Coleção pessoal de valdir_junior_5
Dois corações machucados e uma rádio que serviu de ponte. Não foi carência, foi o destino se cruzando. Podem rir ou duvidar, mas a hipocrisia de quem acredita em cobra falante e nega a força de um encontro de almas não apaga a nossa história. O que foi real, ninguém desmente.
Dizem que foi carência, mas carência não sintoniza corações por uma rádio. Foi destino. Engraçado é o julgamento de quem não acredita que a vida cruza caminhos, mas acredita em história de cobra falante. Se estamos juntos ou não hoje, o que importa é que o nosso 'oi' foi o começo de uma cura que só quem sentiu entende.
A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi só um 'oi', foi o encontro de almas que decidiram se curar. Hoje não estamos juntos, mas ninguém pode dizer que foi passageiro. E para quem critica: é engraçado não acreditar em destino, mas acreditar em livro com cobra falante. Cada um com sua fé, e eu fico com a verdade do que senti.
A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi apenas um 'oi' ao vivo, foi o encontro de duas almas que cansaram de sofrer e decidiram se curar juntas.
Enquanto o mundo fala em carência, a gente vive a força do destino. Dois corações feridos que se encontraram através de uma ligação e uma rádio ligada. Não foi um esbarrão, foi sintonia pura. O que começou com um simples 'oi' se tornou o nosso recomeço.
Eram dois corações machucados seguindo em direções opostas até que, de repente, a vida sintonizou a mesma frequência. Um ligou para a rádio, o outro ouviu do outro lado... Alguns vão dizer que foi carência, mas nós sabemos que foi o destino se cruzando. Não foi um simples 'oi', foi o começo da nossa história escrita no ar.
Dois corações machucados que, de repente, encontraram um motivo para sorrir. O nosso encontro não foi um acaso e nem um simples esbarrão; foi o universo provando que, mesmo com marcas do passado, a gente ainda pode ser o recomeço um do outro.
Nossos corações estavam cercados de muros e cicatrizes, até que, de repente, nossos caminhos se entrelaçaram. Ali eu entendi que não era sorte, nem um esbarrão qualquer... era a vida devolvendo o brilho para dois olhares que já estavam cansados de chorar.
A gente caminhava com passos pesados e corações machucados, mas, de repente, a vida fez a gente se cruzar. Não foi um simples olhar, nem apenas um esbarrão sem querer; foi o destino parando o tempo para nos dizer que a nossa cura tinha acabado de chegar.
O mundo desaparece quando você chega. Sobram apenas meus olhos famintos, que encontram em você o único banquete capaz de nutrir minha alma.
Dizem que o olhar entrega tudo, e o meu não mente: basta olhar você para sentir essa fome de nós dois que nunca passa.
Meus olhos famintos não conseguem disfarçar: basta olhar você para eu me perder na vontade de te ter por perto, devorando cada detalhe do seu sorriso.
Quando líderes religiosos usam o medo e a 'autoridade divina' para manipular votos, o diagnóstico é claro: narcisismo e abuso de poder.
Quando o púlpito vira comitê eleitoral, a cruz é trocada pelo espelho e a humildade pelo autoritarismo.
No palanque do narcisista religioso, o Evangelho é o roteiro e o fiel é o financiador de sua sede de poder.
Para quem é narcisista, o Evangelho não é sobre sacrifício, é sobre o privilégio de estar sempre certo.
