leme.
O amor é a única prisão onde a liberdade é o carcereiro.
Nunca acenda mais velas do que o necessário para iluminar o caminho.
A fome é o tempero dos pobres e a variedade é o tempero dos ricos.
Riqueza não é poder comprar um relógio; é não precisar ver as horas.
Na prisão da liberdade absoluta, encontram-se correntes invisíveis que emancipam nossa alma.
Na busca de estabilidade encontramos crescimento nas raízes da eterna mudança.
Às vezes, para consertar sua vida, você tem que partir seu coração.
Você não pode escolher o que vai ouvir das pessoas, mas pode escolher o quanto vai se importar.
O sentido da vida é a curva de um sorriso triste.
Mais importante que ganhar sozinho, é ajudar alguém a vencer.