Coleção pessoal de sky_doceu

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O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade.

Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

Jamais o sol vê a sombra.

Convencido eu mesmo, não procuro convencer os demais.

Não é na ciência que está a felicidade, mas na aquisição da ciência.

Tudo o que vemos ou parecemos não passa de um sonho dentro de um sonho.

A vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na esperança de sê-lo muito em breve.

Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite.

Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto.

A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.

Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.

Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.

Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.

A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.

Um dia, há seis anos, um arco-íris delicado e esmaecido desenhou-se no meu peito, e muito embora não se tratasse nem de amor nem de bem-querer, à medida que passavam os meses e os anos, esse arco-íris foi carregando as suas cores com grande beleza, e, até agora, jamais o perdi de vista. O arco-íris que surge no céu limpo depois de uma chuva tem existência efêmera e logo se apaga, mas o que nasce no coração da gente parece que não. Por favor, peço-lhe que o interpele. O que acha realmente de mim? Será que me tem em conta de um arco-íris depois da chuva? Que se apagou já há muito tempo?

Se assim for, eu também tenho que apagar o meu arco-íris. Mas sinto que ele não quer sumir-se antes de eu mesma terminar com minha vida.

Será que eu era feliz? Desde pequeno eu era chamado frequentemente de pessoa afortunada, ainda que me sentisse sempre no meio do inferno.

Guardava minhas angústias em uma pequena caixa dentro do peito e, escondendo com discrição minha tristeza profunda e meu nervosismo, aperfeiçoei-me em um ser humano excêntrico e brincalhão, permanentemente revestido de um otimismo inocente.

Uma coisa que humanos possuem e outras criaturas não: temos segredos.

Eu temia as pessoas no mais elevado grau, mas mesmo assim não conseguia abandoná-las de modo algum.