Coleção pessoal de sdonfks

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I must keep to my own style and go on in my own way. And though I may never succeed again in that, I am convinced that I should totally fail in any other.

Jane: [...] Grande parte das vezes é a nossa própria vaidade que nos ilude. Para as mulheres, a admiração que elas crêem no objeto significa mais do que aquilo de fato se trata.

Elizabeth: E são os homens que se encarregam de as convencer.

Jane: Se é propositalmente que o fazem, não têm desculpa; mas não creio que no mundo haja tanta duplicidade, como a maioria das pessoas pretende fazer acreditar.

Elizabeth: Estou longe de atribuir à duplicidade alguma faceta do comportamento de Mr. Bingley; mas o que certo é que, mesmo sem se planejar fazer o mal ou tornar os outros infelizes, podem-se criar situação de equívoco e sofrimento. Refiro-me à inconsistência, à falta de atenção para com os sentimentos dos outros e à falta de poder de resolução.

(Orgulho e Preconceito)

Elizabeth: Eu me pergunto quem descobriu o poder da poesia para espantar o amor.
Darcy: Achei que fosse o alimento do amor.
Elizabeth: Do amor belo e vigoroso. Mas se é apenas uma vaga inclinação, um pobre soneto o liquidará.

Orgulho e Preconceito

A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós.

Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos.

O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.

Uma vida não questionada não merece ser vivida.

Tente mover o mundo – o primeiro passo será mover a si mesmo.

Quem cedo e bem aprende, tarde ou nunca esquece. Quem negligencia as manifestações de amizade, acaba por perder esse sentimento.

A amizade é o conforto indescritível de nos sentirmos seguros com uma pessoa, sem ser preciso pesar o que se pensa nem medir o que se diz.

A amizade é, acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor.

Como é estranha a natureza morta dos que não têm dor. Como é estéril a certeza de quem vive sem amor...

Tive a sensação de vislumbrar a dimensão do Mundo
quando experimentei ver pelos teus olhos

O meu amor não se esquece ele apenas adormece, até que apareça um novo amor e o faça reviver mais forte; sempre esperando que desta vez seja por alguém que o merece...

O seu hoje representa as ações antes realizadas e o seu amanhã defluirá das suas atividades hoje desenvolvidas.

Não te canses de amar.
É possível q a resposta do amor
não te chegues imediatamente. Talvez
te causem surpresa as reações que
propicia. É possível q as haja desencorajadas.
Sucede q, desacostumadas aos sentimentos puros,
as pessoas reagem por mecanismos de auto-defesa.
Insistindo, porém, conseguirás demonstrar a
excelência desse sentimento sem limite e
mimetizarás aqueles a quem amas, recebendo
de volta a benção de que se reveste.
Ama, portanto, sempre.
(Divaldo Franco).

Sendo o fim doce, que importa que o começo amargo fosse? Bem está o que acaba.

Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana.
Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.