Coleção pessoal de thinkfloyd61

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A ignorância gera mais frequentemente confiança do que o conhecimento: são os que sabem pouco, e não aqueles que sabem muito, que afirmam de uma forma tão categórica que este ou aquele problema nunca será resolvido pela ciência.

O primeiro sinal de ignorância é presumirmos que sabemos.

Tudo o que é preciso na vida é ignorância e confiança; depois, o sucesso está garantido.

Conhece-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio.

A ignorância é uma espécie de bênção. Se você não sabe, não existe dor.

A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância.

A ignorância só degrada o homem quando se encontra em companhia da riqueza.

Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que podemos solucioná-los.

Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.

O ser é e não pode não ser
e o não-ser não é e não pode ser de modo algum.

Pois pensar e ser é o mesmo.

A linguagem é a etiqueta das coisas ilusórias

Porque as perguntas realmente sérias são apenas aquelas que uma criança pode formular. Só as perguntas mais ingênuas são realmente perguntas sérias.

A história é tão leve quanto a vida do indivíduo, insustentavelmente leve, leve como uma pluma, como uma poeira que voa, como uma coisa que vai desaparecer amanhã.

Nunca somos nós mesmos quando há plateia.

A amizade é indispensável ao homem para o bom funcionamento da sua memória. Lembrar-se do passado, carregá-lo sempre consigo, é talvez a condição necessária para conservar, como se diz, a integridade do seu eu.

A verdadeira bondade do homem só pode se manifestar com toda a pureza e com toda a liberdade em relação àqueles que não representam nenhuma força. O verdadeiro teste moral da humanidade (o mais radical, situado num nível tão profundo que escapa a nosso olhar) são as relações com aqueles que estão à nossa mercê: os animais. E foi aí que se produziu a falência fundamental do homem, tão fundamental que dela decorrem todas as outras.

Como seria simples encontrar a paz num mundo imaginário! Mas sempre tentei viver nos dois mundos ao mesmo tempo.

A armadilha do ódio é que ele nos prende muito intimamente ao adversário. (...) Não posso mais odiá-los, porque nada me une a eles; não temos nada em comum.

É errado, portanto, censurar um romance que é fascinante por suas misteriosas coincidências (...) mas é certo censurar o homem que é cego a essas coincidências em sua vida diária. Pois sendo assim, ele priva sua vida de uma nova dimensão de beleza.