Coleção pessoal de sargentoclaudinei

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O luto e a luta
O obsceno deste tempo é ainda a indiferença diante da dor dos outros. A indiferença promove ouvidos surdos e lágrimas invisíveis.
Diante das dificuldades que todos nós estamos vivendo, frente aos tenebrosos dias, sofremos as angústias, decepções e traumas, nos deixando cada vez mais fechado para o mundo.
Afinal, do luto a luta é uma ponte de travessia lenta, na cicatrização das nossas feridas emocionais.

Toda vez que você escolher o novo, o velho vai tentar a permanência. Não aceite o convite, pois você já partiu.

Nem tudo que tenta voltar merece espaço de novo.

Às vezes, o que te chama de volta é exatamente o que te impedia de ir.

A vida te oferece o novo, o medo o conhecido. Mas não confunda conforto com crescimento.

Você já foi, já escolheu. Agora precisa continuar andando, mesmo que o passado grite seu nome.


A FÉ em algum momento exige uma decisao: deixar ou acreditar no impossível!

⁠ANSEIOS
Dizem que a saudade não conhece o tempo — ela tem nome, rosto e voz. Mora na memória de um sorriso sereno, onde a felicidade se revela no brilho de um desejo escondido, na vontade silenciada pelo limite do “não poder”. O tempo, esse velho tirano, transforma os prazeres em miragens — quanto mais se espera, mais se deseja. E o gostar cresce junto, como quem alimenta a fome com promessas. Ah, tempo cruel! Nos amarra aos impulsos, mistura o amor com a dor até ficarmos sem ar. Às vezes, age como um remédio lento, tratando feridas deixadas por paixões que não voltaram. No fim, o desejo é só a ausência vestida de sonho — sonho que ainda não se libertou do cárcere da alma.

⁠Quando você ajuda uma pessoa e ela é orgulhosa, sua ajuda vira ofensa, sua presença se torna incômoda.
Ela ainda não entende a gratidão como um gesto livre — e vive tentando pagar uma dívida que nunca existiu

⁠Tentei sempre que tudo fosse perfeito e percebi que realmente tudo é tão imperfeito quanto deveria ser (inclusive eu).

⁠Professor que ensina, mas não aprende, corre o risco de repetir o passado sem transformar o futuro.
Capacitar-se é afiar a lâmina, é renovar o olhar, é manter viva a paixão por ensinar e a humildade de continuar aprendendo

⁠Eu errei…
Duas palavras pequenas, mas tão pesadas que parecem não caber na boca.
Difícil de dizer… quase impossível de engolir.

Mas talvez, meu maior erro…
Não tenha sido tropeçar,
E sim achar que nunca cairia.
Acreditar — tolo que fui —
Que a razão sempre dormia do meu lado da cama.

Fui ajuntando certezas
Como quem coleciona medalhas de um campeonato que ninguém mais quis jogar.
E nesse desfile de convicções,
Esqueci que o orgulho é sempre o ensaio da queda.

Porque quem pensa estar de pé
Deveria, ao menos, aprender a vigiar.

Há um preço em querer estar sempre certo.
E, às vezes, esse preço é alto demais.
Chama-se solidão.

Na sede de vencer discussões,
Perdi algo que pesava muito mais que qualquer argumento:
As pessoas.

Quantos lares, quantos abraços, quantas amizades…
Despedaçadas, não por grandes pecados,
Mas por pequenas vaidades,
Por muralhas erguidas onde poderiam florescer pontes.

Ah, o orgulho de quem nunca erra!
Ele não grita, mas constrói cárceres,
Isola, afasta, esfria.

E a certeza cega —
Essa danada — sufoca a humildade,
Fecha os olhos para tudo que ainda poderíamos aprender,
Se ao menos ouvíssemos…
Se ao menos calássemos.

No desespero de provar que sei,
Desaprendi a escutar.
Na ânsia de estar sempre certo,
Perdi pedaços de mim —
E já não era inteiro.

Nem toda vitória é vitória.
Às vezes, vencer é saber perder…
Perder o orgulho, para salvar o essencial.

Afinal, a verdade não precisa berrar.
Ela é forte o suficiente para permanecer em pé,
Mesmo quando se cala.

Vencer…
Às vezes é ceder.
Amar…
É aceitar que nem tudo precisa ser provado.

E, no final da história —
Quando os debates forem apenas eco nas paredes vazias —
A pergunta vai soar, simples, brutal e libertadora:

Você quer ter razão? Ou quer ter paz?

Porque no fim…
Não serão as vitórias que contarão.
Mas os vínculos…
Aqueles que resistiram ao fogo,
Aos ventos,
À tempestade,
E continuaram ali — firmes, de mãos dadas,
Escolhendo o amor, sempre.

⁠Quanto mais relevante você for, mais falarão de você. Quem não tem importância, simplesmente não é assunto!

⁠Prepare-se, mesmo quando não houver chance alguma no horizonte. Porque nada dói mais do que ver a oportunidade chegar… e descobrir que você não está pronto

⁠Alguns estão presos, sem compaixão,
Por crimes sem prova, sem investigação.
Quatorze anos por um simples batom,
Enquanto o real culpado, segue no tom.
Outros sem casa, sem rumo, sem chão,
Foram levados sem justa razão.
Estavam apenas no lugar, na hora errada,
Agora vivem a dor de uma cela trancada.
Outros calaram por querer protestar,
Por simplesmente tentar se expressar.
O grito sufocado, a voz silenciada,
Liberdade ferida, justiça calada.
O Brasil inteiro vive essa prisão,
Trancado nas grades da repressão.
A Suprema Corte precisa acordar,
O povo é quem deve o rumo guiar.
Clamamos por justiça, por luz e por guia,
E mais que tudo, pedimos anistia!
Pois não há nação sem reconciliação,
Nem paz verdadeira sem libertação.
“O poder do povo, emana do povo”,
E será exercido, de novo e de novo!
Com fé, com coragem, com sabedoria,
Vamos reconquistar nossa democracia.

⁠A intolerância, seja política, religiosa ou de qualquer outra forma, sempre leva a um único desfecho: morte e destruição.
No fim, isso nada mais é do que a própria definição de guerra.

⁠Quebre o retrovisor da sua vida!
Se você passa muito tempo olhando para o retrovisor do passado, é hora de deixá-lo para trás.
O passado é inalterável, e o futuro é um mistério.
Foque no presente, porque é aqui e agora que a vida realmente acontece.

⁠Orgulho é o que penso de mim.
Vaidade é o que eu quero o outro veja em mim.

⁠Respeito não tem COR, tem consciência!
Povo sem educação e conhecimento, nunca terá consciência.

A coisa mais corajosa que você dirá na sua vida é: ‘Me ajude!’ Pedir ajuda não é desistir; é recusar-se a desistir!

Nós não atraímos aquilo que queremos, nós atraímos aquilo que nós somos.

A Educação brasileira prioriza investimentos nas ciências sociais em detrimento das ciências exatas e da saúde, resultando em muito discurso, mas pouca evolução tecnológica, empreendedorismo, prosperidade e autonomia financeira do seu povo.

⁠A justiça de Deus repousa sobre dois pilares inabaláveis: a Cruz, símbolo máximo do sacrifício redentor de Cristo, e a inevitável jornada da morte humana. É somente através da cruz de Cristo que podemos nos aproximar de Deus, e a morte é uma realidade que todos os seres humanos enfrentam.

⁠Gratidão não passa com o tempo. Gratidão é a lembrança eterna de algo que alguém um dia nos proporcionou.
Seja grato sempre!