Coleção pessoal de rogerio_amaro_cardoso
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O medo é o pai da moralidade.
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O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica.
Não é a força mas a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade.
Se um homem tiver realmente muita fé, pode dar-se ao luxo de ser cético.
Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
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O amor revela as qualidades sublimes e ocultas do que ama, - o que nele há de raro, de excepcional: nesse aspecto facilmente engana quanto ao que nele há de habitual.
Começamos a desconfiar das pessoas muito inteligentes quando ficam embaraçadas.
Uma pessoa continua a trabalhar porque o trabalho é uma forma de diversão. Mas temos de ter cuidado para não deixarmos a diversão tornar-se demasiado penosa.
Não posso acreditar num Deus que quer ser louvado o tempo todo.
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A mulher foi o segundo erro de Deus.
O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.
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Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.
O que o pai calou aparece na boca do filho, e muitas vezes descobri que o filho era o segredo revelado do pai.
Ter-se vergonha da sua imoralidade: é um degrau na escada em cujo extremo se tem também vergonha da nossa moralidade.
Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?
Quem for fundamentalmente um mestre, apenas toma a sério tudo o que se relaciona com os seus discípulos, - incluindo a si próprio.
Uma vez tomada a decisão de não dar ouvidos mesmo aos melhores contra-argumentos: sinal do caráter forte. Também uma ocasional vontade de se ser estúpido.
O macaco é um animal demasiado simpático para que o homem descenda dele.
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Se se tem caráter, tem-se também uma experiência típica própria, que sempre retorna.
Os poetas são impudicos para com as suas vivências: exploram-nas.