Coleção pessoal de syl_syl_1118091

Encontrados 16 pensamentos na coleção de syl_syl_1118091

Não adianta voltar atrás de decisões já tomadas sem antes ouvir quem também faz parte delas.

Às vezes, o maior recomeço não é mudar o rumo, é aquietar o coração e se permitir ser cuidado.

Bom dia com Jesus!
Última segunda-feira do ano: dia de agradecer pelos livramentos, pelos aprendizados e por todas as bênçãos, pois até aqui o Senhor nos ajudou.

Recolher-se não é fraqueza, é coragem de cuidar do que é essencial.

Disseram que eu deveria ser firme, previsível, inteira.
Mas escolhi ser movimento.
Entre certezas prontas e verdades impostas, prefiro a dúvida que ensina e o caminho que se refaz.

Não carrego o passado como âncora, nem o futuro como promessa.
Aprendi que existir é atravessar, não permanecer.
O erro me molda mais do que o acerto, porque nele há aprendizado, humildade e humanidade.

Não busco aplausos, nem lugares de destaque.
Meu valor está na travessia silenciosa de quem entende que chegar nem sempre é o objetivo.
Há beleza em não possuir, em não reter, em não se prender.

Enquanto o mundo cobra perfeição, escolho transformação.
Enquanto pedem raízes fixas, escolho asas conscientes.
Desapegar não é descuido, é maturidade.
É saber que algumas coisas passam porque cumpriram seu papel.

No fim, não sou feito de certezas,
sou feito de escolhas.
E a mais honesta delas é continuar mudando.

A verdadeira vitória de quem ajuda é ver o outro caminhar sem precisar.

Quando a santidade vira vitrine, a verdade sai de cena.

Eu estaria sendo desonesta se dissesse que não percebi a presença de Deus na minha vida neste ano. Houve dias difíceis, mas Ele nunca me abandonou.

Quando o “meu” vira “nosso”, o que é dividido não diminui, se multiplica.

Seus dons não são para esconder, são para iluminar.

Ser portador de alegria é escolher espalhar luz, mesmo quando a dor insiste em escurecer o caminho.

Só existem duas coisas que se perdem uma única vez: a confiança e a vida.

No Natal, sentimos; no Ano Novo, prometemos e quase nunca cumprimos.

O paradoxo é simples: sabemos o que fazer, mas adiamos.

Se soubéssemos o quão “extraordinária e difícil” é a travessia do oceano, jamais permitiríamos que alguém navegasse sozinho. Quem entende a grandeza da travessia aprende a ser companhia, não espectador. É um lembrete de que cada pessoa enfrenta seus próprios mares, e que a presença, o cuidado e o caminhar junto fazem toda a diferença.

A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.