Coleção pessoal de rogerio_amaro_cardoso

741 - 760 do total de 1265 pensamentos na coleção de rogerio_amaro_cardoso

O medo é o pai da moralidade.

O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica.

Não é a força mas a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade.

Se um homem tiver realmente muita fé, pode dar-se ao luxo de ser cético.

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.

O amor revela as qualidades sublimes e ocultas do que ama, - o que nele há de raro, de excepcional: nesse aspecto facilmente engana quanto ao que nele há de habitual.

Começamos a desconfiar das pessoas muito inteligentes quando ficam embaraçadas.

Uma pessoa continua a trabalhar porque o trabalho é uma forma de diversão. Mas temos de ter cuidado para não deixarmos a diversão tornar-se demasiado penosa.

Não posso acreditar num Deus que quer ser louvado o tempo todo.

A mulher foi o segundo erro de Deus.

O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.

Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.

O que o pai calou aparece na boca do filho, e muitas vezes descobri que o filho era o segredo revelado do pai.

Ter-se vergonha da sua imoralidade: é um degrau na escada em cujo extremo se tem também vergonha da nossa moralidade.

Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?

Quem for fundamentalmente um mestre, apenas toma a sério tudo o que se relaciona com os seus discípulos, - incluindo a si próprio.

Uma vez tomada a decisão de não dar ouvidos mesmo aos melhores contra-argumentos: sinal do caráter forte. Também uma ocasional vontade de se ser estúpido.

O macaco é um animal demasiado simpático para que o homem descenda dele.

Se se tem caráter, tem-se também uma experiência típica própria, que sempre retorna.

Os poetas são impudicos para com as suas vivências: exploram-nas.