Coleção pessoal de sydna

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Um sonhador é aquele que só ao luar descobre o seu caminho e que, como punição, apercebe a aurora antes dos outros.

As mulheres permanecem sempre crianças que vivem à espera de algo.

Adoro as coisas simples. Elas são o último refúgio de um espírito complexo.

A moderação é uma coisa fatal (...). Nada tem mais sucesso do que o excesso.

A educação é uma coisa admirável, mas é bom recordar que nada do que vale a pena saber pode ser ensinado.

Raramente a verdade é pura, e nunca é simples.

A diferença entre a literatura e o jornalismo é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida.

Os loucos às vezes se curam, os imbecis nunca.

O prazer é a prova da natureza, o seu sinal da aprovação. Quando somos felizes, somos sempre bons, mas quando somos bons nem sempre somos felizes.

Não há outro pecado além da estupidez.

Deus, ao criar o homem, superestimou a Sua capacidade.

O segredo do amor é maior do que o segredo da morte.

Não peca quem peca por amor.

Influenciar uma pessoa é dar-lhe a nossa própria alma. O indivíduo deixa de pensar com os seus próprios pensamentos ou de arder com as suas próprias paixões. As suas virtudes não lhe são naturais. Os seus pecados, se é que existe tal coisa, são tomados de empréstimo. Torna-se o eco de uma música alheia, o ator de um papel que não foi escrito para ele. O objectivo da vida é o desenvolvimento próprio, a total percepção da própria natureza, é para isso que cada um de nós vem ao mundo. Hoje em dia as pessoas têm medo de si próprias. Esqueceram o maior de todos os deveres, o dever para consigo mesmos. É verdade que são caridosas. Alimentam os esfomeados e vestem os pobres. Mas as suas próprias almas morrem de fome e estão nuas. A coragem desapareceu da nossa raça e se calhar nunca a tivemos realmente. O temor à sociedade, que é a base da moral, e o temor a Deus, que é o segredo da religião, são as duas coisas que nos governam.

Tenho gostos extremamente simples: somente o melhor me satisfaz.

O Estado deve fazer o que é útil. O indivíduo deve fazer o que é belo.

Os pequenos atos de cada dia fazem ou desfazem o caráter.

Há uma espécie de conforto na auto-condenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de o fazer.

Amar é ultrapassarmo-nos.

Não é o perfeito, mas o imperfeito, que precisa de amor.