Coleção pessoal de Rita1602

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Tudo o que temos é o momento e a intensidade dele.

Às vezes é preciso ficar em silêncio, quietinho, para ouvir a voz de quem sabe o que é preciso para despertar.

Todos os dias antes de deitar e quando acordo, lavo minha alma e deixo o amor entrar.

Escrever é colocar no papel o momento que se faz presente. É deixar a história ser contada pelas mãos que foram escolhidas.

O tempo voa como um pássaro quando estamos fazendo aquilo que gostamos.

Conhecer pessoas é um dos atributos que a vida nos dá. Continuar com elas é uma decisão que só cabe a nós.

Todo esforço sempre vem acompanhado de vitórias.

Quando tudo parece escuro ao nosso redor, quando tudo parece ter desmoronado bem ali à nossa frente, não desanime. Sempre haverá uma luz no final do túnel. Sempre haverá uma solução para tudo. Sempre terá alguém ao nosso lado para nos apoiar. Olhamos com olhar de sabedoria e compreenderemos que tudo acontece por algum motivo.

REFLEXO DA VIDA

O que importa o que sou? Importa quem eu sou imaterialmente. O que fiz, faço e o que ainda posso fazer para com as pessoas. É o que mais faz sentido hoje. Doar-se.

O que importa é como eu trato as pessoas e como convivo com quem amo. Como luto pelo bem-estar das pessoas. É como um espelho que reflete. Se elas estão felizes também estou. É o meu ideal de vida. Batalhar para as coisas darem certo, para as pessoas terem o direito a algo que já pertencem a elas.

Lutei contra muitos, me magoei na maioria das vezes. Chorei até secarem todas as lágrimas que tinha dentro de mim. Nadei contra a maré muitas vezes sem me cansar. Mas, nunca desisti de lutar. Nunca. Sempre me defrontei com muitos obstáculos, mesmo assim venci todos. Conquistei muitas coisas e outras ficaram para trás por motivos que não consigo descrever aqui.

Terminei sendo alguém que por ações pouco consegui avançar, porém, que profundamente procura expor o que sente através das palavras. As palavras escritas e publicadas jamais serão destruídas ou mesmo vencidas.

Elas serão imortais e exprimem sentimentos que brotam das profundezas ocultas do meu íntimo.

Olho para o mundo e tenho medo dele. Acho que no fundo tenho medo da felicidade ou ela de mim. Sempre que estou muito feliz fico desconfiada. Desconfio secretamente e vou-me afastando para que ela não acabe por si só. Prefiro eu correr dela, assim não corro o risco da felicidade me deixar.

Fico em silêncio por um longo tempo e procuro saber o valor dele. Há tantas coisas que eu queria escrever, mas, não posso. As palavras me deixam com medo, por isso fico calada. Há tantas coisas que nunca escrevi e que morrerão comigo. Este silêncio é a minha garantia. Dentro dele está o meu EU gritante.

Quero explodir para que as palavras se libertem. Seria uma loucura as palavras soltas por aí. Ninguém entenderia nada, porque elas se misturariam. Às vezes quero a verdade outras vezes o oposto dela me alimenta. O cotidiano me mata de tédio, por isso me reservo e escrevo.

A vida é tão passageira! É como um sopro. Sopramos e ela se vai. Não entendemos nada da vida e isso me deixa angustiada. Pensar que a vida é um sopro, logo vem à minha mente uma bolha de sabão solta no ar. Tocamos nela e ela explode.

Ficam no ar apenas pedacinhos que vão se desintegrando um a um. Assim imagino o sopro da vida. Uma película muito fina, quase invisível, transparente, brilhante com multicores como se fosse um arco-íris. Duram apenas alguns segundos e explodem.

São os segundos mais belos que nossos olhos já fotografaram e guardaram na gaveta do tempo. Assim é o sopro da vida. Simples, intenso e belo. Se deixarmos passar em branco ele se vai sem deixar nenhum vestígio.

Só o amor é capaz de construir um mundo novo e melhor.

Meu livro é uma lavagem cerebral.

A felicidade é um sentimento tão simples que se não observarmos com atenção ela passa despercebida.

Somos um triângulo amoroso entre o Universo, a Plenitude e o Amor. Cada qual com suas múltiplas sensibilidades.

Proporcionei conforto, dei meu colo, carinho, amor. Dei um lar para as horas vagas. Desliguei-me do mundo. Construí castelos de areia para agradar. Meus anos foram materializados para doação. Deixei meu mundo e vivi o mundo da matéria. Hoje, procuro resgatar o imaterial.

Quando me amo, ultrapasso todos os limites.

Somos aquilo que buscamos.

Somos pequenos quando não pensamos grande. Somos grandes quando vivemos sem medo. Somos verdadeiros quando há grandeza de espiritualidade dentro de nós.

São de pequenos e belos gestos que nos alimentamos.

O amor é o calço da nossa porta.