Coleção pessoal de ShandyCrispim

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No meu céu
Você é o cometa
Que passa todas as noites.

Lutamos pela liberdade
Mas nem sabemos o que fazer com ela.

Ah morena do sorriso fácil
Mal você conhece
A armadilha de admiradores
Que com você carregas
Com teu cabelo harmonioso
Com a autoria desses olhos
Eu fui mais uma vítima
De sua vaidosa beleza

As vezes esqueço meus pensamentos em você.
As vezes esqueço meus olhos em você.
As vezes esqueço até o meu bom senso.

Em meu peito
Você estava perdida
Entre minhas artérias.
Eu só não tinha a menor ideia
De como tirar você dali.

Você pode ser o sol
Pode ser o infinito desejo
No mundo de alguém,
E nem faz ideia disso.

Você chegou como um rio
Entrando, infiltrando
Achando seu proprio lugar.
De um jeito natural
Devagar você veio
Ate tomar conta
De tudo que sou
Agora, cada parte de mim
Tem partes de você.

Ela é sete mares
Tão profunda como o mar
Cheia de tesouros como o mar
Misteriosa como o mar
Não é tão dificil poder ama-la
Ela é sete mares
As vezes de maré baixa
As vezes mar de ressaca.

Arrancar versos
Da beleza dela
Seria facil demais.
Dificil seria traduzir
Tudo isso que entrevejo
Quando meus olhos se encontram
Com teu par de mirantes castanhos
E criadores de pensamentos.

Tem dias que eu penso
Que eu queria morar aí
Bem aí nesse cantinho,
Já basta pra mim.
No cantinho da sua boca
Nesse, de onde nasce teus sorrisos.
É onde minha boca
Quer se encontrar com a sua.
Ao fim de uma tarde chuvosa
De um silencioso amanhecer.
No cantinho da sua boca
É onde eu quero morar.

Ela é daquelas
Que tem o cabelo ondulado
Estilo aurora boreal
Dos cabelos que escorrem
Pelos teu rosto.
Ela é daquelas
Que tem teus dias de flor
Que tem teus dias de caos.
Ela é daquelas, que o mundo desaba
Mas ela não.

Se no coração dela
Tu não encontras teu amor
Porque qual motivo então
Encontraria em uma garrafa destilada?

Teus olhos brilham mais
Contra a luz que mergulha
No horizonte desfocado
Prefiro não quere saber
Se no final da estrada
Sua mão ainda entrelaça a minha
Prefiro cegar me diante
As cores que se desbotam
No fim da estrada
Prefiro que a noite não acabe
Pra não descobrir
Que você não mais caminha
Os mesmos passos que eu.

Pra minha ansiedade
Esperar pra ver você
Faz com que o tempo se torne
A punição mais amarga.

Eu não entronco em mim
Das vezes intrusas em que você penetra meus pensamentos
E dos momentos em que imerso no vazio.

Se encontre em sua anarquia.

Ate quando, indago
Seu nome ficará
Sempre á entressonhar
Orbitando minha psique.

Permita-se sentir
O sabor que veste
As camadas
Do teu próprio sorriso.

Já tentei resgatar em mim
As partes que um dia
Fora naufragadas em você.

Seus planos,
Nem sempre você os lidera.
Pois um dia, se encontrará atônito.
Sem que o tempo trace longos caminhos
De uma forma tão breve, quanto o agora.
O amor lhe preenche, e transborda.
Entrando em uma coleção de sintonias
Suas mãos esfriam,
Seu estomago embaralha,
Sua pele arrepia,
Sua pupila dilata,
Seu coração, paralisa
E subitamente ressuscita.
Perguntes a ti...
Já vivera este estágio?